O Bom pastor e seus comentários

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Uma Comunhão Eficiente - Devocionais em Filemom


Introdução
        
Você tem nesse livreto uma pequena obra devocional para suas orações quanto à comunhão cristã. É fruto de uma pequena série de exposições bíblicas em Filemon apresentadas em várias igrejas, em diversas ocasiões, visando incentivar o amadurecimento da comunhão em amizade entre os irmãos membros da mesma igreja.
         
     A linguagem é a mais simples e devocional possível, sem deixar de observar o estilo literário e a intenção original de Paulo ao escrever a carta. Aprendemos que uma hermenêutica saudável, associada a um bom tratamento homilético, redundam em edificação para o corpo de Cristo. Exposição bíblica sem edificação é restolho, assim como oratória sem conteúdo.

A Epístola a Filemon nos encanta. Essa pequena epístola paulina tem a capacidade de despertar em nós nossas melhores intenções, orações e sonhos quanto à comunhão cristã e à unidade da igreja de Cristo. Ela reflete a leveza amável de Paulo ao tratar de um problema real de relacionamento dentro de uma igreja local, intensificado por uma questão social gravíssima, que é a escravidão. Os fatores que afligem a comunhão cristã dentro das igrejas locais são mais intensos que a nossa ingenuidade romântica quanto à fé está disposta a admitir. Por outro lado, os fatores que libertam a comunhão cristã dentro das igrejas locais para serem tão eficientes quanto o Senhor deseja são mais ricos e acessíveis que nossas pomposas fortalezas intelectuais ou emocionais estão dispostas a reconhecer!

O que Paulo nos ensina aqui é que é possível vencer todos os obstáculos sociais, intelectuais, espirituais, emocionais e sentimentais que laboram contra o enriquecimento da comunhão cristã. As ferramentas apresentadas por Paulo são simples e são sempre as mesmas: Amor, perdão e bondade, os grandes fundamentos da reconciliação, praticados de forma voluntária.

Espero que essa breve leitura possa despertar você e fazer de você um acordado sonhador, que enxerga a realidade complexa, mas que, tomado de encantamento pela expectativa da obra reconciliadora de Cristo, percebe-o tomando conta de sua igreja, curando relacionamentos feridos, sarando feridas abertas, pacificando corações aflitos, levando sua igreja por veredas tranquilas e águas límpidas. E fazendo isso por meio de você, como um auxiliar atento, participativo e eficiente.


Que Deus nos use para abençoar a sua igreja!

(Introdução do livreto - Uma Comunhão Eficiente, para ser lançado em breve)

Expectativas (Meditação em Atos 1)


®   Atos 1: Expectativas.
Quero convidar aos irmãos para embarcarmos numa caminhada pelo livro de Atos em 2017, visto que esse livro aponta para a nossa vocação de sermos testemunhas vivas de Jesus onde estivermos. Vamos publicar no boletim uma meditação para cada capítulo a fim de aprendermos a olhar para nossas vidas a partir da Palavra de Deus.
Atos é a continuação do Evangelho de Lucas (o primeiro livro), mas também é a continuação da obra de Jesus por meio do Espírito Santo conduzindo sua igreja liderada pelos apóstolos, porque narra “as coisas que Cristo começou a fazer e a ensinar” (v.1).

Expectativas quanto ao que vem
Atos 1 pinta um quadro de expectativas para a igreja quanto ao que virá depois. Cristo está aqui entre nós; não mais morto, mas ressuscitado; não um fantasma, mas alguém que come com os discípulos e os ouve (v.4); não calado, mas falando das coisas concernentes ao reino de Deus (v.3); não oculto, mas aparecendo aos discípulos durante quarenta dias. Ele dizia para que esperassem em Jerusalém o cumprimento da promessa de Joel 2. O Espírito de Deus seria derramado e todos seriam batizados por Cristo com o Espírito Santo. Por isso, olhemos para o ano que vem com a expectativa de quem aguarda e confia na Palavra de Deus. Ela sempre se cumprirá conforme ele diz.

Nossas expectativas precisam ter foco ajustado
O verso 6 é a deixa para Jesus Cristo ajustar o foco das expectativas de seus discípulos. Eles continuavam vendo nele um Messias político, mas o seu reino é diferente. Atos 1.8 é o esboço da obra de Cristo narrada em Atos. Eles receberiam poder para serem testemunhas de Cristo simultaneamente em Jerusalém, Judéia e Samaria, e até aos confins da terra! Para a igreja, testemunhar a Cristo é mais prioritário que qualquer outro projeto. Nada tem sentido para nós se o nome de Cristo não for o primeiro e ele receba todo o louvor e toda a glória por tudo!
O que vai acontecer depois? Cristo foi elevado às alturas até desaparecer da vista dos seus olhos! Precisamos ser alertados de que Deus se fará presente sempre, todos os dias, como prometeu (Mt 28.18-20), mas não como será antes (2 Co 5.14-17). Precisamos estar conscientes de que como ele se foi, também voltará. Diante dos olhos dos seus discípulos foi para o Pai, diante dos olhos dos discípulos voltará da parte do Pai (v.11 – Ap 1.7). Nossas esperanças e expectativas estão focalizadas no que ele fez, faz e fará, pois o nosso socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra, não permitirá que vacilemos e nos guardará por todo caminho (Sl 121).

Nossas expectativas nos levam à preparação.
Entre a ascensão do Senhor e o derramamento do Espírito no dia de Pentecostes há um lapso de tempo de dez dias. Nesse intervalo de tempo a igreja estava em Jerusalém, perseverando unânime em oração. Eles oravam; não para que a promessa se cumprisse, mas porque a promessa iria se cumprir. Mas não somente oravam, preparavam-se. A escolha de Matias (eleição) se deu nesse período. A igreja busca entender, com base no Antigo Testamento, o caso de Judas Iscariotes, e estabelece e usa pela primeira vez o critério da apostolicidade (para ser apóstolo é necessário ser testemunha ocular de Cristo desde o batismo de João até a ascensão de Cristo – v.21,22).

Desde o começo, a expectativa se concentra no final. A finalidade de nossas vidas é estar com Cristo onde ele estiver. Para isso o aguardamos, para isso vivemos nossa história aqui!
Com amor, Pr. Helio.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Meditação em Atos 5 = O Que é meu?


®    Atos 5: O que é meu?

Atos 5 começa em 4.32. Dentro da igreja deve haver desprendimento do materialismo para nos ocuparmos do serviço de Deus e cuidarmos uns dos outros. Essa liberalidade não foi imposta, mas acontecia voluntariamente: “Ninguém considerava exclusivamente sua nenhuma das coisas que possuía” (v.32). A doação de Barnabé é um exemplo disso; O caso de Ananias e Safira é o exemplo do risco que se corre de mentir sobre isso. 

Na vida cristã existirão “entretantos” (v.1) que precisarão receber disciplina; não por causa da obrigatoriedade, mas por causa da hipocrisia mentirosa (v.4). A disciplina é um expediente da vida interna da igreja para manter a pureza de sua consagração. Lucas chama a nossa atenção que pecados não acontecem somente inadvertidamente, pois alguns deles são planejados. Foi o que fez esse casal; planejou mentir e se dar bem quanto ao seu status dentro da igreja. Não pode ser assim. 

Não podemos permitir que se instale no seio da igreja o mesmo tipo de inveja que motiva os inimigos de Deus a agirem contra o evangelho que a igreja prega (v.17). A instrução de Deus é que a igreja persevere na sua tarefa sem arredar o pé (v.20).


Tudo é de Deus e nosso deve ser o arrependimento e a remissão dos pecados pela concessão de Deus em Cristo (v.31). Não podemos agregar qualquer tipo de status possuído ou pretendido à nossa consagração, pois ao fazê-lo podemos perder o rumo da história e sermos encontrados lutando contra Deus (v.39), que é quem realmente governa todas as coisas. Nossa verdadeira alegria é viver e pregar a Cristo sem medo das afrontas ao seu nome (v.42).

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Fechando 2016 - Agradecimento



Fechando o ano de 2016, quero agradecer a todos que visitaram essa página.

Desde 2007 foram 484.881 visitas. Nesse ano foram 50 postagens e 80.142 visitas!

Não é nada se comparado as blogs que recebem milhões de visualizações por ano, mas para mim e para o tipo de serviço que desejo prestar, penso que o Blog tem sido útil de alguma forma para pelo menos algumas pessoas.

Deus use essas publicações para a sua edificação espiritual e crescimento saudável na fé cristã.

Grato a todos e avante em 2017!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

JEREMIAS 31.10-17 = CHORO TRANSFORMADO EM ALEGRIA



TEXTO: JEREMIAS 31.10-17
 TEMA: CHORO TRANSFORMADO EM ALEGRIA!
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Introdução:
O Natal é um momento de alegria, pois Cristo nasceu. Mas, como acontece algumas vezes em algumas comemorações, existem notas tristes e acontecimentos chocantes.
Esse texto ressalta o fato irrefutável de que o nosso Salvador nasceu num mundo governado pela maldade humana, onde infelizmente a corrupção é a regra, e não a exceção!
A referência ao choro de Raquel é a nota triste na narrativa do nascimento do Salvador. O reino parasita de Satanás (linguagem de Van Groningen) se levanta contra o Messias, mas Deus cuida dele e o protege e sempre age um passo à frente de Satanás. O Bebê nascido em Belém não foi retirado dali em cima da hora, tentado se esconder dos soldados como dramaticamente aparece nos filmes. Quando os soldados chegaram lá com suas lanças e espadas, ele não estava mais lá, pois já estava a caminho do Egito (Mt 2.14). A precaução de Herodes em mandar matar todas as crianças de dois anos para baixo na cidade de Belém e arredores, de nada valeu contra a divina providência de Deus.

Contexto:
Uma das dificuldades para a leitura e interpretação de Jeremias é que suas profecias não seguem uma ordem cronológica bem definida e em algumas partes o livro recebe um tratamento mais temático que histórico.
O contexto do capítulo 31 é a grande seção dos capítulos 24-34, que começa com a visão dos cestos de figos bons e ruins. Os figos bons são o remanescente que será levado por Nabucodonosor para o cativeiro por 70 anos (25.11,12); os figos ruins são simbolizam o rei Zedequias e seus oficiais que serão lançados fora (24.8-10).
Essa profecia de Jeremias lhe traz perseguição e ameaças de morte (cap. 26), atrai a ira dos falsos profetas (Hananias – cap. 27).
Jeremias precisa combater a mentira dos profetas que instilam falsas esperanças no coração do povo (cap. 28).
Jeremias escreve uma carta aos que já se encontram no exílio, avisando-os que o exílio está apenas no começo (cap. 29).
No cap.30 Jeremias introduz o tema da esperança para os exilados por algumas razões e promessas de Deus:
1º) Deus manterá a casa a casa davídica (30.8,9,21,22).
2º) Deus manterá o pacto com Israel ativo (31.31-40).
3º) Deus exorta ao remanescente fiel a ter esperança para o futuro (cap. 27,28 e 32).
Por que?
1) Porque o amor de Deus por Israel é duradouro (31.3-6).
2) Porque no meio de suas aflições haverá motivos para alegrar-se em Deus (31.7-14).
3) Porque haverá esperança, mesmo diante do morticínio da invasão babilônica. Deus não deixará Nabucodonosor destruir o seu povo (31.15-22).
         O que virá depois no livro de Jeremias? A promessa da nova Aliança (cap. 33). Essa seção dos capítulo 30 ao 33 é denominada por alguns comentaristas de Livro do Consolo.[1]
Essa é uma profecia dirigida às nações (v.10). Deus proclama às nações que ele controla a história do seu povo e de todos os povos da terra. Mas o que ele diz?

Proposição:
         Ele proclama que castigará a Judá, mas que depois transformará o seu choro em alegria! Olhemos para a sua promessa em três proposições do texto.

I – O SENHOR ESPALHA, O SENHOR AJUNTA (v.10,11):

a)    O Senhor espalhou e congregará.
A invasão babilônica era disciplina de Deus para seu povo. Deus espalhará o seu povo, mas ele mesmo os ajuntará novamente.

b)    O Senhor guardará o seu rebanho.
Mesmo durante o castigo, Deus guardará o seu povo como fez no deserto. Ele é o nosso pastor que guia as nossas vidas por todos os caminhos da vida, até mesmo os mais difíceis de atravessar.
Observe que não guia apenas, mas ele também guarda (Sl 121). Ele protege pelo caminho e do inimigo!

c)    O Senhor redimiu e livrou a Jacó
A salvação não vem da força de nosso braço, mas daquele que nos livra do que é mais forte do que nós.
A verdade mais límpida que temos de ter diante de nossos olhos é que estamos nas mãos de Deus o tempo todo e para tudo, pois ele espalha e ele mesmo ajunta. Ele disciplina e ele mesmo cura! Ele tem o poder para condenar, e condena ao rebelde que não se arrepende; mas também ele salva e perdoa o pecado do arrependido que busca o seu perdão.

II – O SENHOR TORNARÁ O PRANTO EM JÚBILO (v.12-14).

a)    Virão, se alegrarão e nunca mais desfalecerão.
O propósito da disciplina de Deus é nos trazer de volta para ele pelo arrependimento e a fé. Ele não disciplina para nos destruir, mas para nos purificar, a fim de que encontremos somente nele a nossa alegria.

b)    Tornarei seu pranto em júbilo.
O consolo que vem de Deus é divino, não humano. Por isso pode transformar, tornar uma coisa em outra coisa. Ele não muda as tragédias, mas ele muda como as enxergamos e o que podemos aprender com elas. Ele abre os nossos olhos para entendermos os significados das coisas.

c)    Saciados da bondade de Deus.
Deus trouxe Nabucodonosor para disciplinar o seu povo e espoliar a terra. A invasão deixou um rastro de destruição, pilhagem e assassinatos, Todavia, depois da lição aprendida, haveria benção e fartura novamente.

III. O SENHOR É A NOSSA ESPERANÇA PARA O FUTURO (v.15-17)

a) Reprime a tua voz de choro.
®  O lamento de Raquel por seus filhos em Ramá.
Raquel era a esposa de Jacó, avó de Efraim e Manassés (filhos de José) e as duas maiores tribos do reino do norte destruídas pela Assíria em 722 aC. Ela é conhecida como a “Mãe de Israel”. Ramá, por outro lado, era uma cidade do norte de Judá, no território de Benjamim (o filho caçula de Raquel). Quando da separação, a tribo de Benjamim permaneceu fiel a Judá.
Jeremias usa a experiência da deportação de Israel (722 aC) ocorrido 136 anos antes da deportação final de Judá (586 aC) para preparar Judá e tentar consolar o povo e lhe dar esperança.

®   Porque há recompensa para as tuas obras.
Apesar do castigo, Deus jamais despreza o que fazemos para ele!

®  Os teus filhos voltarão da terra do inimigo
Embora houvesse perdas, nem todos os filhos que foram levados permaneceriam longe de seu lar. Muitos dos que foram levados para o cativeiro voltariam para casa. E foi o que ocorreu segundo as narrativas de Esdras e Neemias.

b) Há esperança para o teu futuro
®  Os teus filhos voltarão para os seus territórios.
Eles não só voltariam do cativeiro, mas voltariam para os seus territórios.
Portanto, o foco da mensagem de Jeremias é o consolo e a promessa de esperança. O futuro não é nem negro, muito menos incerto.
Porque Deus espalha e ajunta; entristece, mas também consola; em meio a tristeza e o pranto por causa de perdas, ele traz salvação, renovação e consolo.

Conclusão:
         Todas as grandes comemorações da história são ponteadas por notas tristes. As vitórias nas guerras; as conquistas da vida; os prêmios recebidos. Por detrás deles há muita perda, suor, lágrimas, dor e cansaço. Porém, a alegria da vitória, da conquista, ou até mesmo o ter chegado lá é o foco principal.

Aplicações:
1. Por que Raquel chora?
         “A referência à tristeza materna é seguida por um apelo à esperança. As mães não devem mais chorar! Devem considerar o que Yahveh está fazendo. Ele está preservando o seu povo; o povo retornará do cativeiro depois de experimentar a disciplina.”[2] O ponto principal da passagem é que há esperança para o futuro. O Senhor não se esquecerá de seu pacto e de suas promessas. O sofrimento e a tristeza são necessários.
         O pranto de Raquel, na alusão de Mateus 2.18, é uma conexão entre o passado e o presente na história do povo de Deus, em que, para Deus levar adiante o propósito pactual surtiam circunstancias que traziam angústia e lágrimas assim como aqueles que violaram o pacto, e foram castigados, trouxeram angústia e lágrimas aos seus familiares.[3]
Raquel chora, porque não conhece o que Deus está fazendo, assim como muitas mães e pais choram hoje em dia por não conhecer a Palavra de Deus. E não conhecem porque não leem! Seu sofrimento é aumentado muitas vezes mais pela ignorância do consolo que a verdade de Deus nos trás.

2. Quem conduz a história? Quem conduz a nossa história pessoal?
         Ainda que todos os filmes de Hollywood dizem e insistentemente repetem que nós mesmos fazemos a nossa própria história. Isso não passa de balela, presunção e auto-engano. A verdade límpida das Escrituras é que todos nós vivemos nossas vidas, nossas histórias na presença de Deus e a ele iremos prestar contas de tudo.
As comemorações modernas do Natal podem ofuscar nossos olhos, enganar nossos corações e podem até nos enganar e nós gostarmos disso tudo. Mas não se iluda, o propósito final é fazer você se esquecer de Deus, e depois de estar saturado de todo esse brilho e discursos vazios, ensinar para seus filhos e netos que é isso mesmo, e se esquecer de testemunhar para eles a verdade da história: O Natal existe por causa de Jesus Cristo, de sua cruz e de sua salvação.
Não se iluda. Pois pode ser que você venha a chorar feito Raquel. Não porque os Herodes do mundo vieram bater na sua porta, mas porque seus filhos se tornaram desobedientes a Deus com a sua ajuda! Exatamente como aconteceu com Israel e Judá.

3. A nossa esperança está no futuro, naquele que já veio, e que novamente virá, pois voltará para nós!
         Entretanto, e isso é mais importante. Se você vive pela fé e procura construir sua casa em torno da vida cristã piedosa, todas as notas tristes de sua história receberão o consolo da eternidade, pois Deus é o salvador, o resgatador, aquele que muda a história das pessoas derramando sobre elas essa graça irresistível de seu amor perdoador.
Olhe com fé para o futuro e ensine para os seus filhos e netos a olharem também. Tire os olhos do brilho passageiro dos enfeites, das festas, dos presentes e coloque-o no Filho de Deus, que já veio uma vez (cumprindo as Escrituras) e voltará novamente com poder e glória (cumprindo as Escrituras).

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[1] Bill T. Arnold & Bryan E. Byer. Descobrindo o Antigo Testamento. ECC, p. 393. Gerard Van Gronigen. Revelação Messiânica no Antigo Testamento, ECC, p. 675.
[2] Gerard Van Groningen. Revelação Messiânica no Antigo Testamento, ECC, p.680.
[3] Ibid, p.680.
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