O Bom pastor e seus comentários

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terça-feira, 25 de junho de 2013

9ª Conferência Missionária: Povos Indígenas do Brasil - a Terceira Onda


Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Projeto: 9ª Conferência Missionária 2013
Povos Indígenas: A Terceira Onda

Data: 16 a 18 de Agosto de 2013 (Sábado a Domingo).

Tema: Povos Indígenas do Brasil: A Terceira Onda.

Justificativa:
O movimento evangélico entre os indígenas brasileiros passa por um notável avivamento. Sua liderança tem se tornado amadurecida e atuante mesmo diante das pressões impetradas pelos agentes governamentais e ONGs contrárias ao movimento missionário entre os povos indígenas. Há uma necessidade e chamado para que mais 500 missionários sejam enviados para os campos indígenas brasileiros.

Alvos:
®    Firmar parceria com mais um missionário da APMT entre indígenas (PIPG).
®    Promover a troca de informações entre os conselhos missionários de Goiânia e região.
®    Aumentar o número de igrejas da IPB comprometidas com missões transculturais indígenas através da APMT.

Preletores:
®    Cacique Rev. Henrique Terena – CONPLEI/Mato Grosso. (O Desafio Indígena Brasileiro).
®    Rev. Norval Oliveira da Silva APMT/Pará (O Papel da Tradução da Bíblia na Evangelização Indígena).
®    Rev. Marcos Agripino – APMT/São Paulo (O Desafio Missionário da IPB Através da APMT/Estratégias da IPB Frente ao Desafio Indígena Brasileiro).

Agências Missionárias Convidadas:
®    APMT = confirmada
®    JMN da IPB =
®    Missão Vida =
®    Jovens Livres =
®    Gideões Internacionais =
®    Asas de Socorro = confirmada
®    Novas Tribos do Brasil =
®    AMTB =
®    SAMMAAR (Rubiataba) = 
   - SIL = Confirmada.

Informações sobre participação:
ü  Montagem de um stand na quadra do IPE no final de semana da conferência. O stand deve ser montado na sexta-feira dia 16/08 a partir das 16h. e desmontado até as 23h do dia 18/08.
ü  Hospedagem e alimentação do representante por conta da Agência Missionária. Não será cobrada a taxa de inscrição dos representantes das Agências.
ü  Veiculação de um vídeo de até 3 minutos sobre a Agência antes dos períodos de culto conforme cronograma da direção do evento.
ü  Algumas Agências foram previamente selecionadas conforme programa anexo para uma breve apresentação do trabalho e intercessão no período das plenárias da Conferência.
ü  Maiores informações: Rev. Helio O. Silva (revhelio@gmail.com / 62-3213-3320).

Livrarias:
®    Livraria da Fé Reformada (PIPG).
®    Editora Descoberta (Publica na área de Missões Transculturais) = aguardando resposta.

1º Encontro de Conselhos Missionários de Goiânia (17/08/2013) às 15 horas.
®    Conselho Missionário da I. P. Nacional de Brasília (convidado).
®    Conselhos Missionários de Goiânia e região.

Taxa de Inscrição: R$ 30,00.  (reduzimos para R$ 20,00). Visa o levantamento de fundos para pagamento de passagens aéreas + hospedagem dos preletores + divulgação.

Vagas: 300. O templo da PIPG tem capacidade para 660 pessoas.

INTERNET: As plenárias serão transmitidas ao vivo pelo website da PIPG.

PROGRAMA:


SEXTA
SÁBADO
DOMINGO
Manhã



8:30

P2:
Rev. Marcos Agripino.
Estratégias da IPB Frente ao Desafio Indígena Brasileiro

Apresentação: JMN
P6:
Rev. Norval Oliveira
O Papel da Tradução
da Bíblia na Evangelização Indígena

Apresentação: Gideões

9:30


Stands e Livrarias

Stands e Livrarias


10:00

P3:
Rev. Norval Oliveira
O Papel da Tradução
da Bíblia na Evangelização Indígena
P7:
Cac. Rev. Henrique Terena
O Desafio Indígena Brasileiro





Tarde
15:00

Recepção

1º Encontro de Conselhos Missionários de Goiânia


Workshops e
Stands das
Agências Missionárias




Noite



19:30
 Culto de Abertura
P1:
Rev. Marcos Agripino
O Desafio Missionário da IPB Através da APMT

Apresentação: APMT
P4:
Rev. Norval Oliveira
O Papel da Tradução
da Bíblia na Evangelização Indígena

Apresentação: Novas Tribos
P:8
Cac. Rev. Henrique Terena
O Desafio Indígena Brasileiro
Apresentação:
AMTB

20:30
Stands e Livrarias
Stands e Livrarias
Até 2015...


21:00

P:5:
Cac. Rev. Henrique Terena
O Desafio Indígena Brasileiro
Um Desafio Chamado Brasil!



Goiânia-GO, 11 de Setembro de 2012.

Rev. Hélio de Oliveira Silva
Pastor-auxiliar.

INSCRIÇÃO 9ª CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA PIPG – 16 a 18/08/2013
O Desafio Indígena – A Terceira Onda

Nome Completo: __________________________________________________ Data nasc.: __/ __ / __
End.: _________________________________________________ Setor : _______________________
Cidade: ________________________________________________ CEP: _______________________
Fones: (casa)__________________ (cel) ______________________ (recado) ____________________
E-mail:  _______________________________________ ____________________________________
Igreja: _____________________________________________________________________________
(  ) Pastor   (  ) Missionário  (  ) Seminarista (  ) Conselho Missionário (  ) _______________________
Vou de: ( ) Ônibus ( ) Avião.  Favor avisar horário de chegada na rodoviária e/ou aeroporto.
Valor da Inscrição: R$ 20,00.
Depósito bancário: Banco Itaú AG: 0869 C/C: 33210-6
Digitalizar essa ficha preenchida e enviar para o email: revhelio@gmail.com


terça-feira, 18 de junho de 2013

11º Encontro da Fé Reformada de Goiânia-GO




11º Encontro da Fé Reformada em Goiânia-GO.
"O Evangelho de Cristo na Pós-Modernidade".

Pastoral EFR-2013 – O Evangelho de Cristo na Pós-Modernidade.

A palavra que define a pós-modernidade é “Pluralismo”, onde tudo que deveria ser escrito no singular, precisa terminar com “s”. A falta de uma cosmovisão orientadora para a vida, sem convicções, mas atolada em conveniências atesta a perda do sentido de uma história que segue com propósito definido. O nosso tempo proclama o colapso das crenças e a descrença nas instituições; a substituição da ética pela estética, o dever que cede seu lugar ao querer e ao ver; a busca de novidades exóticas e a necessidade de escandalizar. Este estilo individualista, hedonista e narcisista de viver alimenta, por outro lado, a crise de pertencer a alguma coisa e a alguém.
O nosso tempo precisa do evangelho de Cristo, bíblico, consistente e suficiente, o mesmo evangelho que pregaram nossos pais e capaz libertar um mundo estruturalmente cativo. Todavia, o evangelho traz exigências, o caminho da graça é apertado e estreito e são poucos os que acertam com ele. O evangelho continua sendo a proposta de Deus para o século XXI.
O “Evangelho de Cristo na Pós-modernidade” é o tema do 11º Encontro da Fé Reformada de Goiânia. Venha participar conosco das plenárias e das oficinas que estamos preparando, a fim de que juntos possamos nos fortalecer para o enfrentamento e o serviço ao nosso tempo!
Rev. Hélio.

Preletores:
Bryan Edwards - Inglaterra.
Hermisten Maia - São Paulo.
Heber Campos Jr. - São Paulo.
Mauro Meister - São Paulo.
Milton Rodrigues Jr. - GOiânia.

Oficinas:
Comunicação dinâmica do Evangelho usando a Mídia - Natsan Matias - Goiânia.
Disicpulado e evangelismo pessoal - Ericson Martins - Goiânia.


As inscrições serão abertas em breve. Reserve a data: 28/10 a 1º/11/2013 na Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Populares e Perigosas!


Populares e Perigosas!

          Junho e Julho são meses de festas religiosas populares em Goiás. Celebram-se as de Santo Antônio dia 13/06; São João dia 24/06 e São Pedro dia 29/06. Dia 1º/07 acontece a Festa do Divino Pai Eterno em Trindade. As comemorações são mais comerciais que religiosas. O tom religioso é idólatra, pois nada é para Deus, mas para os santos e para os bolsos dos comerciantes.

Ainda tem as quadrilhas; os chapéus de palha; as barbichas feitas de carvão e as tranças; o casamento na roça; a noivinha e o pai com a espingarda. Tudo é muito divertido e colorido com bandeirolas; fogueira; quitandas, doces regionais e balão.

As escolas públicas e privadas também aderem ao espírito do momento e organizam quadrilhas para as crianças se divertirem; não para prestigiar os santos, até porque não podem fazer isso, porque a escola é laica, e, por lei, não pode ter cunho religioso. Tudo igualzinho aos adultos, só que ao estilo “ultrajovem”.

Muitos pais cristãos, pressionados pelos insistentes pedidos de seus filhos, enviam-nos para as tais “inocentes” quadrilhas. A desculpa apresentada é que todos os coleguinhas vão; não pega bem não participar, é apenas uma manifestação cultural; não vai acontecer nada; é só uma festinha escolar inocente! Etc, etc.

É tudo um grande equívoco! Por três razões óbvias:

1ª) De onde vêm essas festas e quadrilhas? Elas vêm do sincretismo religioso do catolicismo romano com as culturas pagãs e secularizadas, mas não das ordenanças das escrituras. Deus nos revelou suas festas sagradas no Antigo e no Novo Testamento, nenhuma delas envolvidas em crendices populares.

2ª) Para qual delas há uma aprovação bíblica? Nenhuma! Lendo Juízes, Reis e Crônicas vemos que o povo de Israel se afastava da Aliança exatamente seguindo os costumes dos povos ao seu redor; depois reerguiam os postes-idolos outrora derrubados achando tudo aquilo muito normal.

3ª) Em que contribuem para a edificação do caráter cristão nossos e de nossos filhos? Elas ensinam crendices sobre casamento; e idolatram homens! Elas inspiram a idolatria popular; elas imitam o espírito do mundo e não o de Deus. Elas fomentam a estripulia e não a formação do caráter.

 “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas... Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam”. (1Co 6.12; 10.23 ARA).

Populares sim, todavia muito perigosas! É uma cultura que elas estão ensinando aos nossos filhos, e não é cristã. E como já dizia John Stott em seu comentário do Sermão do Monte: No Evangelho, Cristo nos apresenta os princípios da contra-cultura cristã que nos ensinam a agradar a Deus em primeiro lugar e não ao mundo.

Discernimento, perseverança e firmeza são o de que precisamos. Basta povo de Deus, basta!

Com amor, Pr. Hélio.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

19 = Orando Por Poder - Efésios 3.14-21 (2ª parte)

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Fevereiro a Junho/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva, Sem. Adair B. Machado e Presb. Abimael A. Lima.
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19 = Orando Por Poder – Efésios 3.14-21 (2).                12/06/2013.
Um Chamado à Reforma Espiritual – D. A. Carson, ECC, p. 202 a 208.
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Introdução:

1.     as petições de paulo estão de acordo com os desígnios de deus (v.14).

®   “Por esta causa”.
Essa expressão remete para 3.1, que remete para o ensino dos capítulos 1 e 2. Paulo louva a Deus por sua graça soberana que nos elege e adota (1.4,5); que nos redime, remindo-nos de nossos pecados (1.7) e que nos sela e penhora com o Espírito Santo (1.13,14). Pela graça que nos dá vida, libertando-nos do jugo de satanás, do mundo e das próprias inclinações de nossa natureza pecaminosa (2.1-3) para vivermos uma vida consagrada a Deus (2.10). Essa mesma graça nos uniu, judeus e gentios, em um só corpo e povo com Deus criando uma nova humanidade (2.19-22). E mais, por nos conceder a participação na proclamação de sua multiforme sabedoria ao mundo celestial (3.10).
O propósito de Deus é levar as pessoas que fazem parte dessa nova humanidade ao tipo de maturidade espiritual que expresse o seu caráter de santuário habitado por Deus através do Espírito Santo. Os propósitos manifestos de Deus são-nos incentivos para lhe expormos nossas petições quanto à sua realização no mundo.
“Rapidamente aprendemos que Deus está mais interessado na nossa santidade do no nosso conforto. Ele se deleita muito mais na integridade e pureza da sua igreja do que no bem-estar material dos seus membros. Ele se manifesta mais claramente aos homens e mulheres que têm prazer nele e obedecem a ele do que a homens e mulheres cujos horizontes giram em torno do próprio emprego, da própria casa bonita e de sua saúde razoável. Ele se empenha muito mais em construir um “templo” corporativo, no qual o seu Espírito habita, do que em preservar a nossa reputação.Ele está mais vitalmente disposto a demonstrar a sua graça do que a exaltar a nossa inteligência” (p.204).

2.     as petições de paulo são dirigidas ao pai celestial (v.14):

      a)    De joelhos diante do Pai.
Como “Pai” Deus é aquele que é o fundamento de toda noção de paternidade genuína, mas também é o Pai celestial e supremo. No mundo antigo o pai era tanto o provedor que buscava o bem de sua família como quem governava e dispensava favores dentro da unidade familiar

b)    O Pai que é o nosso Pai.
Quando oramos a Deus precisamos estar cientes de que oramos ao pai que é o nosso pai pessoal (Ef 2.19). O pai bondoso que sabe dar boas dádivas aos seus filhos (Mt 7.7-11), por isso sua natureza e caráter são um motivo fundamental para a oração intercessória.
Como Pai ele revela seus planos à sua família com interesse de ouvir suas indagações e petições a respeito.  Falta de oração é um índice da nossa ignorância acerca de Deus (p. 206).

3.     uma palavra final de louvor (v.20,21):

a)    Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
É um fato para nós que Deus é onipotente e que por isso, não pode haver graus de dificuldades de sua parte para nos atender. Não podemos nem sequer imaginar algo que ele não possa fazer! Isso nos incentiva e chama à oração.

b)    O propósito final da oração é para que haja glória a Deus na igreja e em Cristo Jesus.
Assim como o amor é conhecido plenamente na comunhão da igreja, a glória ao nome de Deus também lhe deve ser dada corporativamente. Todavia, é possível pedir coisas boas a Deus em oração pelos motivos errados. Podemos pedir as coisas boas que Deus tem preparados para nós a fim de glorificarmos a nós mesmos e não a ele! Paulo ora para que possamos levar nossas petições a Deus com o objetivo imediato de recebermos o que lhe pedimos com o alvo máximo de que Deus seja glorificado em tudo e acima de tudo. Isso é oração centrada em Deus (teocentrismo).

Aplicações:
1.     As bênçãos de Deus dispensadas a nós devem nos levar a orar.
2.     Nossa gratidão deve ser partilhada com a igreja na intercessão.
3.     Oração respondida redunda em gratidão.

Perguntas para reflexão:
1.     Quando oramos, sobre o que construímos nossas petições e agradecimentos?
2.     Como podemos melhorar os fundamentos de nossas orações?

3.     Que passos podemos dar para que a glória de Deus seja o alvo final de nossas vidas?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

18 = Orando Por Poder - Efésios 3.14-21 (1ª parte)


Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Fevereiro a Junho/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva, Sem. Adair B. Machado e Presb. Abimael A. Lima.
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18 = Orando Por Poder – Efésios 3.14-21. (1 ª parte) 05/06/2013.
Um Chamado à Reforma Espiritual – D. A. Carson, ECC, p.187 a 202.
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Introdução:
Como aprendemos a orar? Geralmente, cristãos aprendem a orar vendo e ouvindo outros cristãos orando. A prática piedosa da oração no ocidente está em declínio. Como então, reformaremos nossa vida de oração? A melhor resposta é voltarmos às orações da Bíblia. Elas nos ensinam sobre o que orar, que argumentos usar, quais os temas devemos focar, que tipo de paixão é conveniente, como a oração se encaixa numa vida mais ampla e como manter a centralidade de Deus na nossa vida de oração.
A oração de Paulo Em Efésios 3.14-21 tem um foco duplo:

1.     Que Deus nos fortaleça com o seu poder (v.16,71A).

a)    Uma oração por poder.
Paulo retoma o assunto de Efésios 1.18,19.

b)    Poder mediado pelo Espírito Santo.
A aplicação do poder de Deus nas nossas vidas é uma prerrogativa do Espírito Santo somente.

c)     Poder aplicado no nosso “homem interior”.
Mesma expressão de 2 Co 4.16-18. Nosso “homem exterior” envelhece e eventualmente morrerá no tempo apropriado a graça de Deus. Nosso corpo enfraquece a cada ano, mas o nosso homem interior se renova cotidianamente em Cristo, porque nossa esperança é a ressurreição do corpo.
A oração de Paulo visa a ação de Deus com poder na esfera do nosso ser que controla o nosso caráter e nos prepara para o céu.
Duas perguntas importantes:
1ª) Qual o propósito de se pedir poder para nós?
                   Muitos procuram possuir poder. Simão o mágico pediu poder para manipular pessoas. Outros pedem poder para se sentirem superiores inferiorizando os outros. Paulo pede poder para conhecermos melhor a Deus.
         A experiência desse poder tem um caráter trinitário. Paulo pede ao Pai (v.14), mediante o Espírito (v.16) para que Cristo habite o nosso coração pela fé (v. 17).
Uma vez que Cristo já veio habitar em nós quando cremos, que tipo de habitação é essa? É como aquele casal que comprou uma casa usada. Ela estava cheia de defeitos e no decorrer dos anos o casal foi consertando tudo e colocando tudo ao seu gosto. Cristo veio habitar em nós e agora está trabalhando para que nós sejamos uma casa totalmente apropriada ao seu gosto. Isso porque quando Cristo entrou em nossas vidas, não encontrou tudo no seu devido lugar, pelo contrário (Rm 5.5-9).

2ª) Com que medida de recursos a oração será respondida?
         Ela será respondida “segundo a sua riqueza em glória”. A expressão se refere ao que Deus já garantiu para nós por causa de Cristo. Tudo o que vem de Deus a nós, vem por intermédio de Jesus Cristo, tudo está relacionado à obra de Cristo. Deus nos responde de acordo com a riqueza de sua glória, que é uma fonte inesgotável de recursos.

2.     que esse poder nos leve a compreender as dimensões ilimitadas do amor de cristo (v.17b-19):

a)    O propósito da oração.
Ter uma compreensão amadurecida das dimensões ilimitadas do amor de Deus. Paulo não sugere que os cristãos não conheçam o amor de Deus, mas que eles podem apreciá-lo muito mais do que muitas vezes apreciam em suas experiências cristãs.
Vivemos numa época em que muitos cristãos se tornaram místicos em suas experiências espirituais, perdendo a noção da própria realidade, enquanto outros, desconfiados desse misticismo desregrado, se tronaram céticos de uma ação poderosa de Deus a tal ponto de realmente nos empolgar com o Evangelho de Cristo. Ambas as atitudes não são bíblicas. Basta uma olhadela rápida nos textos bíblicos a seguir para perceber a verdade dessa declaração: Sl 73.25,26; Rm 14.17; 15.13; Gl 2.20; 1 Pe 1.8,9; 2.3; Ef 5.18).

b)    Uma metáfora e um paradoxo.
®   A metáfora: medidas – cumprimento, largura, altura e profundidade.
®   O paradoxo: o amor que excede o entendimento.
As narrativas bíblicas nos oferecem exemplos de conduta cristã que nos servirão de padrões de experiência, ainda que não sejam normativas, mas são modelos de fato.
Paulo não esposa nem o misticismo descontrolado nem o ceticismo amargo, mas está apontando para o fato prático de que o amor genuíno não será experimentado à parte ou fora do evangelho. À parte do poder de Cristo, os cristãos terão pouca apreciação pelo amor de Deus.
Também é um fato de que uma percepção profunda e genuína do amor de Cristo raramente acontecerá a uma pessoa que não gaste muito tempo com as Escrituras sagradas. As doutrinas bíblicas são nossos guias no conhecimento genuíno e prático de Deus.

Aplicações:
O propósito da oração é para que sejamos maduros como cristãos. Para isso, Cristo mesmo é o nosso padrão, pois devemos crescer até à sua estatura. Não seremos maduros como devemos até que conheçamos as dimensões completas do amor de Deus. Isso só será possível “cm todos os santos”.
         Não podemos fugir da intimidade de Deus como um marido ou uma esposa fogem da intimidade conjugal, alegando ser uma invasão de privacidade. Perder a intimidade é perder a possibilidade do conhecer profundamente.
Crescer na intimidade com Deus nos leva a crescer na intimidade com os irmãos e vice-versa. É necessário todo o povo de Deus para compreender todo o amor de Deus.

Perguntas para reflexão:
1.     Como aprendemos a orar?
2.     O que guia nossas orações?

3.     Qual o lugar da oração comunitária no meu crescimento pessoal na fé?

17 = Orando ao Deus Soberano - Efésios 1.15-19


Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GOGrupo de Estudo do Centro – Fevereiro a Junho/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva, Sem. Adair B. Machado e Presb. Abimael A. Lima.
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17 = Orando ao Deus Soberano – Efésios 1.15-23.       29/05/2013.
Um Chamado à Reforma Espiritual – D. A. Carson, ECC, p.171 a 184.
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Introdução:
Paulo costumeiramente relaciona o conteúdo de suas orações (Ef 1.15-23) ao louvor que oferece a Deus (1.3-14).
Ele louva a Deus por todas as bênçãos que nos deu graciosamente em Cristo, todavia todas elas são para o louvor de sua glória (v. 6,12,14). A expressão “por isso” no início do v.15 traz todas as bênçãos mencionadas nos versos 3-14 como o fundamento e causa da oração a seguir.

1.     por Deus ser soberano, paulo oferece ações de graças pela graça soberana e mediadora de Deus na vida dos seus leitores (v.15,16).

a)    A fé inclui tanto confiança quanto fidelidade.
®   A conversão é um poderoso exemplo da ação graciosa de Deus na vida das pessoas.
®   À parte dessa ação de Deus jamais as pessoas se converteriam por si mesmas ao evangelho.

b)    Agradecemos a Deus quando ouvimos a respeito de sua obra na vida de outras pessoas.
®   Se quisermos orar como Paulo devemos ficar atentos ao movimento missionário global e não somente no que acontece perto de nós.
®   É inconcebível que saibamos da conversão de muitas pessoas e não fiquemos gratos a Deus!

2.     porque Deus é soberano, paulo intercede para que os propósitos santos e soberanos de Deus nasalvação do seu povo sejam cumpridos (v.17-19a):

a)    A oração de Paulo é para que os efésios possam conhecer melhor a Deus.
®   Quando Paulo ora a Deus, refere-se a ele nos termos de sua oração.
(1) Ele é o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo.
(2) Ele é o Pai da glória.
®   Paulo ora para que Deus nos conceda o Espírito de sabedoria e de revelação para que, por seu intermédio, possamos conhecê-lo melhor.

b)    Em particular, a oração de Paulo a Deus é que possamos ter o discernimento necessário para compreender verdades cruciais.
®   Entender a esperança do nosso chamado.
®   Compreender as riquezas de sua gloriosa herança nos santos.
®   Conhecer a suprema grandeza do seu poder para com os crentes.

3.     porque Deus é soberano, paulo faz um retrospecto das mais dramáticas demonstrações do poder de Deus (v.19b-23):

a)    Paulo menciona o poder exercido quando Cristo foi ressuscitado de entre os mortos.
b)    Paulo descreve o poder demonstrado no Cristo exaltado.
c)     Paulo declara o poder exercido por Cristo sobre todas as coisas.

Aplicações:
1.     Toda essa soberania é exercida em favor da igreja.
2.     A soberania divina nunca é para cristãos saudáveis um item do credo, mas o principal combustível de sua adoração e gratidão.

Perguntas para reflexão:
1.     Quais são os pedidos de oração que Paulo faria de acordo com esse texto numa reunião de oração?
2.     Qual a relevância da descrição do poder de Deus e o conteúdo de nossas orações?
3.     O que significa orar sob a soberania de Deus?

4.     Qual a relação da ação da graça soberana e a oração por missões locais e mundiais?
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