O Bom pastor e seus comentários

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

05 = Petições Dignas (2 Tessalonicenses 1.11,12)



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Fevereiro a Junho/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Presb. Abimael A. Lima.
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05 = Petições Dignas ( 2 Tessalonicenses 1.11,12).  20/02/2013.
Um Chamado à Reforma Espiritual – D. A. Carson, ECC, p.53-64.
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Introdução:
Aprendemos sobre a estrutura mental sobre a qual Paulo construiu suas petições intercessórias a Deus quanto à igreja de Tessalônica. Agora é hora de perguntarmos: Que tipo de petições deveríamos apresentar ao Deus vivo?
Paulo apresenta duas petições a Deus aqui:

  1. Paulo faz duas petições:

a)      Ele ora para que Deus considere os cristãos dignos de sua vocação.
®    O chamado significa o convite ao evangelho (Mt 22.1-14 = a parábola das bodas).
®    Em Paulo, o chamado significa o chamado eficaz.
®    Não somos chamados por merecimento, mas por graça.
®    Paulo ora para que possamos corresponder às expectativas de nosso chamado: Viver dignamente para Deus.
®    Nosso interesse fundamental na oração não deve ser a benção material, mas a manifestação dos sinais da graça na vida dos crentes.
®    O que estamos fazendo com a salvação que já recebemos?
®    Paulo não ora por desempenho, mas para que Deus trabalhe na vida dos crentes santificando-os e fazendo-os crescer no conhecimento e relacionamento com Deus.
®    Quando fizemos esse tipo de oração pela última vez?

b)     Paulo ora para que Deus, por seu poder, cumpra todos os bons propósitos e obras de fé dos cristãos.
®    Para cumprirmos nossos propósitos de bondade precisamos da manifestação do poder de Deus.
®    Deus remodela por seu poder nossos propósitos de vida.
®    Todos nós podemos fazer alguma coisa boa e significativa para a vida de outros.

  1. paulo tem dois objetivos claros com sua oração

a)      Paulo procura a glorificação do Senhor Jesus Cristo.
®    Tudo foi feito por Cristo e para Cristo (Cl 1.16).

b)     Paulo procura a glorificação dos cristãos.
®    Não para que sejamos louváveis ou tenhamos boa reputação, mas para que o prpopósito divino se cumpra em nós, a glorificação eterna com Cristo.
®    Deus chama, justifica, santifica e glorifica (Rm 8.30).
®    Nossa glorificação final nos verá sem mancha ou mácula.
®    Deus é quem torna a nossa glorificação possível e isso redundará finalmente em glória ao seu próprio nome.
®    No último dia cisto será glorificado em nós por causa do que nos tornamos por causa do que ele mesmo fez por nós.
®    A vida cristã só pode ser vivida fielmente à luz do fim (p. 61).
®    O significado do fim aqui e agora ajuda-nos a moldar nossas convicções e valores para a vida toda e fornece a plataforma sobre a qual construímos nossas petições a Deus.

  1. A base da Oração de Paulo é a graça de Cristo.
®    Tudo acontece por causa da graça de Cristo dada a nós.
®    Devemos ser sempre lembrados que a mesma graça que salva é a graça que santifica.
®    Devemos estar profundamente conscientes de que é a graça de Deus que trabalha para que nossas petições sejam respondidas.
®    Não somos pessoas independentes que estão a caminham e precisam ocasionalmente de informações divinas para continuar. Somos pessoas perdidas que foram achadas e salvas por Deus em Cristo; e agora vivemos na dependência e sob a direção do nosso redentor.
®    Uma nadadora certa vez se propôs a atravessar um largo canal a nado, mas desistiu quando estava muito cansada. Depois descobriu que desistiu a apenas 800 metros da paria. Disse: “_Se eu tivesse visto a praia, não teria desistido”. Nós desistimos de nossas orações, porque não enxergamos o final.

Questões Para Revisão e Reflexão:
  1. O que significa orar para que sejamos dignos do chamado, da vocação divina?
  2. Quais os bons propósitos de fé e bondade temos desenvolvido?
  3. Qual a relação da glorificação do nome de Cristo com a nossa glorificação?
 Aplicações:
  1. Procure entender os ensinamentos bíblicos sobre o fim.
  2. Ponha em prática um propósito de fé e bondade que está latente no seu coração. Convide alguém para participar.
  3. O que você poderia fazer para que a igreja aprendesse a praticar esse tipo de oração?

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