O Bom pastor e seus comentários

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sábado, 10 de julho de 2010

Posso Ajudar? (Filipenses 4.1-8)



Hélio O. Silva = 07/07/2010.
Pastoral: Posso Ajudar? (Filipenses 4.1-8)

“_Posso ajudar?” Essa frase estava escrita no jaleco de um funcionário de um grande supermercado de nossa cidade. Visa estabelecer a comunicação, facilitar uma busca e encaminhar a resolução de uma dificuldade.
Essa frase está faltando no nosso vocabulário cristão, especialmente quando somos envolvidos em dificuldades ou conflitos entre pessoas queridas. Não raras vezes nossa participação parece mais à de um aliado do que à de um auxiliar, um ajudador.
Um auxiliar deve ajudar a encontrar (ou reencontrar) a alegria no Senhor (v.4); moderação nas palavras (v.5), diminuição da ansiedade pelo estímulo à oração (v.6), o encontro da paz em Deus (v.7) e o preenchimento da mente com atitudes virtuosas e coerentes com o caráter cristão (v.8).
Pensemos um pouco nas implicações da proposta de Paulo no texto mencionado acima:
(1) Ajudamos quando auxiliamos as pessoas a focalizar o esforço conjunto. Nenhum problema é resolvido sem o esforço das duas partes. Ajudar não é “por panos quentes”, nem pedir para “não ligar”, ou ainda, “deixar que o tempo apague e cure tudo”. Tampouco é ajuda incendiar o problema promovendo ressentimentos. Ajudamos mostrando o lado positivo da reconciliação. Muito mais que um ato de humilhação é um ato de restauração do que foi perdido e agora achado de novo pelo perdão cristão. Ajudamos quando trazemos à memória os bons momentos que criaram a amizade da comunhão, não o desentendimento, porque o pecado morre diante do oferecimento e da recepção do perdão.
(2) Ajudamos quando focalizamos a herança cristã comum. Aqueles que cooperam na obra do Evangelho têm os seus nomes escritos no livro da vida. O verdadeiro motivo da alegria cristã é sermos salvos juntamente em Cristo. Isso deve ser dito e repetido constantemente entre nós “sempre” (v.4). A alegria da cooperação é maior e melhor que a indiferença da separação, porque o seu fruto é gracioso e eterno.
(3) Ajudamos quando evitamos oferecer auxílios que não auxiliam, porque algumas atitudes podem ser mais doentias que curativas, como as seguintes:
1. Omissão. Deixar para lá e dizer que cada um resolva seus próprios problemas nem sempre é uma atitude cristã, mas é omissão de socorro. Podemos preferir a inoperância à benção de ajudar na restauração, contudo, que edificação há nisso?
2. Partidarismo. Tomar partido não é ajudar, é aumentar o fogo da fogueira do problema. Auxiliar é diferente de aliar-se. Quem se alia pega nas armas e se alimenta da mágoa. Quem auxilia abranda o furor, aplaca a ira e cura a alma.
3. Dissimulação, ou seja, tentar ocultar ou disfarçar a importância do problema, tampar o sol com a peneira. A bajulação não é amizade, é pecado! Quantas vezes incentivamos nos outros os sentimentos doloridos e não curados que são nossos. Deus nos chama à sua paz. Ela ultrapassa o entendimento e guarda corações. Isso não é muito melhor?
4. Traição. Judas traiu Jesus com um beijo. Não se pode brincar com a confiança alheia. Os traidores calam quando têm de falar e falam quando têm de calar. Quantas vezes nos apresentamos como auxiliadores no desejo único de saber das coisas primeiro, e depois contar para os outros primeiro!? A moderação é um ingrediente protetor porque “perto está o Senhor”.
A reconciliação é um dos principais agentes da comunhão. Não querer conversar revela dureza de coração. Somos cristãos por causa do perdão. Somos cristãos para aprender a praticar o perdão! Lembre-se de que para auxiliar com eficácia precisamos conhecer e saber medir os limites da nossa própria confiabilidade. Ao pedir a uma pessoa específica para ajudar, Paulo levantou a questão: Quem é o mais útil? Ele pediu a um que pudesse chamar de “fiel companheiro de jugo”. Deus nos faça ser assim...
Com amor, Pr. Hélio.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tantas Vezes...


Hélio O. Silva
26/06/2010. Tantas Vezes...

Eu caí tantas, tantas vezes; tropeçando meus pés nas areias quentes dos desertos de minha alma que não quis te escutar. 
Eu sujei meus pés na lama mal cheirosa daquele pecado que não quis confessar, ou que, confessando, não quis abandonar. 
Eu me perdi nos caminhos confusos do labirinto escuro e alto que construí ao redor de mim, apalpando paredes lodosas de coisas antigas; de sentimentos antigos e de mágoas antigas, que nem sei...
Mas o Senhor me amou mesmo assim; sem eu saber por quê. Foram tantas vezes, tantas vezes...

Eu fugi de tantas guerras e declarei outras tantas que não eram para mim. 
Brandi uma espada trincada nas trevas de um coração confuso e cego, golpeando a luz reluzente ao redor de mim o tempo todo! 
Construí sonhos sem fim à luz tremulante de uma única vela. 
Mas eram canções cantadas no interior de uma caverna, onde só o eco respondia informe gritando para eu parar. 
Foram tantas, tantas vezes... Como eu poderia quebrar meus grilhões de ferro? Como eu poderia?!
Mas o Senhor me amou mesmo assim; apertando dentro do peito o meu coração, sem me deixar respirar; sem me deixar afastar. 
Foram tantas, tantas vezes...

Eu perdi minhas lágrimas secas pelas madrugadas solitárias, chorando por detrás de portas trancadas e sem chave que as abrisse.
Ouvindo a música triste de uma flauta doce e suave, embalada por uma voz distante chamando meu nome sem parar. 
Foram tantas, tantas, tantas vezes...
Mas o Senhor me amou mesmo assim, aproximando-se e olhando atentamente para mim. Libertando-me e trazendo-me para dentro de sua casa acolhedora. 
Foram tantas vezes...

Eu contei as horas e marquei os dias até desistir de fugir e também de fingir. 
Eu terminei o discurso do Filho pródigo, que não recitei, porque o Senhor que me amava me segurou na sua mão direita; levantando-me, elevando-me acima do que eu podia ser e subir sozinho. 
Ele me trouxe de volta para recomeçar tantas, tantas vezes...

Apocalipse 2.1-7 = De Volta ao Primeiro Amor


Texto: Apocalipse 2.1-7 (18/09/1999).
Tema: DE VOLTA AO PRIMEIRO AMOR.

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Introdução:

Se não alimentarmos a nossa fé e o nosso amor eles arrefecerão com o tempo. Corremos o risco de durante nossa caminhada cristã esfriarmos de maneira que nosso coração se tornará insensível ao amor de Deus e ao próximo.
A Insensibilização do coração pode ser um processo lento e gradual, que demore muitos anos e acontece quase sem ser notado. Pode atingir pessoas individualmente dentro de uma igreja, mas pode também infectar uma igreja inteira. Isso aconteceu com a igreja de Éfeso.

Contexto:
Éfeso era a principal cidade da Ásia, com um porto comercial ativo.
Também era um centro religioso importante. Ali estava edificado o grande templo à deusa Diana (Ártemis), que era uma das sete maravilhas do mundo antigo. Também era um centro de práticas supersticiosas, conhecida no mundo por suas artes mágicas (At 19.19). O impacto do Evangelho ali fez com que os novos convertidos queimassem seus livros de artes mágicas.
A Igreja de Éfeso era a mais importante da província da Ásia.
 Fundada por Priscila e Áqüila.
 Pastoreada, no decorrer dos anos, por Paulo, Timóteo, o próprio João e Onésimo.
 Tornou-se um centro de formação de liderança. A Escola de Tirano, onde Paulo ensinou por dois anos foi um grande seminário de onde saíram os pastores fundadores de várias igrejas no interior da Ásia (Epafras – Colossos); quem sabe Antipas, morto em Pérgamo não tenha sido formado em Éfeso com Paulo? É possível que Papias, bispo de Hierápolis, possa ter sido um desses também (?). Provavelmente as sete Igrejas tenham sua base de fundação no ministério missionário de Éfeso.
 Um centro de defesa da doutrina – Foram oponentes firmes aos Nicolaítas (2.6,15).
 Uma das 5 Igrejas mais importantes da Igreja Primitiva (Jerusalém, Antioquia, Éfeso, Roma e Constantinopla).

À época em que João escreve o Apocalipse, esta Igreja já conta com 40 anos de fundação. Portanto já era uma Igreja bastante amadurecida e experiente.
Ao olharmos para o texto e seu pano de fundo, uma pergunta nos incomoda: Como uma Igreja tão bem assistida, tão madura e experiente, havia se tornado tão mecânica e fria a ponto de entristecer o seu Senhor?
O veredicto lançado por Deus é que ela abandonou o seu primeiro amor (afhkej = indicativo aoristo ativo – uma postura definitiva), iniciando um processo de afastamento contínuo.
Todos sabemos que o primeiro amor é o amor apaixonado. Eles amavam a Jesus sim, porém, não mais como nos primeiros anos de sua fé.
Ao avaliarmos a experiência de Éfeso e de muitas igrejas que chegam à maturidade perdendo o seu vigor inicial, concluímos que são igrejas que precisam de reavivamento.

Proposição:
O que nós podemos fazer para mantermos vivo o nosso primeiro amor, ou recuperá-lo se já o tivermos perdido?

I. RECONHECER A REALIDADE DA PRESENÇA E DA MANIFESTAÇÃO DE CRISTO v. 1:

a) Cristo tem a sua Igreja na mão direita.
 Ele pagou o preço de seu sangue por ela. Ele fez isso por amor, e sempre a amará e dela cuidará.
 O sustento de Cristo é a nossa segurança. Ninguém pode arrebatar-nos de suas mãos. Ninguém pode tirar as ovelhas de suas mãos (Jo 10.28).
Ilustração: Quando éramos pequenos meu pai colocava uma moeda na mão e mandava a gente tomar dele. Depois de muitas tentativas resolvíamos agir em conjunto; alguns seguravam uma mão, outros a outra, e o resto tentavam abrir a sua mão. Era então que ele levantava a mão e não podíamos alcançar mais, pois ficava muito alto para nós. É assim que Deus faz.

b) Cristo anda no meio dos candeeiros.
Os candeeiros são as Igrejas, logo, o que Cristo diz para Éfeso, vale para todas as demais. O que vale para a 1ª I. P. de Goiânia vale também para a I.P. da Cidade Livre (Aparecida de Goiânia-GO) e para qualquer igreja de sua cidade.
Esse andar de Jesus Cristo entre os candeeiros reflete pelo menos duas verdades: Conforto e advertência.

1. Conforto:
Ele está conosco, bem perto de nós, como prometeu.
 Ele é real – está mesmo aqui, mesmo sendo invisível aos olhos.
 Ele se manifesta e se expressa às suas Igrejas. Não está inerte ou calado.

2. Advertência:
Sua presença é protetora e também vigilante.
 Não se pode brincar com as Igrejas. Não se pode brincar de ser membro da Igreja.
 Ele quer melhorar a chama das Igrejas. Com o tempo, os pavios dos candeeiros se consomem e diminui a sua chama. A sujeira do desgaste se acumula e é preciso limpar o pavio.
Quando a chama começa a esmorecer, Cristo se aproxima para reacendê-la. A percepção da presença de Cristo fortalece a fé e revigora a chama e o trabalho.

II. NÃO PERMITIR QUE AS DIFICULDADES DO TRABALHO CRISTÃO ESFRIEM O NOSSO AMOR, TRANSFORMANDO-O EM MERO FORMALISMO v.2-4:

a) O que Cristo elogia na sua Igreja.
1. Conheço as tuas obras (erga).
Éfeso era uma Igreja trabalhadora. Havia um ministério ativo e com resultados a apresentar.

2. O teu labor.
Kopon (Kopon) fala do cansaço do trabalho. Uma Igreja que trabalhava mesmo cansada!

3. A tua perseverança.
Labor e perseverança estão relacionados às obras como qualificadores delas.
Eles eram firmes. Suportaram durante anos provas de muita pressão e oposição ao Evangelho e não esmoreceram. O texto deixa claro que lutavam arduamente contra o ensino errado e essa luta era a fonte de suas provas e também da sua perseverança (v.3,6).

4. Não podes suportar homens maus.
Eles se preocupavam seriamente com a conduta e o testemunho da Igreja.
Tg 3.8 usa essa palavra (kakoj) aplicada ao mal uso da língua (mal incontido).
Ali não havia lugar para as fofocas e mexericos.

5. Puseste à prova os que a si mesmo se declaram apóstolos ... e os achaste mentirosos.
Eles zelavam pela doutrina correta. No v.6, Jesus aprova seu ódio pelos nicolaítas, que também eram problemas em Pérgamo. Provavelmente se tratava de uma doutrina que envolvesse padrões morais mais liberais. A Igreja os derrotou. Pérgamo não teve o mesmo sucesso e foi repreendida.

Todas essas lutas de Éfeso fizeram esfriar o seu amor. A Igreja se cansava em todas essas lutas e isso fazia com seu culto e fé cristã se tornasse mais frio e seco, mecânico e formal.

b) O que Cristo reclama de sua Igreja?
A única reclamação de Jesus não tem nada a ver com a doutrina, o zelo, as programações e as lutas de sua Igreja. Ela tem a ver com a sua motivação. A Igreja abandonou o seu primeiro amor. Quando se perde o primeiro amor, logo se perderá também o segundo, depois, o terceiro e até que ele não apareça mais.
Por isso Cristo se coloca contra a sua Igreja, nem tudo que fazemos, só por ser para a Igreja, agrada a Deus. Deus não quer que simplesmente façamos a sua obra, mas que a façamos com amor por Ele.
 Não é só zelar da do templo e dependências, mas é fazê-lo com amor.
 Não é só liderar a Mocidade, mas é fazê-lo com amor.
 Não é só preparar uma exposição bíblica, mas é fazê-lo com amor.
 Não é só almejar e presbiterato ou diaconato da Igreja, mas é fazê-lo com amor.
Nós todos sabemos que os resultados são drasticamente diferentes!
Deus não reclama das atividades da Igreja, Deus reclama da motivação, pois quando o amor esfria, fazemos por fazermos ou fazemos mecanicamente. Achamos que o que fizemos já o suficiente.
O que significa perder o primeiro amor? Significa perder a alegria de ser crente!
Cinco Testes Para Saber Se Perdemos o Primeiro Amor:

1º. Quando a obra do Senhor se tornou enfadonha.
Servir a Deus deixa de ser motivo de alegria para ser motivo de cansaço (reclamações, má vontade, desinteresse etc ...).
Ilustração: Jacó trabalhou 7 anos por Raquel. Gn 29.20 diz que aqueles 7 anos foram como que poucos dias “pelo muito que a amava”.
Numa Igreja avivada, o culto tem hora para começar e não tem hora para acabar. Numa Igreja que perdeu o seu primeiro amor, o culto não tem hora para começar, mas tem para acabar. As pessoas chegam atrasadas e querem ir embora logo, para assistir televisão ou outra coisa.

2º. Quando a Oração deixa de ser fervorosa.
Fervor não é:
 Rezas.
 Barulho.
 Número.
Fervor tem mais a ver com aquilo escrito no salmo 42.2: “A minha alma tem sede de Deus, quando me verei perante a sua face?”
Tiago 5 aponta para o fato de que quando Elias orava, algo acontecia lá no céu. Elias era um homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos desejos.
Ilustração: - George Müller: “Quando ele ora, o céu fica em silêncio”.
- Na Coréia do Sul: As reuniões de oração são sempre superlotadas às 4, 5 e 6 horas da manhã, faça frio, chuva ou neve.

3º. Quando a Palavra de Deus não se torna um veículo da voz viva de Deus.
Ilustração: Avivamento no oeste da Romênia
- Eles enfrentam o frio e a oposição política para ouvir a pregação do Evangelho.
- As Igrejas são pequenas, mas superlotadas.
- Eles decoram textos e livros inteiros das escrituras.
João 14.21 diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama”.
As pessoas estão abandonando o culto de ensino da Palavra e buscando uma imitação do show do Sílvio Santos nas Igrejas. Se o sermão for um pouco mais longo do que a nossa expectativa requer, coitado do pregador!
O que é a primeira coisa que você conversa com os irmãos ao sair do templo. Não é o sermão que acabou de ouvir, eu tenho certeza!

4º. Quando não queremos compartilhar o Evangelho com os outros.
Em Atos 8, lemos que os discípulos saíam de cidade em cidade e “fofocavam” a Palavra por todos os lados.
Qual foi a última vez que compartilhou de Jesus Cristo com alguém? Você se lembra?

5º. Quando queremos ficar acompanhando e seguindo a Jesus Cristo de longe.
Em Jeremias 2 Deus reclama de Israel.
• 2.2 – Eles o seguiam no deserto.
• 2.3 – Eles eram consagrados.
• 2.5 – De mim se afastaram.
• 2.17 – Deixaram o Senhor...
• Jr 22 – Seguem a Deus de longe.
• Jr 23.23 – “Acaso sou Deus apenas de perto?”
Seguir de longe foi a atitude de alguns dos discípulos na noite da traição de Cristo. Seguir de longe significa ficar no anonimato. Saber de tudo e não Ter de participar comprometidamente de nada.
As Igrejas vão deixando seu amor esfriar dia a dia, pouco a pouco e nem se percebem disso.

III. ARREPENDER-SE E VOLTAR ÀS PRIMEIRAS OBRAS v. 5,6:


São três princípios claros:
1º. Lembrar-se de onde caiu.
2º. Arrepender-se.
3º. Voltar a praticar as primeiras obras.
O primeiro amor pode ser recuperado, se o nosso orgulho tolo de nunca aceitar que erramos, e que não nos deixa voltar, for quebrado pelo arrependimento. Muitas vezes, nós até olhamos para trás, mas tornamos a engolir seco nossas amarguras e mágoas e o pecado permanece intocado e entocado! Assim, o amor esfriará mais e mais!

 Lembra!
O que foi que te afastou de Deus e esfriou o seu amor pela Igreja. Que fez com que perdesse o ânimo de trabalhar para Jesus!?
 Foi um pecado.
 Um casamento destruído pelo divórcio.
 Uma decepção com a liderança.
 Uma cobiça não controlada.
 Um namoro promíscuo.
 A lascívia do coração.
 A inveja do novo convertido.
Responda isso para Deus, onde foi que você caiu?!

 Arrependa-se!
Deixa a tristeza de Deus que não produz pesar (II Co 7.10) invadir o seu coração. Deixa Ele te enternecer por dentro e lavar a sua alma!

 Volta!
Volta a ser como era antes, nos dias da sua conversão a Cristo. Tome uma decisão que vai modificar sua vida e reaquecer sua fé e seu amor por Deus, fazendo brilhar nitidamente a sua luz!
As primeiras obras são obras expontâneas, voluntárias; aquelas que você faz por amor.
Ilustração: Quando é que as esposas descobrem que seus maridos não as amam mais? Isso acontece mesmo antes ou quando não há adultério. É quando seus maridos passam a fazer tudo de forma mecânica, empurrados por elas.
O amor é o centro da motivação.

Conclusão: v.6 e 7:
Se não nos arrependermos, Deus removerá o candeeiro. A Igreja fechará as portas.
Ilustração: A Igreja Presbiteriana de Waldelândia.
 Um templo para 200 pessoas, com uma torre vista de longe.
 As pessoas começaram a se mudar de lá.
 Em 1984, a Igreja de Rubiataba, não tendo condições de manter o trabalho, vendeu para a Ig. Assembléia de Deus, que vendeu para uma cerealista, que vendeu para a Igreja Católica.
 No dia 21/11/95, o templo foi reconsagrado a São Sebastião e várias imagens foram colocadas lá dentro.
 Muitos membros mais antigos da I.P. de Rubiataba choraram ao saber disso.
 Quisemos reabrir o trabalho lá em 1995. Havia duas famílias que ainda moravam lá. No dia do culto de reinicio dos cultos, a irmã nos comunicou que estava se mudando de lá. Cancelamos definitivamente o projeto. O candeeiro havia sido retirado!!!

Por outro lado, se vencermos essa dura prova, essa luta! O vencedor irá se alimentar da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.
Em 22.14, essa é uma das 7 bem-aventuranças. Vamos poder comer da árvore que Adão não pode comer logo após Ter pecado. Quem vencer vai participar do reino de Deus. Amém!
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