O Bom pastor e seus comentários

O Bom pastor e seus comentários

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

02 = 2 Pedro 1.3,4 - Grandíssimas e Preciosas Promessas (Lloyd-Jones)



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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02 = 2 Pedro 1.3,4 – Grandíssimas e Preciosas Promessas.                                 08/08/2012
2 Pedro – Sermões Expositivos – D.Martin Lloyd-Jones,PES, p. 23-34.
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Introdução:

Assim como o fundamento é determinante numa construção e a fonte na qualidade da água de um rio, assim também graça e paz, que estão no fundamento da fé, precisam ser multiplicadas na vida dos cristãos para que ela seja frutífera.

Como isso é possível? É o tema dos versos 3 e 4, que descrevem o que Deus fez por nós. Os v. 5 e 6 tratam do que devemos fazem em conseqüência disso (“acrescentai à vossa fé” = ARA: “associai”).

I.         A Natureza e o caráter da vida cristã é conhecer a Deus e tornar-se semelhante a ele.

Os versos 3 e 4 declaram a natureza e o caráter da vida cristã, que resulta dos atos de crer e aceitar a fé descrita como preciosa nos versos 1 e 2.
O estado em que se encontra a igreja deve nos preocupar mais do que o estado em que se encontra o mundo. O mundo está em confusão, miséria e infelicidade exatamente por não dar ouvidos à mensagem cristã.

O objetivo da vida cristã é duplo:
a)      Conhecer a Deus.
O que devemos desejar acima de tudo na vida cristã não é ter certas experiências espirituais, tornarmo-nos homens e mulheres melhores ou sustentar um conjunto de doutrinas contra outros, mas é conhecer a Deus! (Jo 17.3). Os limpos de coração é que verão a Deus (Mt 5). Vida e piedade só são possíveis “pelo conhecimento de Deus”. Esse conhecimento relacional de Deus é fundamental em toda a vida cristã, pois sustenta a vida, as orações, a comunhão cristã e tudo mais. Orar é mais que proferir palavras positivas e de esperança; é conversar com Deus realmente.

b)     Tornar-se semelhante a Deus.
Participantes da natureza divina”. Esta é uma das declarações mais ousadas nas escrituras quanto à nossa relação com Deus. Isso não quer dizer que o homem seja divinizado no processo de santificação, mas que ele se torna semelhante a Deus, isto é, seu caráter e natureza ficam marcados pelo caráter divino. Logo, ser cristão não é apenas ter nascido num lar cristão e ter recebido o sacramento do batismo e feito a pública profissão de fé. Ser cristão não é apenas tentar viver de forma piedosa e engajada na sociedade envolvendo-se com atividades filantrópicas e de beneficência. Tudo isso é bom e é próprio de um cristão verdadeiro, mas não o define. Cristão é aquele que participa da natureza divina, em quem estão presentes as características da vida divina. Ele é semelhante a Cristo (p.26,27). O cristão é aquele que foi perdoado por Deus para viver de acordo com o seu caráter santo, revelando e manifestando as suas virtudes características.

II.      Todas as coisas que pertencem à vida e à piedade já nos foram dadas.

Como Deus fez isso? Através de seu poder divino e do conhecimento de Jesus Cristo e de seu evangelho. Que conhecimento é esse?
  1. O evangelho me dá conhecimento com respeito ao meu estado e à minha condição por natureza.
Embora Pedro coloque esse fato em último lugar na passagem, na experiência é o que vem primeiro. O evangelho nos livra da corrupção das paixões que há no mundo. Nós éramos escravos delas e de satanás (Ef 2.1-3). O mundo é caído no pecado e presentemente está afastado de Deus, por isso está corrompido e existe em corrupção. Deus criou o homem perfeito, à sua imagem, mas a entrada do pecado no mundo o corrompeu integralmente. Hoje o estado de vida do homem em relação a Deus é de alienação. Alienação do próprio Deus e de seu modo de vida. Por isso o mundo é antagônico a Deus e inimigo dele. O modo de vida do mundo nos leva cada vez mais a pensar menos em Deus e a crer que ele seja de fato nosso inimigo. Amar ao mundo cria em nós inimizade contra Deus ao ponto de o odiarmos.

O mundo nos leva a apreciarmos aquilo que na verdade nos prejudica, faz mal, rebaixa e humilha. Esse é o tipo de corrupção da qual Pedro fala que o conhecimento de Cristo nos livra. O homem natural (sem Cristo) vive de acordo com o seu desejo, vendo a si mesmo como o referencial de todas as coisas e para todas as coisas. Ele nunca pergunta se algo agrada a Deus, mas pergunta se algo o agrada. Longe de Deus o homem se agrada com aquilo que o degrada; o mal alheio, a luxúria, a curiosidade mórbida pelo imundo e pelo criminoso!

O evangelho nos desperta para o fato de que vivemos debaixo da força dessa corrupção, não desejando conhecer a Deus como deveríamos e de que ser semelhante a ele não é o principal objetivo de nossas vidas. O evangelho nos fez ver que estamos numa condição perigosa, que somos corruptos por dentro e há muita corrupção por fora, e que precisamos fugir disso tudo para conhecer a Deus e ser semelhante a ele (2 Timóteo 2.22)!

Enquanto não nos dermos conta de quem somos sem Deus e de que o mundo tira proveito disso nos arrastando para mais longe dele ainda, jamais conheceremos a Deus. Todavia, esse conhecimento só é possível pela ação do evangelho nos nossos corações, fazendo-nos nascer de novo para Deus.

  1. Quais são as grandes e preciosas promessas desse evangelho?
a)      O perdão dos pecados: 1 João5.12; João 3.16; Romanos 5.1; 8.1.
b)      A regeneração pelo novo nascimento: João 1.12; 1 Pedro 1.23; 2 Co 5.17. Em Cristo recebemos uma nova natureza que rejeita a vida pecaminosa e luta contra ela.
c)      A unção do Espírito Santo: 1 João 2.20,27. Ele nos capacita a ver, assimilar e compreender essas promessas. Ele nos orienta como agir e tomar decisões (Gl 5.18).
d)     A habitação do Espírito Santo, que nos capacita com poder para defrontar o mundo espiritual decaído, governando por satanás.
e)      A bendita esperança de que quando partirmos desse mundo “o que é corruptível se revestirá de incorruptibilidade” (1 Co 15.53,54); então seremos perfeitos na presença de Deus para toda eternidade.

Conclusão:
Deus nos chamou para uma vida sobrenatural, pois o seu poder está agindo em nós a fim de o conhecermos e prosseguirmos crescendo nesse conhecimento. Ninguém se faz cristão por decidir fazê-lo, é ação sobrenatural de Deus pelo poder do Espírito Santo!

O poder de Deus dá a partida da vida cristã e nos acompanha durante ela toda, agindo graciosamente em nós, modelando-nos de conformidade com o seu caráter santo e justo até sermos glorificados em Cristo.

Paulo orou pelos efésios a fim de que conhecessem esse poder em suas vidas (Ef 1.18-20). Deus não nos entrega a nós mesmos, mas habitando em nós molda nossa vida e nosso caráter. Essa é a grande necessidade de nosso tempo, vidas transformadas e moldadas pelo caráter de Cristo cujo testemunho fala por si só.

Aplicações:
  1. A necessidade de ler a Bíblia com mais interesse a fim de fortalecer-se espiritualmente.
  2. Ter consciência, confiar e exercitar-se nos promessas e no poder divino submetendo-se ao Espírito Santo.

04 = 2 Pedro 1.10 - Certeza da Salvação (Lloyd-Jones)



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
Grupo de Estudo do Centro – Fortalecendo a Fé dos Cristãos
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Rogério Bernardes.
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04 = 2 Pedro 1.5-7 – Certeza da Salvação.                                                           29/08/2012
2 Pedro – Sermões Expositivos – D.Martin Lloyd-Jones,PES, p. 48-59.
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Introdução:
Os versos 1-4 tratam do que Deus fez por nós. Os versos 5-7 nos exorta a desempenharmos a nossa parte. Os versos 8-11 são praticamente uma repetição dos mesmos princípios já apresentados, entretanto, apresenta em acréscimo a razão porque devemos atender ao apelo.

I.         uma exortação em favor da segurança da salvação.

a)   O verso 10 é a chave da Epístola de 2 Pedro.
O objetivo explícito de Pedro é que os irmãos tornem segura a sua vocação e eleição. As tribulações que vem de fora e as heresias que vem de dentro podem nos deixar inseguros quanto à veracidade de nossa fé. Por isso a fé precisa ser abastecida das virtudes enumeradas acima a fim de que a fé deles fosse fortalecida.

b)   O que significa essa exortação?
Pedro não os exorta a realizarem sua própria eleição e vocação, mas que as confirmem por meio da prática perseverante de sua fé. Eles não criaram sua eleição e vocação, elas foram recebidas gratuitamente da parte de Deus (“obtiveram” – v.1). A salvação é uma obra exclusivamente divina (v.3; Ef 2.1,8,9; Rm 8.29). Uma pessoa morta não pode regenerar-se, é Deus quem elege e chama. A mente humana jamais poderia arquitetar isso, pois no contexto religioso, os termos eleição e vocação são exclusivamente bíblicos.

Muitos chamam Deus de injusto por não entenderem ou não aceitarem e doutrina da eleição e vocação divinas. Todavia, se nós pudéssemos entender plenamente a mente divina em todas as suas perfeições e mistérios, então nossa mente seria igual à mente de Deus e seríamos iguais a ele. Mas sabemos não ser esse o caso.

Eleição e vocação são atos divinos, mas a questão é: Será que sabemos pessoalmente que fomos eleitos e chamados? Fica evidente por essa pergunta que o que Pedro pleiteia aqui é que cada cristão experimente a segurança de sua própria salvação. O mesmo faz João em 1 João 5.13.

II.      quem deve ter essa segurança?

a)      Uma dádiva para crentes comuns.
Pedro não fala de uma classe especial de crentes (apóstolos, profetas, santos católicos, pastores famosos), mas de todos os crentes, inclusive os mais comuns. Não há diferenciação entre grandes e pequenos. Todos podem t e-la e todos devem se esforçar diligentemente por fortalecê-la em seus corações.

A história dos grandes reavivamentos na igreja testifica que o povo tinha essa segurança da salvação. A pergunta que George Whitefield fez a Howell Harris é pertinente: “_Senhor Harris, o senhor sabe que os seus pecados estão perdoados?” A resposta de Harris é que fazia anos que ele se regozijava nesse conhecimento. Paulo diz: “porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2Tm 1:12 ARA). A verdade é que Deus nos deu em Cristo a vida eterna (1 Jo 5.11,12).

b)     Objeções à doutrina da Segurança da salvação.
1.      Alguns são antagônicos à doutrina por causa da maneira leviana como certas pessoas a expressam.
Há pessoas que falam sobre a certeza da salvação com verbosidade, superficialidade e uma ofensiva leviandagem que expressam mais presunção do que fé genuína. Seu objetivo é testemunhar a sua satisfação consigo mesmos e não o evangelho da graça. Contudo, não há essa frivolidade na linguagem do Novo Testamento. A alegria do crente do Novo Testamento é a do pecador sabe ser merecedor do inferno; que compreende a sua corrupção pecaminosa e que atribui tudo o que é como salvo em Cristo à graça e à misericórdia divinas. O crente do Novo Testamento é aquele que compreende que foi perdoado para poder ser chamado à santidade e tronar-se semelhante a Deus no seu caráter. Quanto mais alguém procura ser semelhante a Cristo, menos frívolo, menos superficial ele será (p.53,54). Afirmar a segurança da salvação não é presunção porque este é o ensino das escrituras. Portanto é um ato de fé em Cristo.

2.      Alguns acham que não podem afirmar a segurança da salvação enquanto não forem perfeitos.
Para estes, somente quem puder arrogar-se perfeição isenta de pecado tem o direito de alegar a certeza da salvação. Todavia isso é uma confusão, porque a idéia de perfeição isenta de pecado não existe nas Escrituras. Elas nos ensinam que devemos reivindicar a segurança da salvação e nos certificarmos disso firmados nas promessas bíblicas, não nos esforços humanos.

A Bíblia ensina claramente que ainda existem duas naturezas residindo dentro dos cristãos, a velha e a nova, e que a velha natureza está continuamente em guerra contra a nova; mas o fato de a carne estar ali não significa que o Espírito não esteja (p.54).

III.   por que devemos ter essa segurança da salvação?

Há três razões bíblicas para isso:
1)      Deus é quem a oferece.
Isso quer dizer que ela é ensinada nas escrituras, logo é Deus quem nos pede para que façamos mais firmes a nossa vocação e eleição. Faz parte de seu método de salvação que seja assim. Todas as epístolas do Novo Testamento foram escritas para dar certeza às pessoas e o conhecimento dessa segurança a fim de que sua fé fosse fortalecida. Negar o que Deus oferece como reforço à nossa fé é que é falsa humildade e uma forma espúria de humildade. Em 2 Tm 1.12 Paulo afirma simplesmente: “Porque eu sei...” A segurança da salvação não é incompatível com a humildade porque os homens mais humildes que a igreja e o mundo já conheceram foram os que tinham certeza de sua salvação.

2)      Sem ela somos cristãos incompletos.
Se não temos certeza não podemos nos regozijar na salvação; falta algo; seremos subdesenvolvidos e não crescidos. Se faltar certeza ao cristão ele será míope, não enxergará bem.

3)      Essa segurança faz de nós melhores testemunhas de Cristo.
“A alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). O melhor obreiro é o que está mais seguro de sua tarefa. Nada é mais desastroso para uma testemunha em seu depoimento como a incerteza quanto ao que viu. A fé cristã tema sua força na certeza e autoridade de seu testemunho a respeito de Cristo. O homem que tem certeza é o homem que exerce atração, que conhece a sua causa e entende o seu dever. Cristãos seguros são eficazes em seu testemunho.

IV.   como se pode obter essa segurança da salvação?

a)      A fé objetiva nos fatos concernentes ao Senhor Jesus Cristo.
Há dois perigos a evitar: O exagero no auto-exame e a ausência de qualquer exame. Quem se sobrecarrega de dúvidas e suspeitas torna-se mórbido em sua fé. Ficar esperando por uma experiência, visão ou manifestação espetacular de Deus a fim de basear nisso as suas convicções é perigoso para a fé. Homem nenhum poderá sentir-se seguro olhando somente para o seu próprio coração, mas para a rocha que é Cristo.

b)      Completar a fé, abastecê-la com uma vida cristã prática, ativa.
Não fiquemos apenas sentados na contemplação de Cristo, saiamos para praticar a nossa fé! Noutras palavras, se não exercitarmos nossos músculos, cada dia seremos menos capazes de usá-los.

Conclusão:
Crer e crescer são a norma para a vida cristã frutífera. Agir e praticar é a equação da vida cristã equilibrada e fiel.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Igreja Presbiteriana do Brasil - 153 anos!


Igreja Presbiteriana do Brasil - 153 anos!
               Rev. Hélio O. Silva
1ª I. P. GoiâniaGO
12/08/2012

Ashbell G. Simonton
                [1] O Fundador do presbiterianismo no Brasil foi o Rev. Ashbel Green Simonton (1833-1867). No breve período em que viveu no Brasil, Simonton, auxiliado por alguns colegas, fundou o primeiro periódico evangélico do país (Imprensa Evangélica, 1864), criou o Presbitério do Rio de Janeiro (1865), organizou um seminário (1867) e fundou uma escola paroquial (1867). O Rev. Ashbel Simonton morreu vitimado pela febre amarela aos 34 anos, em 1867.
                

[2] Os principais colaboradores de Simonton naquele período foram seu cunhado Alexander L. Blackford, que em 1865 organizou as Igrejas de São Paulo e Brotas-SP; Francis J. C. Schneider, que trabalhou entre os imigrantes alemães em Rio Claro-SP, lecionou no seminário do Rio e foi missionário na Bahia; e George W. Chamberlain, grande evangelista, operoso pastor da Igreja de São Paulo e fundador da Escola Americana (Mackenzie).

 [3] Poucas igrejas foram organizadas nesse período (Lorena-SP, Borda da Mata (Pouso Alegre-MG) e Sorocaba-SP). O homem que mais contribuiu para a criação dessas e outras igrejas foi o notável Rev. José Manoel da Conceição (1822-1873), um ex-padre, que se tornou o primeiro brasileiro a ser ordenado ministro do evangelho (16/12/1865). Conceição visitou a pé incansavelmente dezenas de vilas e cidades no interior de São Paulo, Vale do Paraíba e sul de Minas, pregando o evangelho da graça.

[4] A partir de 1881, o Rev. John Boyle se embrenhou no interior norte de São Paulo e sul de Minas e estabeleceu o que veio a ser os primórdios da Missão Presbiteriana. Boyle viajou mais de 300 quilômetros distribuindo Bíblias até a região da longínqua Uberaba (MG), descobrindo cerca de 50 cidades grandes e vilas. Essas viagens pioneiras de Boyle propiciaram o estabelecimento do presbiterianismo em toda a nação brasileira
Em1888, Boyle fez uma longa viagem por Goiás, passando por Santa Luzia de Goiás (Luziânia), Catalão, Caldas (Caldas Novas), Morrinhos, Formosa, Jaraguá, Entre Rios, Curralinhos e Goiás, a capital da província. No ano seguinte ele abriu a terceira estação missionária da igreja do Sul , que abrangia os estados de Minas e Goiás. Era seu desejo evangelizar também o vale do Rio Tocantins, aonde não chegou a ir.

 [5] A partir de 1926, a Missão Oeste do Brasil assume o campo de Goiás, estabelecendo a Igreja de Araguari-MG como campo central. Partindo de Araguari, até 1957, o campo de Goiás se expandiria, seguindo os trilhos da estrada de ferro, para as cidades de Anápolis (1927), Goiandira, Pires do Rio, Cachoeira, Ipameri, Catalão e finalmente em Goiânia em 1935 com a fundação da Primeira Igreja (organizada em 05/1948).

         [6] Estatística atualizada da IPB:
1996 = 374.809 membros em 1.744 igrejas e 1.574 pontos de pregação.[1]
2005 (estimativa) = 458.909 membros. 4.160 igrejas e congregações.
2009 (estimativa) = 844.793 membros. 4.264 igrejas/ 3879 congregações/ 2.471 pontos de pregação. Nos últimos sete anos a IPB praticamente dobrou seu tamanho!
          
      Atualmente 70% das igrejas jurisdicionadas enviam contribuições ao SC/IPB, sendo a região que mais envia o Sudeste e depois, o Centro-Oeste, nossa região. Goiás é o 7º colocado em envio de recursos à denominação. 
       
       Só no primeiro semestre de 2012 a IPB comemora:[3]
1. A tradução completa da Bíblia na língua Tiriyó (norte do Pará) após 50 anos de espera (a 4ª tradução completa – Caiuá/Terena/Tikuna e Tiriyó).
2. 76 irmãos novos batizados em Niakhar, no Senegal.
3. Inauguração da 1ª Igreja presbiteriana na Cidade do Panamá.
4.     Tradução completa do livro de Rute para 13 tribos diferentes reunidas num curso de tradução bíblica no Mato Grosso.
5.     Plantação de uma nova igreja Presbiteriana em La Reina, em Santiago, no Chile.
6.     Um grupo de brasileiros passou um mês em Guiné Bissau, trabalhando na construção da nova escola de Tabanka Serração.
7.     Inauguração da Fundação Presbiteriana Albanesa, na cidade de Tirana, capital da Albânia. Sede da Igreja Presbiteriana e centro de ministração de vários cursos de auxílio à população albanesa.
8.     A igreja Presbiteriana de Sevilha (Espanha) comemorou 6 anos de fundação, sendo referencial do amor de Deus nessa cidade.
9.     Nos últimos 6 meses foram recebidos mais 64 novos membros por profissão de fé e batismo em Epicolândia-AC; 32 em Rio Largo-AL; 40 em Nova Monte Verde-MT; 89 em Colniza-MT (campo assumido pelo Rev. Adérico – formado no SPBC-Goiânia).
     Há muito pelo que comemorar e também interceder. Essa é a IPB, sua igreja, você faz parte dessa história!


[1] Estatística IPB 1888 a 1996.
[2] Relatório Anual Tesouraria SC/IPB 2011, p.5.
[3] Carta de Oração da APMT/JMN datada de Julho de 2012.
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