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Levítico 23.1,2,4-8 = A Celebração da Páscoa

A Celebração da Páscoa (Levítico 23.1,2,4-8) De acordo com Levítico 23.1,2, (1) As Festas do Senhor são fixas; ou seja, as datas são estabelecidas por Ele mesmo. Marcam eventos e reuniões solenes convocadas pelo próprio Deus. (2) As Festas do Senhor são santas convocações proclamadas pelo próprio Deus ao seu povo. (3) As Festas do Senhor pertencem a Ele! Cumprem os seus propósitos e não os dos homens. A Páscoa aponta para o sacrifício de Cristo e sua ressurreição. Paulo liga os eventos da Páscoa diretamente à nossa justificação em Romanos 4.25: Cristo foi entregue por causa de nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação. Na Páscoa celebrava-se a libertação da escravidão do Egito. Agora celebramos a libertação do jugo de nossos pecados. Uma libertação que não é meramente política, mas espiritual e eterna. Não somos livres da opressão de regimes pecaminosos, mas da condenação dos próprios pecados! O foco da Páscoa não é a sexta-feira santa da pai...

Levítico 23.1-8 = O Sábado e a Páscoa

Introdução: “ A vida cristã não é fome e nem funeral, ela é uma festa ” (Warren Wirsbe). [1] Por isso Deus instituiu uma forma ao mesmo tempo alegre e solene para celebrarmos as manifestações de sua graça em nossas vidas. Contexto:          O capítulo 23 de Levítico estabelece as três festas judaicas mais importantes, das quais duas delas, o cristianismo participa: A Páscoa e o Pentecostes. As festas sagradas e as épocas determinadas são assim estabelecidas: 1. O sábado (23.3). 2. A Páscoa (23.4,5). 3. A Festa dos Pães Asmos (23.6-8). 4. As Primícias (23.9-14). 5. O Pentecostes (23.15-22). 6. O Toque das Trombetas (23.23-25). 7. O Dia da Expiação (23.26-32). 8. A Festa dos Tabernáculos (23.33-44). 9. O Ano Sabático (cap. 25.1-7). 10. O Ano do Jubileu (cap. 25.8-34).                     Seu objetivo era triplo: 1º) Fazer Israel lembrar do...

O Culto Que Agrada a Deus Segundo o Livro de Levítico (Levítico 9).

Como podemos oferecer a Deus um culto que o agrade realmente, e demonstre nossa sincera gratidão por sua obra de salvação na nossa vida? Durante toda a história da Igreja essa questão foi tratada, hora com mais hora com menos reverência. Um período em que a polêmica da forma do culto se tornou crucial foi na controvérsia do puritanismo com a igreja anglicana inglesa, no século XVII. O Princípio Regulador do culto foi desenvolvido pelos puritanos ingleses e escoceses em oposição ao chamado Princípio Normativo defendido pelos anglicanos ingleses. O Princípio Normativo defendia que o que não for diretamente proibido nas Escrituras é permitido no culto. O Princípio Regulador estabelecia que o que não for diretamente ensinado nas Escrituras ou necessariamente inferido de seu ensino, é proibido no culto, ou melhor, só é permitido no culto aquilo que tiver real fundamentação bíblica, que é expressamente ordenado nas Escrituras ou dela depreendido (Dt 4.1,2; 12.32 (texto áureo); Mc7.6-13; C...