O Bom pastor e seus comentários

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domingo, 28 de outubro de 2012

10º Encontro da Fé Reformada de Goiânia-GO

Os Templos da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO



Os Templos da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO

            Desde a sua fundação oficial aos 28 de Outubro de 1935, a Primeira Igreja congregou-se em três templos. Um em Campinas e os outros dois no terreno da Rua 68.

O primeiro deles foi um pequeno salão inaugurado em 26/03/1936, em Campinas. Segundo o Rev. Divino José de Oliveira, este templo fora uma doação do Sr. José Augusto de Lima (Zé Padeiro), que o edificou quase que inteiramente às suas expensas. Segundo as memórias de nossa irmã Eurites Carrijo, presente nessa inauguração ainda menininha, o pequeno salão fora apenas reformado e alugado ao trabalho presbiteriano. Dentre os membros desse pequeno grupo os irmãos: Romério Ferreira Barbosa, José Guilhardi e família; José Augusto de Lima (Zé Padeiro), a família de Dna. Ivã Goulart (filha do Rev. Jorge Goulart).

Com a mudança do Sr. Antônio Martins da Silva para o B. Botafogo em 1937, o irmão Divino (posteriormente ordenado pastor) iniciou uma Escola Dominical em sua casa em 02/1938 contando com 11 pessoas. Essa Escola Dominical se transferiu com a mesma família para a Rua 55 nº 13, antigo B. Popular (hoje, centro). O trabalho cresceu rápido arrolando 37 comungantes e 48 não comungantes até o final desse ano. Exigia-se a construção de um templo definitivo.

            Em 1938, o irmão Divino fez a doação dos terrenos 1 e 10 da quadra 107 da Rua 71, esquina com a Rua 68, no centro; adquirido por um conto e setecentos e cinqüenta e seis réis. Em 02/08/1938 organizou-se a primeira diretoria da igreja com a finalidade de conduzir a construção do primeiro templo composta dos irmãos: “Presidente eleito: Divino José de Oliveira. Secretário: Antônio Martins de Oliveira. Tesoureiro: Joaquim Nestor de Carvalho”. O culto de lançamento da pedra fundamental se deu às 16 horas do dia 15/11/1938 e foi conduzido pelo Rev. Antônio Nunes de Carvalho com a assistência de vários pastores de outras denominações evangélicas e autoridades civis da cidade. Segundo a ata, “a pedra fundamental está no sentro da secretarias; a 2 m90- parte sul e 2-35 parte oeste” (sic. Ata da Comissão). A ata foi redigida pelo irmão Antônio Martins com belíssima letra.

            Na obra prestaram serviços gratuitos, os irmãos Josias Silva (pedreiro), Antônio Martins (carpinteiro) e o Sr. Joaquim Nestor foi o tesoureiro e fiscal da construção. O templo ainda incipiente foi transferido para a Missão Oeste do Brasil e uma singela comemoração natalina foi celebrada nele. Em 1941 acrescentaram-se duas salas anexas ao templo para melhor servir à igreja.     Com o crescimento da igreja a ampliação do templo era urgente.

Já 1942, as obras de ampliação foram iniciadas e o templo foi reinaugurado em 25/08/1944(5). “Deste modo foi concluída a construção do Templo, cuja pedra fundamental foi assentada no dia 15 de Novembro de 1938 cerca de 6 anos durou a construção” (Ata de Organização da PIPG). Nesse templo foi celebrado o primeiro casamento; dos jovens Pedro Gomes de Faria e Nair Rosa de Melo. Também nesse templo se deu a organização da Igreja em 16/05/1948 com o nome de “Igreja Cristã Presbiteriana de Goiânia-Goiaz”, contando com cerca de 230 membros comungantes na época!

Este templo serviu à Igreja por 35 anos até 1978 quando precisou ser demolido para dar lugar ao templo atual, com capacidade para 660 pessoas e que serve à Igreja há 28 anos. O Rev. Jarbas Rodrigues de Sales deu início da construção do moderno templo novo. No período da construção foi utilizado como local de culto o salão social do IPE/Centro. Inaugurado oficialmente no Natal de 1984, digno de nota é o fato de que a primeira celebração de culto realizada nele foi uma cantata de Natal conduzida pelos jovens da igreja na noite de 24/12/1984.
Com amor, Pr. Hélio.
26/10/2012.
Boletim da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia. Ano XXII. nº 44.28/10/2012.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

12 = 2 Pedro 2.4-9: Os Exemplos de Noé e Ló e a Soberania de Deus



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
12 = 2 Pedro 2.4-9 – Os Exemplos de Noé e Ló e a Soberania de Deus.   (24/10/2012)
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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2 Pedro – Sermões Expositivos – D. Martin Lloyd-Jones,PES, p. 190-215.
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Introdução:
Uma digressão dentro do grande tema da carta. Como os servos de Deus devem se portar diante da decadência moral ao seu redor?

I.         o declinio moral do mundo constitui em grande provação para os cristãos (v.4-8).

1.      Três exemplos do juízo divino sobre o mundo criado.
a)      A queda dos anjos antes da criação.
b)      O Dilúvio na época de Noé.
c)      Sodoma e Gomorra no tempo de Ló (sobrinho de Abraão).
Esses três exemplos atestam o desprazer de Deus para com o crescimento e a difusão do pecado na sua criação.

2.      Devemos seguir os exemplos de Noé e Ló.
a)      O cristão é severamente provado sempre pela conduta moral declinante do mundo.
®    Pelo fato da pequenez numérica. Tanto no tempo e Noé quanto de Ló eles eram minora e se angustiavam com a secularidade.
®    Pela postura do mundo com respeito ao próprio cristianismo: (ridículo, desprezo e sarcasmo).
A prova de que somos verdadeiramente filhos de Deus é se perseveramos e preservamos nossa fidelidade à sua palavra.

b)      O cristão sempre resiste e se destaca nos momentos de declínio moral.
Noé e Ló se mantinham separados da tendência pecaminosa predominante. A história da igreja confira esse princípio: Valdenses na Idade Média; os reformadores; os puritanos ingleses; os metodistas do século XVIII; nos reavivamentos.
A maior tragédia do cristianismo é quando ele se parece e se confunde com o mundo secular. A igreja não é local para entretenimento, pois não podemos achar que não somos tão diferentes assim do mundo! A Bíblia ensina que exatamente quando o mundo se afasta mais de Deus, ele se aproxima mais, e por isso se destaca pelo contraste de sua vida dedicada a Deus. Isso não significa sair do mundo, mas estar no mundo sem pertencer a ele.

c)      Como funciona isso?
1º) Não devemos deixar-nos influenciar e afetar pelo mundo (1 Jo 2.15). O que há no mundo?
(1) A concupiscência da carne;
(2) a concupiscência dos olhos e
(3) a soberba da vida.
Noé e Ló procuraram viver a vida de fé em meio à sociedade em que estavam.

2º) Devemos nos inquietar e preocupar-nos com o estado em que o mundo se encontra. Tristeza, lamento e revolta com o estado da situação declinante do mundo. Ló se “afligia” externa e internamente pelo que via e ouvia ao seu redor.

3º) Pregar a justiça divina ao mundo.
Pedro chama Noé de “pregoeiro da justiça”; ele não construiu a arca apenas, mas avisou e proclamou o juízo divino sobre sua geração conclamando-os ao arrependimento e mudança devida!
(1)   Advertindo do perigo;
(2)   Proclamar o juízo divino sobre os ímpios e
(3)   Servir-lhe de exemplo de vida cristã e caráter.
(4)   Aceitar o chamado a sofrer pelo evangelho, quando for o caso.

II. Deus guarda soberanamente os que são seus (v.9).

1)      A situação do mundo é de declínio e o conduz ao juízo divino.
®    Pedro cita Três exemplos bíblicos desse juízo: a queda dos anjos, o dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra.
®    O poder do mal parece ser grande e crescente.
®    Há um abandono generalizado da religião e de Deus.
®    Pedro não diz qe tudo ficará bem.
®    Pedro não diz que devemos mostrar ao mundo que existem duas alternativas: Cristo ou caos. Ele não diz que se as não se converterem a Cristo encontrarão apenas o caos. Pedro não fala de alternativas, mas de eventos que são certos. Tanto o juízo dos ímpios quanto a salvação dos piedosos são verdades bíblicas determinadas por Deus.

2)      Pedro nos apresenta a doutrina da soberania de Deus de três pontos de vista:
1º) Lembra-nos do poder de Deus. Deus sabe e pode tanto livrar quanto condenar.
®    Deus permite a presença do mal.
®    Deus limita o poder e a ação do mal. Deus limita o mal pelo seu juízo e pelos reavivamentos.

2º) Deus se manifesta em justiça e retidão. Deus pune o mal e a injustiça.
®    Parte da punição do pecado vem imediatamente.
O pecado sempre leva o mundo a confusão, discórdia, infelicidade e vileza. Embora o mundo ria e zombe do cristianismo dizendo que passa muito bem sem ele, os noticiários parecem não sugerir isso, pois notificam, divórcios, crimes, assassinatos, guerras; tensões políticas e a infelicidade das pessoas. A vida no mundo debaixo do pecado não é feliz, é miserável.
®    A punição do pecado é sempre continuada enquanto o homem vive nesse mundo.
®    A punição do pecado será final no dia do juízo final. Deus reserva o mundo para o seu juízo final.

3º) Deus nos ama soberanamente.
®    Ele sabe livrar os piedosos das tentações e tribulações.
®    Ele não nos prometeu libertação de todos os problemas e do sofrimento, mas nos prometeu que o sofrimento e as tribulações não poderiam nos separar dele vitalmente. Ele nos livra dos efeitos corruptores do pecado e nos habilita a alegrarmo-nos mesmo durante as tribulações e tentações por que passamos.
®    Ele nos livrou do juízo final em Cristo Jesus (Rm 8.1).

Conclusão:
1.      Deus sabe o que está fazendo.
2.      No mundo só existem dois tipos de pessoas: Justos (justificados pela graça) e injustos.
3.      Precisamos nos esforçar para nos certificarmos de que estamos entre os piedosos (2 Pe 1.10).

11 = 2 Pedro 2.1-3: Falsos Profetas e Seus Ensinos - O Ensino Falso e Suas Conseqüencias



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
11 = 2 Pedro 2.1-3 – Falsos Profetas e Seus Ensinos – O Ensino Falso e Suas Consequências. (17/10/2012)
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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2 Pedro – Sermões Expositivos – D. Martin Lloyd-Jones,PES, p. 134-161.
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Introdução:
Sun Tzu foi um general chinês que viveu no século IV AC e que no comando do exército real de Wu acumulou inúmeras vitórias, derrotando exércitos inimigos e capturando seus comandantes. Foi um profundo conhecedor das manobras militares e escreveu A ARTE DA GUERRA, ensinando estratégias de combate e táticas de guerra. Ele disse o seguinte: "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas" (Sun Tzu).

Lloyd-Jones cita alguns exemplos de estratégias (corretas e incorretas) e conhecer o adversários. São elas:
1)      Maneiras errôneas de avaliar a veracidade ou a falsidade de um profeta e seu ensino:
a.      Deixar que a sua novidade ou sua modernidade determine se ele é certo ou não;
b.      Supor que, se o ensino é popular, só pode ser certo;
c.       Achar que uma mensagem ensinada dentro da igreja não está sujeita a erros.
2)      Maneiras corretas de avaliar a veracidade ou a falsidade de um profeta e seu ensino:
a.      Ele nunca foi chamado;
b.      Não tem uma verdadeira mensagem;
c.       São falsos em suas vidas e em seu modo de viver.

I.         Os falsos profetas e seus ensinos.

a.      O que eles ensinam?
Heresia - significa “escolha”, “dissensões originadas da diversidade de opiniões e objetivos”.

b.      Que tipo de heresia?
ü  Destruidoras (Mt 7:13; Rm 9:22)

c.       Como eles ensinam?
Os ensinos dos falsos mestres têm algumas características perceptíveis:
ü  Sutileza - “introduzirão”
ü  Insubmissão - “renegarem o Soberano Senhor”.
ü  Promovem uma vida mais fácil - “práticas libertinas” – praticas libertinas denotam “excesso, licenciosidade, ausência de restrição, indecência”. Um dos males dos quais alguns na igreja em Corinto eram culpados (2Co 12:21); classificado entre as obras da carne (Gl 5:19); entre os pecados dos não regenerados que perderam “todo o sentimento” (Ef 4:19; 1Pe 4:3).
ü  Criado pelo homem - “com palavras fictícias” - a palavra “ficção” contrasta com a palavra “criação” em Romanos 9:20[1]
ü  Irreverentes - (v. 10 e 11).

d.      O que os motiva?
Os ensinos dos mestres que não se sujeitam à verdade de Deus são motivados por coisas terrenas, e visam a própria satisfação (Fl 3:19):
ü  Poder
ü  Fama
ü  Riquezas


II. o ensino falso e suas consequências.
Esses ensinos trarão conseqüências que afetarão não somente a igreja, mas também os próprios mestres que disseminam tais falsidades.

1)      Conseqüências para a igreja visível.
a.      Muitos serão enganados;
Existe uma relação tão íntima entre o falso ensino e o falso viver, que fica difícil ver qual dos dois vem primeiro. O falso ensino sempre leva ao falso viver; sim, mas o falso viver sempre tende a produzir falso ensino. O falso ensino serve de alcoviteiro para o homem caído e distanciado de Deus; e o homem dá as boas vindas ao falso ensino porque esse desculpa a vida que ele leva.

b.      O Evangelho será mal falado;
As pessoas dizem que são seguidoras de Jesus, mas suas práticas não condizem com o ensino verdadeiro das Escrituras. Isso faz com que o Evangelho seja mal falado.

c.       Muitos serão esplorados;
A termo que é traduzido por “comércio” significa “usar uma pessoa para beneficiar-se”.

2)      Conseqüências para os falsos mestres.
Destruição – a mesma coisa que acontece com aqueles que seguem seus ensinos, acontecerá com eles. Essa destruição destinada aos falsos mestres tem três características:
ü  Virá repentinamente – “trazendo sobre si mesmos, repentina destruição”;
ü  Virá como sentença – “juízo”, isto é, punição com a qual alguém é sentenciado;
ü  Não será negligente – “não dorme”.



[1] Nesse versículo, a palavra “criação” foi traduzida por “objeto”, na versão Almeida Revista e Atualizada.

Números: O Juízo e a Graça de Deus na Peregrinação de seu Povo



Olá pessoal. Meu livro já está publicado e à venda nas Livrarias Primícias de Goiânia e Anápolis.

O preço de capa é R$ 22,90 com 184 páginas. 


O valor de lançamento é de R$ 15,00.

Temos exemplares disponíveis na livraria da Primeira Ig. Presbiteriana de Goiânia a R$ 15,00, o mesmo valor que será praticado no 10º Encontro da Fé Reformada (6 a 9/11/2012) aqui na PIPG.
Também pode ser encontrado nas livrarias Primícias de Goiânia e Anápolis ou nas livrarias que compram da Editora Primícias.



A noite de Lançamento oficial será no 10º Enc. da Fé Reformada após o culto de abertura do evento, na livraria do mesmo.

Quem quiser um exemplar pelo correio, o valor será e R$ 20,00 já inclusas as despesas de envio por encomenda de livro registrado, que varia para cada estado do Brasil.

Faça assim:
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do Bco. Itaú; 
Agência.: 0869 
C/C 41145-4 
Em nome de Helio de Oliveira Silva.

Depois envie o comprovante do depósito digitalizado para o email revhelio@gmail.com 
contendo o endereço completo para o envio do livro.

Espero que seja uma benção para quem desejar ler.
abs.

sábado, 13 de outubro de 2012

10 = 2 Pedro 1.19 - Profecia Cumprida - Luz na Escuridão



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
10 = 2 Pedro 1.19 – Profecia Cumprida – A Luz Na Escuridão.                   (10/10/2012)
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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2 Pedro – Sermões Expositivos – D. Martin Lloyd-Jones,PES, p. 134-161.
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Introdução:
Nos capítulos 11 e 12 do livro de Lloyd-Jones (2 Pedro – Sermões Expositivos) ele trata do cumprimento das profecias do Antigo Testamento em Cristo e seu papel escatológico de iluminar o nosso caminho nesse mundo até à volta de Cristo. São mais duas razões para depositarmos nossa confiança na Palavra de Deus a fim de fortalecermos a nossa fé.
A base de sustentação de nossa fé é: 
(1) O testemunho apostólico; 
(2) A revelação e inspiração das escrituras; 
(3) O Cumprimento das Profecias bíblicas. Por causa disso devemos atentar ao ensino bíblico como uma luz que brilha na escuridão nos guiando até o dia amanhecer, ou seja, até Cristo voltar.

I.         O cumprimento das profecias confirma e consubstancia a revelação e o testemunho apostólico.

1)      Cristo e sua vinda são o cumprimento da profecia do Antigo Testamento.
Contemplar o cumprimento das profecias bíblicas e meditar nesse fato é maravilhoso, porque muitos crentes do Antigo Testamento só puderam vislumbrar a promessa, mas não o seu cumprimento como podemos fazê-lo hoje (Hb 11.13). Pedro enfatiza o fato de que a vinda de Cristo e tudo o que ele fez e disse é cumprimento de profecias bíblicas bem antigas. A fé cristã é fortalecida na veracidade do cumprimento das promessas bíblicas, dentre as quais o Natal de nosso salvador é a maior.

a)      O Antigo Testamento só pode ser entendido em Jesus Cristo.
O Antigo Testamento  é um livro de promessas, de sombras; de tipos. Por isso a forma certa de interpretá-lo é observar como tudo isso se cumpre em Cristo. Tudo ali é passageiro e aponta para frente em expectativa, buscando e esperando cumprimentos prometidos. O Novo Testamento afirma que em Cristo o amém, o cumprimento a todas as promessas se realiza (2 Co 1.20).
A razão disso é que Cristo é o centro das escrituras. O Antigo Testamento olha para frente, para a vinda de Cristo. O Novo Testamento olha para trás, para o Cristo que já veio, e que voltará. Portanto, Cristo é o foco da história da humanidade, desde a criação até o fim dos tempos.

b)      A mensagem do Natal é de cumprimento de profecias em Cristo.
Observando a natureza detalhada do cumprimento das profecias conclui-se que os escritores bíblicos as relataram inspirados pó Deus. Nenhuma profecia bíblica surgiu da imaginação criativa dos homens, mas da revelação divina. Os detalhes expressos nas profecias bíblicas são de grande valor:
®    O Messias viria da tribo de Judá, da família de Davi e nasceria em Belém.
®    O Messias viria quando o cetro se apartasse da tribo de Judá, ou seja, sob tempo de dominação estrangeira sobre a nação judaica.
®    As 70 semanas de Daniel 9 apontam claramente para a época do nascimento do Messias na disposição dos reinos subseqüentes ao da Babilônia.
®    O Messias nasceria de uma virgem (Is 7.14).
®    O Messias nasceria em Belém (Mq 5.2).
®    Cristo citou a profecia de Isaías 61.1-3 como sendo cumprida nele naquele dia! (Lc 4.18).
®    As obras e os milagres do Messias estavam previstos no Antigo Testamento (Is 35).
®    Os sofrimentos do Messias foram declarados em Isaías 53 e no Salmo 22.
®    A entrada em Jerusalém montado em jumentinho foi profetizada em Zacarias 9.9. O valor de 30 moedas como preço de sua venda estava profetizado em Zacarias 11.12,13.
®    O envio do Espírito Santo foi profetizado por Jeremias, Ezequiel e Joel.
O argumento de Pedro é que a primeira vinda de Cristo em tudo o que disse e fez tornou mais segura, pois a cumpriu e a consubstanciou.

2)      A natureza gloriosa desse cumprimento: Deus provou a veracidade de suas promessas.
Na vida de Cristo, Deus cumpriu a sua palavra provando a veracidade das escrituras. Tudo o que prometeu está sendo cumprido fielmente. Logo, Pedro afirma a grande imutabilidade do conselho de Deus quanto ao fato de que a sua Palavra é fixa, absoluta e eterna. Deus cumpriu o juramento que fizera no passado para que pudéssemos ser consolados e fortalecidos em nossa fé.
Deus cumpriu todas as promessas a respeito do homem e sua salvação. A Bíblia em sua inteireza é a história do homem e sua relação com Deus, é a história de sua salvação. Ela relata e atesta que Deus criou o homem perfeito, mas que este caiu no pecado e sua comunhão com Deus foi rompida. Imediatamente após a queda, Deus prometeu-lhe a redenção através da semente da mulher. Cristo é a semente da mulher que veio para esmagar a cabeça da serpente.
Cristo veio também para ser o profeta prometido por Moisés em Deuteronômio 18.15-18 e citado por Pedro em Atos 3.22,23. Cristo é o profeta semelhante a Moisés e ainda assim maior que ele, pois veio para efetuar uma libertação maior que a que Moisés realizou com o Êxodo, ele veio libertar o seu povo da escravidão do pecado. Ele veio para oferecer a si mesmo como oferta pelos nossos pecados (Gl 1.4; Ef 5.2; Hb 10.10,14). Pelo eu sangue fomos perdoados e por ele fomos introduzidos na Nova Aliança. Dessa forma Cristo nos deu vida, pois a Lei de Deus em nossos corações e nos outorgou o Espírito Santo.

3)      A salvação está somente em Cristo.
O nome de Cristo é o único pelo qual somos salvos (1 Tm 2.5). Sua primeira vinda é prova da veracidade das promessas divinas, sendo também uma garantia de que tudo o mais que foi prometido igualmente será cumprido.
Isso tudo é fonte de consolo e fortalecimento espiritual para nós.

II. a revelação bíblica é como uma luz que guia na escuridão.

1)      Duas considerações preliminares.
a)      O realismo da Bíblia.
A Bíblia não hesita em expor os fatos da vida. Ela não pinta a vida como um mar de rosas, pelo contrário, expõe seu lado sombrio e tenebroso de forma contundente e clara.
A Bíblia diz a verdade sobre nós. Não esconde nossas rugas e defeitos. Ela expõe as fraquezas e pecados de seus grandes heróis; não procura apresentar-nos um retrato da vida que nos agrade, mas é fiel na demonstração do caráter pecaminosos da natureza humana.

b)      A profundidade do conceito bíblico da vida.
A Bíblia sempre trata a vida abaixo da superfície; nunca se deixa iludir pelas aparências. Por outro lado, o homem sempre é enganado pela aparência. No início do século XX as pessoas eram muito otimistas com o desenvolvimento da humanidade e criticavam a Bíblia como pessimista e ultrapassada. Duas Guerras mundiais nos mostraram que o pessimismo bíblico frente à natureza humana sempre foi verdadeiro.
A tendência da secularidade é avaliar tudo de forma superficial, proclamando um otimismo ingênuo e completamente iludido. Deus, por outro lado conhece o coração do homem e o revelou na Bíblia. O coração do homem é enganoso e desesperadamente corrupto (Jr 17.9), sua cegueira é espantosa!

2)      Porque devemos confiar nas escrituras para nos guiar?
A “palavra da profecia” que é uma luz na escuridão se refere à totalidade das escrituras do Antigo e novo Testamento. Estar atento a elas significa prestar diligente, calorosa e confiante atenção aos seus ensinos. As razões porque devemos dar atenção às escrituras é por que: 
(1) Sua origem é divina; 
(2) Em muitos aspectos e promessas já foi cumprida; 
(3) Ela é como uma luz que ilumina na escuridão. Ela é a única luz que temos neste mundo para nos guiar.

Qual, então é o ensino de Pedro?
a)      O Mundo é um lugar sombrio e tenebroso.
A expressão “lugar tenebroso” exprime o sentido de algo sombrio, repulsivo e sujo. O mundo caído no pecado não é um lugar agradável, mas é como uma caverna escura, fétida, um lugar de perdição. Por mais deprimente que isso nos pareça, é a definição bíblica do mundo que caminha sem Deus. O fato é que toda tentativa de diminuir a realidade do pecado do mundo não é cristianismo. Nossa compreensão do que é o mundo caído no pecado é fundamental para sabermos como nos relacionamos com ele e com Deus enquanto vivemos nele.
O mundo é um lugar cheio de infelicidade, ilegalidade e de uma moralidade decadente. O divórcio, os vícios, o aumento de uso de bebidas e das drogas são testemunhos evidentes da moralidade decadente do mundo. Somente aqueles que aceitam o diagnóstico bíblico a respeito do mundo é que aceitarão o remédio de Deus para o homem. O mundo corre atrás de prazeres temporários, vivendo em frivolidade e leviandade. Por todos os lados crescem as sombras, a sujidade e a escuridão!

b)      Não se pode obter luz alguma em parte alguma, a não ser na Bíblia.
Fora do evangelho de Cristo não há luz. Os críticos nunca gostaram e jamais gostarão da pregação do pecado e da chamada ao arrependimento do evangelho. Dois tipos de pessoas são totalmente perigosas no nosso tempo: O que nega a doutrina do pecado e o que se iludiu na crença de que os melhoramentos sociais e resoluções políticas poderiam salvar o homem. Os que propagam essas idéias serão muito responsabilizados por Deus por estes ensinos antibíblicos.
Os filósofos modernos não podem explicar a presente situação, pois foram educados na visão ingênua e enganosa de que o homem tem capacidade inerente de salvar-se e de salvar o mundo. Suas duas ferramentas: O processo evolutivo e educação (conhecimento) espelham a decadência crescente da humanidade. A modernidade nunca foi sinal de melhoria da vida, pelo contrário, sempre trouxe consigo o acirramento da pecaminosidade humana. Lidar de forma clara com a natureza humana sempre foi a grande fraqueza da filosofia.

c)      A única esperança do mundo está nos atos de Deus com relação ao mundo.
A esperança do mundo está na consumação do eterno plano redentor divino. Deus iniciou seu plano redentor e vem promovendo a sua execução no decorrer da história. Começou com a criação, a promessa do redentor a Eva; o chamado de Abraão, o êxodo, os juízes e os reis; passou pelos profetas indo até a encarnação de Cristo e a revelação do Novo Testamento.
Os crentes do passado não podiam entender os tempos, seus inimigos os derrotavam, tudo parecia dar errado, mas Deus sempre lhes deu o raio de luz das escrituras até a vinda do Messias, que Paulo chamou de “a plenitude dos tempos” (Gl 4.4). O Novo Testamento testemunhou que apesar do Filho de Deus ter vindo ao mundo, este o rejeitou. Isso não invalidou o plano divino, pois ele continua a executá-lo chamando pessoas para fora do mundo, desarraiga-os desse mundo perverso (Gl 1.4). A Bíblia afirma categoricamente que esse processo de Deus chamar pessoas para fora do mundo (salvando-os) deve continuar até quando Cristo, o Messias prometido voltar a esse mundo, quando o pecado e o mal serão removidos.

Conclusão:
Nossa resposta final é a seguinte:
(1)   O cumprimento a promessa quanto à vinda de Cristo é uma garantia do cumprimento do restante das promessas de Deus.
Isso é fonte de consolo e fortalecimento da fé para todas as circunstâncias de nossas vidas. Quando adoecemos, estamos desolados, para viúvas e órfãos; para os que passam por águas profundas ou angústia. Todas as condições adversas imagináveis que possamos atravessar são cobertas por promessas divinas que nos consolam e fortalecem.

(2)   Ou cremos na luz do evangelho ou permaneceremos perdidos na escuridão do mundo.
A revelação bíblica é a luz que Deus nos deu para nos guiar na escuridão. Ela nos diz que Deus interfere nas atividades e na vida desse mundo, que tão certo como Deus enviou seu Filho como servo da primeira vez, o enviará novamente como o rei poderoso que julga todas as coisas e cumpre todas as suas promessas e juízos. Ele virá como o Rei vencedor para ajuntar os seus. Essa é a nossa luz, que define se somos cristãos ou não.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

09 = A Autoridade das Escrituras



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
09 = 2 Pedro 1.19-21 – A Autoridade das Escrituras.                   (03/10/2012)
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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2 Pedro – Sermões Expositivos – D. Martin Lloyd-Jones,PES, p. 122-133.
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Introdução:
            Pedro argumenta que a base da autoridade do testemunho cristão é dupla: O testemunho apostólico histórico e as Escrituras Sagradas. O primeiro argumento foi apresentado nos versos 16 a 20. O segundo argumento também é duplo: Os acontecimentos que cumpriram as escrituras (v.19) e a natureza das próprias escrituras sagradas (v.20,21). Lloyd-Jones se concentra no segundo aspecto nesse estudo:

I.         as propostas de interpretação do que seja a profecia.
Uma rápida olhada na história da interpretação é útil aqui:

1)      Só a igreja (católica) pode interpretar as escrituras.
Nesse verso se baseia, em parte, a divisão entre católicos e protestantes. Visto que para o catolicismo o que Pedro está afirmando é que juízo particular a respeito das escrituras é algo a ser excluído rigidamente. Ninguém pode interpretar as escrituras de forma particular, pois nada é mais perigoso do que indivíduos fazer frente à Palavra e tentarem interpretá-la pessoalmente. A interpretação bíblica só pode se dar por meio de concílios, dos cardeais e do Papa. Dessa forma, a igreja tem proeminência sobre a Palavra.

2)      A interpretação de qualquer profecia particular não pode ser baseada nela mesma.
As profecias particulares devem ser interpretadas á luz de todo o corpo profético bíblico, mas nunca isoladamente. Nenhuma profecia sozinha pode ser tomada como base para qualquer doutrina ou corpo de doutrinas.

3)      Os profetas eram incapazes de entender tudo o que profetizavam.
Citam a 1 Pedro 1.10,11 para apoiar essa afirmação entendendo que “particular elucidação” significa não ter entendimento completo do que se diz numa declaração profética.

4)      A profecia nunca é a sua própria interpretação.
Ou seja, ela só pode ser entedida corretamente quando os eventos profetizados acontecerem, antes não.

5)      Ninguém que lê ou o próprio profeta consegue interpretr a profecia.
A interpretação só possível por meio de uma ação sobrenatural do Espírito Santo na mente do intérprete.
Todas essas considerações erram em tomar o verso fora de seu contexto imediato.


II. o sentido biblico da inspiração das escrituras.
1)      Os versos 20 e 21 devem ser interpretados juntos, como um todo.
O “portanto” (ARA) ou o “porque” (ARC) no início do verso 21 deve ser considerado na interpretação da afirmação de Pedro no verso 20, uma vez que explicam a afirmação feita.

2)      A Escritura tem sua origem em Deus.
A palavra “é” deve ser traduzida por “origina” ou “surge”. O conceito intencionado por Pedro é que a palavra veio à existência pelo expediente proposto por Deus e não pelo raciocínio humano. A origem da escritura não é um raciocínio particular, mas a determinação de Deus em comunicar-se com o homem.
Por que devemos confiar na profecia bíblica e nela basear a minha vida? Esta profecia foi cumprida na encarnação sendo mais que o registro da meditação, cogitação, do pensamento, do entendimento e do discernimento do homem; não se originou em nenhuma determinação vinda do coração ou da mente do homem. Ela não é a exposição de idéias humanas, mas a revelação da vontade de Deus.

3)      Os autores bíblicos foram “movidos pelo Espírito Santo”.
A palavra tem o sentido de alguém que é levado, conduzido, dirigido por outro. A mesma palavra é usada por Lucas em Atos 27.15 referindo-se ao navio ser arrastado pelo vento Euroaquilão. Lucas descreve que depois de tudo os que fizeram para manter o controle do barco, sendo arrastados, deixaram-se levar pelo vento. “Homes santos falaram da parte de Deus arrastados pelo Espírito Santo”.
Isso quer dizer que as profecias bíblicas jamais poderão ser consideradas como uma coleção de pensamentos e idéias de homens, pois não são fruto do entendimento ou discernimento humanos. Sua origem real é a mente de Deus. A Alta Crítica Bíblica tentou redefinir Profecia como discernimento e percepção, negando o aspecto sobrenatural da predição e previsão de futuro. Para os seus proponentes a profecia era a declaração intencional do discernimento dos próprios profetas diante dos fatos da vida. Todavia, a profecia bíblica não é o homem decidindo escrever o que pensa sobre isso ou aquilo, é mais que isso!
A grande afirmação de Pedro é que homens foram tomados por Deus em suas mãos e os conduziu no processo todo da inspiração e registro das escrituras. Os profetas bíblicos não dizem: “Foi isso que eu pensei”, mas dizem: “Assim diz o Senhor”.

4)      Em alguns casos eles foram movidos por Deus mesmo contra a própria vontade.
Uma outra frase usada pelos profetas é que “o peso do Senhor” estava sobre eles, referindo-se à mensagem colocada por Deus sobre eles, constrangendo-os, obrigando-os a dizer e a escrever o que Deus mandou (1 Pedro 1.10). Um exemplo é Jeremias, que manifestou a Deus sua recusa em profetizar o que lhe ordenara (Jr 15 e 20). Moisés, Jeremias e Jonas disseram abertamente que não queriam ser enviados com o recado de Deus, mas eles foram e disseram tudo que Deus havia mandado que fizessem e dissessem.
            Portanto, o que Pedro faz aqui é nos iniciar na grande doutrina da inspiração da revelação afirmando que aprouve a Deus em sua infinita compaixão e condescendência falar aos homens. Pedro afirma de forma clara e inequívoca que todos os outros livros religiosos são produção humana, mas há um livro que não: A Bíblia. Nela se registra a inspiração divina.
            A revelação é bastante minuciosa ao afirmar que o homem jamais chegará ao conhecimento de Deus sozinho por causa do estado de pecado no qual caiu, entretanto, foi do agrado de Deus conceder-lhe esse conhecimento por meio da revelação em Cristo e nas escrituras.
Essa revelação tem dois aspectos importantes: Ela acontece de forma geral na criação e no processo da história, mas em acréscimo a isso, se dá de formas especiais (1) nas teofanias que são aparecimentos de Deus e não encarnações de Deus. (2) Com palavras e atos e (3) com milagres. Nas escrituras Deus falou por meio de servos habilitando-os a registrar sua palavra. Na revelação bíblica temos a cosmovisão divina da vida e da existência.
O fato é que a verdade foi inspirada e o seu ato de registrá-la também o foi. O homem foi tomado e conduzido na certeira direção do registro fiel da revelação divina. Por isso nós cremos que as palavras registradas nas escrituras foram inspiradas pelo Espírito Santo. Os escritos não foram meros amanuenses que repetiam ditados, como se a inspiração se desse por um ditado mecânico; não eles foram tomados por inteiro em sua personalidade fazendo uso dela por meio de estilos diferentes e próprios entre um e outro escritor. Eles foram controlados de tal maneira que foram salvaguardados do erro. Dessa forma, tanto a verdade como forma como a expressaram fazem parte da inspiração das escrituras. O espírito Santo deu livre curso à sua personalidade, mas sempre debaixo de seu controle que os movia. A mente humana pode chegar por meio de seu raciocínio à crença na existência de um Deus, mas não poderia compreender que esse Deus é triúno e que Deus é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo a não ser por essa doutrina.
Nas escrituras Deus revela seu pensamento concernente ao homem, à vida e ao mundo; explica como o homem veio à existência e que todos os seus problemas são conseqüência da entrada do pecado no mundo e em sua experiência. Nela Deus afirma o que fez e o que fará com o pecado dando-nos uma explícita filosofia dos séculos e um mapa da história. Ela nos mostra o que houve e porque e o que vai acontecer nos dias futuros. A Segunda Vinda de Cristo é exatamente o tema que levou Pedro à doutrina da inspiração e autoridade das escrituras.

Conclusão:
Nossa resposta final é a seguinte:
(1) Este livro não é imaginação de homem algum, mas é Deus  Espírito Santo falando ao homem por meio de homens.

(2) Somos confrontados pelas escrituras a crer em Cristo e nas promessas de sua Segunda Vinda, pois ele voltará!

(3) Por causa disso, devemos basear nossa vida e nossa visão do futuro e nossas idéias no que está escrito nela e não em pensamentos e propostas seculares.

(4) Deus fala a verdade nas escrituras, logo, é sábio ouvir a Palavra de Deus (Ap 1.3, Js 1.8).
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