O Bom pastor e seus comentários

O Bom pastor e seus comentários

sexta-feira, 28 de março de 2014

17 = 1 Timóteo 6.11-16 - Instrução ao Homem de Deus


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 Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
17 = 1 Timóteo 6.11-16 – Instrução ao Homem de Deus. 08/01/2014.
Grupo de Estudo do Centro – Agosto a Dezembro/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Adair Batista.
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A Mensagem de1 Timóteo – A Vida na Igreja Local – John R. W. Stott, ABU, p.157-163.
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Introdução:
Paulo aplica a Timóteo o título de “homem de Deus”. No Antigo Testamento foi aplicado a Moisés (Dt 33.1); Samuel (1 Sm 9.6); Davi (Ne 12.24,36); Semaías (1 Rs 12.22); Elias (1 Rs 17.18) Eliseu (2 Rs 4.7) por exemplo. No Novo Testamento a outra única vez em que esse título é usado é aplicado a todo cristão maduro apto e plenamente preparado para toda boa obra (2 Tm 3.17).
Paulo dirige três instruções a Timóteo em forma de apelo:

   1.     Um apelo ético (v.11).
   a)    Buscar seis virtudes.
®   Justiça e Piedade.
®   Fé e amor.
®   Perseverança e mansidão. A primeira é paciência em meio a circunstâncias difíceis; a segunda é paciência perante pessoas difíceis (p.158).

   b)    Aspecto positivo e negativo complementares.
®   Negativamente: Fugir do mal. Fugir de responsabilidades ou problemas é escapismo, mas fugir de um perigo real e do mal é bom senso.
®   Positivamente: Buscar a santidade. Devemos buscar a piedade da mesma forma que buscamos o sucesso! Gastando tempo, recursos e mente nesse projeto.

   2.     Um apelo doutrinário (v.12a).
®   Combater o bom combate da fé.
O combate da fé é a defesa do evangelho. Os falsos mestres s desviaram da fé, mas a igreja fiel se a apega a ela, pois é a verdade (2.4; 3.15; 4.3) e o bom depósito (6.20). A igreja deve lutar pela fé.
A luta é o combate (strateuô, strateia) de um soldado no campo de batalhas.
No que diz respeito à ética devemos fugir do mal e buscar a piedade, no que diz respeito à doutrina devemos evitar o erro e lutar ela verdade!” (p.159).
Todavia, lutar nunca será uma tarefa prazerosa para o verdadeiro servo de Deus, pois uma guerra ou uma batalha sempre será algo triste; todavia, sempre que a verdade for ameaçada por falsos mestres, defendê-la será nossa penosa responsabilidade e necessidade!

   3.     Um apelo por apropriação (v.12b).
A ênfase na vida eterna não está em sua duração, mas na sua qualidade, ela é vida de verdade, plena, completa, integral! Vida eterna é conhecer a Deus e a Cristo (Jo 17.3); é a vida que está por vir, com a chegada do rei.
Timóteo deve se apropriar cada dia mais dessa vida que ele já recebeu quando creu em Cristo e que foi atestada também na sua ordenação ministerial.

   4.     As bases do apelo (v.13-16).
   a)    A presença de Deus.
Deus está presente e todos nós estamos diante dele o tempo todo. Por isso o testemunho de Timóteo e o nosso deve ser mantido imaculado e irrepreensível.

   b)    A vinda de Cristo.
Isso deve ocorrer até à manifestação de Cristo, ou seja, sua volta. Ela se cumprirá no tempo devido de acordo com o cronograma de Deus e não o nosso.
Há quatro verdades sobre o poder soberano de Deus:
   1.     Deus é invencível; não está ao alcance de nenhuma interferência humana.
   2.     Deus é imortal; não sujeito a mudanças temporais ou pela degradação da idade.
   3.     Deus é inalcançável; está além do alcance de pecadores e do pecado.
   4.     Deus é invisível; inacessível a qualquer tipo de percepção humana.

Aplicações:
   1.     Nosso desafio mais sério e guardar imaculado o nosso testemunho: Cuidar da doutrina e de nós mesmos.

   2.     Devemos buscar a piedade com a mesma força que buscamos sucesso nessa vida

   3.     Devemos depositar nossa confiança no poder soberano de Deus. Ele fará o que prometeu.


   Obs: Infelizmente não será possível publicar as exposições 14, 15 e 16 por enquanto.

13 = 1 Timóteo 5.17-25 - Como Devem Ser Tratados os Presbíteros da Igreja


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Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Agosto a Dezembro/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Adair Batista.
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13 = 1 Timóteo 5.17-25 – Como Devem Ser Tratados 
os Presbíteros. 20/11/2013.
A Mensagem de1 Timóteo – A Vida na Igreja Local – John R. W. Stott, ABU, p.137-144.
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Introdução:
Paulo instrui Timóteo sobre como devem ser tratados os presbíteros em três áreas: Remuneração, disciplina e consagração:

   1.     Apreciação (v.17,18).
a)    Dignos de dupla honra.
Os bons presbíteros são dignos tanto de respeito quanto de remuneração.

b)    “Especialmente”.
O verso 17 é a base da distinção as igrejas reformadas entre “presbíteros docentes” e “presbíteros regentes”. No entanto, é preciso reconhecer, que embora útil, essa diferenciação é um tanto artificial. Todavia aponta para o fato de que, já no tempo de Paulo uma dedicação mais especifica ao ministério da palavra por parte de alguns presbíteros já acontecia.
A ênfase de Paulo está no fato de que a pregação e o ensino não são tarefas fáceis e nem simples.
Um bom trabalho tem de ser apreciado e uma boa forma de fazê-lo é remunerando dignamente os pastores fiéis e dedicados à palavra.

   2.     Justiça (v.19,20).
   a)    Quando um presbítero for acusado de alguma coisa.
   ®   A acusação contra um presbítero só pode ser aceita se apoiada por duas ou três testemunhas no mínimo.
   ®   Esse número básico não é para que uma acusação seja levada adiante, mas pra que ela seja aceita.
   ®   Os inimigos do evangelho se vingam muitas vezes nos pastores. Uma campanha baseada em boatos pode arruinar o ministério de um homem fiel.

   b)    Quando um presbítero for culpado de algum delito.
   ®   Devem ser repreendidos publicamente os que vivem no pecado.
   ®   O objetivo da repreensão pública é produzir temor na igreja.
   ®   Uma regra segura é tratar em particular os pecados que não são públicos. Não é correto nem necessário tornar público o que é privado antes de se esgotar todas as possibilidades de resolução do caso.
   ®   O líderes não podem dar atenção a acusações frívolas, mas também não devem deixar de levar a sério as situações de problemas graves. Na área da disciplina precisamos ser escrupulosamente justos.
   
   3.     Imparcialidade (v.21)
a)    Nada feito com parcialidade.
Ser parcial é agir por pré-julgamento.

b)    Nada feito com favoritismo.
O favoritismo é um dos principais pecados da liderança que denigrem a confiança o rebanho.

   4.     Cautela (v.22,23)

   a)    Não impor precipitadamente as mãos sobre alguém.
A imposição de mãos tanto destaca quanto comissiona as pessoas por quem oramos. A imposição aludida aqui é a imposição para ordenação ministerial e não a imposição sobre enfermos.

   b)    Uma referência à ordenação ministerial.
A melhor maneira de evitar escândalos no ministério é zelar diligentemente pelos aprovados para a ordenação.

5) Discernimento.
   a)    As pessoas nem sempre se revelam de imediato.
   ®   É preciso tempo para avaliações mais precisas.
   ®   Quem tem uma personalidade atraente geralmente esconde fraquezas.
   ®   Quem apresenta dificuldades aparentes, têm pontos fortes escondidos.

Aplicações:

   1.     Sempre que esses princípios forem observados, erros serão evitados.

   2. Embora a igreja não remunere hoje os seus presbíteros regentes (presbiterianos) isso não diminui o fato de que tantos os pastores (presbiteros docentes) quantos os presbiteros regentes sejam dignos de honra por parte da igreja. Paulo fala de tratá-los com amor em máxima consideração em 1 Tessalonicenses 5.12,13.

sexta-feira, 21 de março de 2014

12 = 1 Timóteo 5.3-16 - O Cuidado Com as Viúvas da Igreja


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Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
12 = 1 Timóteo 5.3-16 – O Cuidado Com as Viúvas da Igreja.         13/11/2013.
Grupo de Estudo do Centro – Agosto a Dezembro/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Adair Batista.
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A Mensagem de1 Timóteo – A Vida na Igreja Local – John R. W. Stott, ABU, p.128-136.
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Introdução:
As escrituras têm muito a dizer sobre as viúvas. Ao lado dos órfãos e dos estrangeiros, são valorizadas pelo que são em si mesmas. E são dignas dede uma especial honra, proteção e cuidado. Em toda a Bíblia é pedido para elas justiça e amor, sedo Deus apresentado como o seu principal defensor (Sl 68.5).

   1.     viúvas a ser sustentadas (v.3-8).
a)    Devem ser tratadas adequadamente.
Deviam ser honradas, o que inclui provisões matérias.

b)    A primeira obrigação do cuidado das viúvas era de seus familiares.
Dois motivos: Ambos baseados no quarto mandamento (Honrar pai e mãe).
   ®   Um modo de retribuir todo o bem recebido dos pais.
   ®   É um ato que agrada a Deus.

c)     Para ser assistida deveria ser desamparada e piedosa.
Uma condição é material e a outra é espiritual.

   2.     Viúvas a ser arroladas (v.9-16).

   a)    Razões para o cuidado das viúvas.
Há quatro razões nesse capítulo para que os familiares cuidem de seus pais idosos:
   ®   Retribuir a nossos pais (v.4).
   ®   Isso grada a Deus (v.4).
   ®   Expressa a fé, não a nega (v.8).
   ®   Alivia a igreja de uma carga desnecessária (v.16).
A igreja deveria cuidar somente das viúvas que não tivessem parentes vivos! A lista mencionada no verso 9 trata-se das viúvas que pudessem prestar serviços à igreja.

   b)    As condições para a inscrição eram:
   ®   Idade = mais de 60 anos.
   ®   Fidelidade conjugal durante a vida do esposo.
   ®   Reputação de boas obras.
   (1)  Criar filhos. (2) Ser hospitaleira. (3) Lavar os pés aos santos. (4) Socorrer os atribulados.
   ®   Ter tomado a decisão de permanecer viúva.

   c)     Deviam receber oportunidades de serviço.
Por que as viúvas mais jovens não poderiam constar na lista?
1º) Poderiam desejar casar-se novamente.
2º) Era incerto se poderiam desempenhar com responsabilidade o serviço solicitado.

Aplicações:
Dois princípios para a assistência social da Igreja:
   1.     O princípio da discriminação.
Deve ser restrita a quem realmente precisa!
   2.     O princípio da dignidade.

A ajuda não pode rebaixar as pessoas, mas dignificá-las por meio de oportunidades de serviço a outros.
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