O Bom pastor e seus comentários

O Bom pastor e seus comentários

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Apocalipse 2.18-29 = Tiatira: Disciplina Para Proteger o Testemunho.



Texto: Apoclipse 2.18-29.
Tema: Tiatira: Disciplina Para Proteger o Testemunho
-------------------------------------------------------

Introdução:
Uma prática comum entre as igrejas e que tem se mostrado não muito saudável é a de expor textos bíblicos sobre disciplina somente em dia de anúncio de disciplina. Certa vez resolvi expor três sermões sobre disciplina numa igreja onde pastoreei. No fim dos três sermões a igreja fez aquele silêncio de dia de sepultamento, como que aguardando o anúncio de uma disciplina.
O texto que acabamos de ler nos mostra e ensina porque não pode ser assim.

Contexto.
Tiatira era uma cidade pequena e muito pouco conhecida com um comércio emergente. Para promovê-la fora, foram criadas várias corporações de comércio. A que ficou mais conhecida foi de tecidos finos e de púrpura. Lídia, natural de Tiatira, fazia parte de uma dessas corporações de tecidos em Filipos (At 16.14).
Essas corporações promoviam banquetes de negócios em honra a um deus pagão a fim de conseguir compradores. Esses banquetes, geralmente terminavam com práticas licenciosas e imorais para os cristãos.
O problema da Igreja de Tiatira é o problema de quem quer crescer no mundo moderno. Como crescer e tornar-se expressivo sem se vender para aquilo que é imoral e que desagrada a Deus ?
Exemplos:
 A modelo ou atriz que não pousar nua não fica famosa. Muitas moças que tentam carreira de modelos e não conseguem acabam em casas de prostituição e shows porno-eróticos.
 O empresário que não sonegar vai quebrar.
 O cantor que não aceitar a exploração da mídia (Tv, rádio, revistas, empresas publicitárias) não vai vender.
 A Igreja que não fizer vista grossa a certos modismos doutrinários, duvidosos quanto à sua fundamentação bíblica não vai crescer muito.

Como fugir de tudo isso?
A resposta é DISCIPLINA.

1º. Disciplina num nível pessoal. Cada um se dominando e vigiando a si mesmo para a glória de Deus.

2º. Disciplina num nível comunitário.
 Cada um ajudando ao próximo a andar na luz. Para Deus somos tutores uns dos outros para o bem (Caim e Abel) – Caim deveria saber onde Abel estava e o que ele estava fazendo).
 Corrigindo o pecado que quer se instalar no corpo ( Gl 6.1). Disciplina eclesiástica.
Por que a Igreja precisa de disciplina? Porque se não tratarmos do pecado logo no início, ele crescerá como câncer e contaminará os demais.

Lembre-se que a disciplina na Igreja se rege por:
1¬º) Atacar o pecado e não o pecador. Quem não deve ter lugar na igreja é o pecado, pois o pecador é convidado ao arrependimento e à mudança de vida na igreja.
2º) O reconhecimento de que toda disciplina é dolorosa; para quem recebe e para quem aplica; mas que é um instrumento de cura nas mãos de Cristo para a saúde de sua Igreja.
3º) Sem a disciplina a Igreja se torna mundana e desagrada a Deus, tornando-se inútil para a Sua obra.
A disciplina visa levar o transgressor ao arrependimento e restauração; e, quando isso não for possível, proteger a comunhão da Igreja da contaminação do pecado e do mundanismo.
Para Calvino a Igreja verdadeira era conhecida por:
 Uma pregação fiel das Escrituras.
 A ministração correta dos sacramentos (Ceia e Batismo somente segundo as Escrituras).
 A aplicação correta e coerente (piedosa) da disciplina.

Proposição:
Quero mostrar que, para a Igreja, disciplina não é assunto só para reuniões reservadas do Conselho, mas de doutrinação constante nos púlpitos com a finalidade de não permitir que a Igreja desagrade a Cristo, proteja o testemunho e não amarre o progresso saudável do Reino através da Igreja.

I. JESUS É AQUELE QUE VÊ O PECADO E O DISCIPLINA V.18:

a) Ele é o Filho de Deus.
Único uso em Apocalipse. Ressalta a exaltação de Cristo sobre todas as coisas. O filho é aquele que sempre cuida dos verdadeiros interesses do Pai. Ele quer ver o nome do Pai ser glorificado na terra como é glorificado no céu.

b) Olhos como chama de fogo.
O fogo retrata a ira de Cristo contra o pecado e sua purificação. O mesmo olhar que fez Pedro chorar amargamente em arrependimento após ter negado a Cristo.


c) Pés como de bronze polido.
Revela o poder para destruir os opositores e desobedientes. Os mesmos pés que foram vazados na cruz.

II. O CRESCIMENTO DA IGREJA NÃO JUSTIFICA A TOLERÂNCIA AO PECADO V.19-23:

a) Uma Igreja promissora.
Por várias razões:
1. O seu amor atraía as pessoas para Cristo.
2. A sua fé era operosa.
3. O seu serviço demonstrava uma verdadeira dedicação ao próximo.
4. A sua perseverança atestava a genuinidade de sua conversão.
5. As últimas obras eram mais numerosas que as primeiras. Havia amadurecimento nos seus projetos de crescimento que revelava uma perfeita integração de todos os membros e novos convertidos na realização do trabalho da Igreja.

b) A queixa: Tolerância quanto ao pecado de Jezabel.
Ela se auto-intitulava “Profetisa”. Ela usava de seu status de espiritualidade dentro da Igreja para engendrar seus ensinos pecaminosos. Todos os falsos profetas são pessoas que alcançam credibilidade com facilidade e são carismáticos e eloqüentes naquilo que dizem.
Cristo a chama de prostituta. A sua prostituição é o seu ensino.
1. Prostituição propriamente dita.
2. Comer livremente comida sacrificada aos ídolos.
O falso profeta faz toda a sua interpretação da Bíblia convergir para a aceitação de certo ensino peculiar falso. Por isso é tão difícil perceber a diferença! Ela e seus seguidores precisavam urgentemente de disciplina.

O que esse texto nos ensina especificamente sobre essa questão?
1º. Deus sempre dá tempo e oportunidade para arrependimento (v.21).
Ele só age quando o endurecimento do coração se tornou mais que comprovado e irredutível.
2º. A disciplina atinge a todos os implicados (v. 22).
Não se pode fazer vista grossa para com aqueles que se deixaram influenciar pelo erro. Também precisam de correção, antes que comecem a esparramar a semente que foi depositada em seus corações. Eles se prostituíram com ela.
Como Deus os castigará?
 Doença = “prostrar-se de cama”.
 Tribulações.
3º. A disciplina sobre eles será mais branda e regulada pelo seu arrependimento. “Caso não se arrependam”.
4º. A disciplina é mais severa para o causador do escândalo (v.23).
 Seus filhos serão mortos. Difícil saber se são filhos literais ou filhos do seu ensino? Seguidores.
 A disciplina será pública e publicada. “As Igrejas saberão”.
O problema hoje é que as Igrejas não respeitam a disciplina umas das outras
e ainda utilizam disso como meio de proselitismo.
Ilustração:
 Suspenso da comunhão por vender bebidas alcóolicas e patrocinar shows profanos. Recebido numa igreja neopentecostal sem maiores problemas e nomeado pastor auxiliar alguns meses depois.
 Excluída de nossa Igreja por escolher viver deliberadamente sem casamento com um moço que também não se divorciou da esposa. Podia participar tranqüilamente nos cultos da maior igreja pentecostal de nossa cidade.
 Disciplinado numa Igreja Assembléia de Deus, recebido normalmente em outra. Com vários incentivos e críticas à Igreja de origem.

III. O PRÊMIO DOS FIÉIS SERÁ AUTORIDADE SOBRE AS NAÇÕES V.24-29:

a) Uma só carga (responsabilidade) é imposta: A disciplina.
Rejeitar o pecado que mancha o testemunho.

b) O vencedor é o que guarda até o fim as obras de Cristo v.26.
Perseverar não é aprender e ensinar o que Cristo fez, mas é fazer como Ele fez.

c) Autoridade sobre as nações.
Deus nos dará funções de governo.
 Um cetro de ferro = inquebrável.
 Reduzir os pedaços = invencibilidade
Ilustração: Jeremias não foi vencido apesar de todas as perseguições e sofrimentos. Baruque teve a sua vida por prêmio ao auxiliar a Jeremias. Jr 20.1-3: Pasur não só foi para Babilônia, como morreu lá e lá foi sepultado. O triste em sua história é que foi sabendo que não mais voltaria.

d) A estrela da manhã.
Cristo é a estrela da manhã (Ap 22.16) – Uma comunhão mais íntima com o Cristo glorificado.

Conclusão:
Por que precisamos de disciplina? Porque falta perseverança e precisamos aprender a perseverar!

Como aprender a perseverar? Olhemos At 2.42:

1º. Conhecendo a doutrina dos apóstolos – Jo 7.17 / Cl 3.16,17 / Sl 119.11.
Você sabe esses textos de cor?

2º. Participando ativamente da comunhão dos santos – I Jo 1.3 / Gl 6.2,3.
O pecado de Jezabel era alimentado por sua arrogância espiritual – Auto-intitulava-se “profetisa”.

3º. Assumir dia a dia um padrão de vida baseado na bondade  egoísmo.
Eles partiam o pão de casa em casa.

4º. Praticar uma vida cristã piedosa – Orações.
Oração era prioridade tanto quanto comida e trabalho. Pena que nós ainda não aprendemos essa lição.
Oração revela confiança em Deus, a falta dela revela incredulidade.
Oração demonstra comunhão com Deus, a sua falta, mundanismo.
Oração revela adoração verdadeira. A sua ausência revela orgulho e hipocrisia.
Tiatira estava crescendo assim como nós e tinha de tomar uma decisão. Permitir que o pecado acompanhasse seu crescimento e o comprometesse num futuro próximo ou discipliná-lo agora e continuar agradando a Deus para sempre, recebendo o prêmio do bom testemunho que lhe daria autoridade sempre e para sempre.
O que vocês vão escolher?

Amém.

Apocalipse 2.12-17 = Pérgamo: O Perigo da Tolerância Doutrinária



Texto: Apocalipse 2.12-17.
Tema: Pérgamo: O Perigo da Tolerância Doutrinária.
----------------------------------------------------

Introdução:
Qual o problema que a epístola à Igreja de Pérgamo levanta?
• A questão da tolerância religiosa.
Com medo de perder membros para doutrinas de outros cultos concorrentes, estavam sendo tolerantes demais com estas doutrinas. O resultado disso é que não há como fazer mais uma diferença clara entre a igreja evangélica e qualquer outro tipo de religião corrente.
Muitas igrejas querendo demonstrar uma face relevante na sociedade acabaram por sucumbir a uma secularização sem retorno para a pureza do evangelho.
Muitos não crêem mais que Cristo é o único caminho para o céu. E outros se acovardaram constrangidos em face do avanço do pluralismo e do inclusivismo (acolher vários tipos de idéias diferentes) que prega um tipo enganoso de tolerância nas igrejas. Dessa forma, a igreja perde a capacidade de apontar exatamente onde a estrada estreita se afasta da estrada larga.

Contexto:
Pérgamo era a capital da Ásia. Ao compararmos algumas das cidades das sete igrejas da Ásia com a nossa realidade brasileira podemos concluir:
 Éfeso = Rio de Janeiro.
 Esmirna = São Paulo.
 Pérgamo = Brasília – Centro da tolerância e das negociações e negociatas.
A cidade era devota a Zeus e a Atena. Também era devota a Roma. No ano de 29 a.C. construiu um templo “ao divino Augusto e à deusa Roma”.
Era devota também a Esculápio (Asclépio), deus da cura. Uma serpente dourada que simbolizava a saúde (símbolo atual da medicina). Seus sacerdotes curandeiros eram famosos no mundo todo. O culto a Esculápio era uma mistura de medicina, curandeirismo e magia.
Além disso, Pérgamo era também devota à cultura. Sua biblioteca só perdia em tamanho para a de Alexandria. Seu nome era derivado da palavra “pergaminho”, que eram rolos de couro tratados e curtidos especialmente para a escrita.
A grande tentação para a Igreja de Pérgamo é um velho conhecido nosso: O Mundanismo. Mundanismo é quando queremos a fé, mas sem abrir mão dos prazeres da vida.
O mundanismo se manifesta:
 No materialismo – O desejo de ter.
 Na cultura popular – Aquilo que todos aceitam como comum.
 No consumismo – A satisfação de qualquer desejo a qualquer custo.
Ilustração: A moça que era louca por liquidação. Viu uma sandália na liquidação de uma loja e fez de tudo para chegar à loja assim que ela abrisse para comprá-la. Ao chegar lá, a loja estava lotada. Procurando no monte de sandálias em oferta, encontrou apenas um pé. O outro estava na mão de outra compradora. Gastaram muito tempo tentando convencer uma à outra a mudar de opinião. Depois de várias tentativas. Nossa amiga teve uma idéia. Foi ao caixa e pagou a sandália, levando apenas um pé. Foi tomar um lanche na loja logo em frente, e enquanto isso, vigia a outra compradora. Quando a outras chegou ao caixa, pensando que ela havia desistido, perguntou pelo outro pé da sandália. Ao ouvir que já havia sido pago, jogou o pé da sandália na moça do caixa e saiu nervosa. Tranqüilamente a nossa amiga voltou à loja e pediu o outro pé da sandália que ela já havia pago.
 Na falta de convicções doutrinárias sólidas – O último livro que leu dita o seu comportamento cristão.

Proposição:
Gostaria de falar sobre o perigo da tolerância doutrinária e estabelecer princípios de conduta quanto a essa questão.
O que Cristo tem a nos dizer em sua Palavra sobre isso?

I. QUE CRISTO SUSTENTA A SUA PALAVRA V.12:

Ele tem uma espada de dois gumes afiada nas mãos.
Esta espada é diferente daquela espada de Efésios 6.17, que é uma espada pequena, própria para o combate corpo-a-corpo contra o maligno. Mas é a mesma espada de Hebreus 4.12, que penetra profundamente.
João está falando da autoridade das Escrituras na Igreja. Todo aquele que diminuir a autoridade das Escrituras (A Palavra de Deus) na Igreja, desagrada a Deus e terá de enfrentá-lo num duelo doutrinário.
A razão disso é que a Palavra é a regra de fé e prática da Igreja.
1. As Escrituras testificam da vida eterna em Cristo (Jo 5.39).
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.
2. As Escrituras trazem a fé ao coração, e à fé o coração (Rm 10.17).
E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.
3. A s Escrituras são lâmpada para os pés e luz para os caminhos (Sl 119.105).
Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.
4. As Escrituras nos santificam (Jo 17.17).
Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
5. As Escrituras nos revelam a vontade de Deus (Jo 7.17).
Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo.
6. As Escrituras nos guardam de pecar contra Deus (Sl 119.11).
Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.

7. As Escrituras nos educam na justiça (II Tm 3.16,17).
Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.
8. As Escrituras são superiores a qualquer manifestação espiritual (I Co 14.36).
Porventura, a palavra de Deus se originou no meio de vós ou veio ela exclusivamente para vós outros? Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo.

A Igreja moderna tem pregado um Cristo sem espada, porque as suas lutas não são as lutas de Cristo, mas a sua autoglorificação mundana como solução dos pecados dos outros e não os dos seus próprios.
O púlpito não doutrina mais, pois só quer satisfazer ao que as pessoas querem ouvir, ou seja:
 Que elas são boas.
 Que Deus vai curá-las, salva-las e enriquecê-las aqui mesmo na terra.

II. QUE CRISTO RECONHECE E ELOGIA O ESFORÇO DE QUEM LUTA CONTRA O MUNDANISMO V.13:

a) Ele conhece o lugar onde habitamos – “Trono de Satanás”.
O Centro, o Balneário Meia Ponte, a Cidade Livre (Recanto do Bosque; Jardim dos Ipês, Pq das Flores, Fav. Emílio Povoa ou a Ciclovia) são contextos sociais que não passam desapercebidos aos olhos atentos do nosso pastor.
 Ele sabe de tudo.
 Ele sabe das nossas lutas (vitórias e derrotas).
 Ele nos ama a ponto de se interessar, pois se aproxima para fazer brilhar a nossa luz aqui!!!
Pérgamo era a capital da província, centro da política local e todas as suas manifestações e ocultamentos. Deus conhece os bastidores de tudo e vigia por e sobre o seu povo.
Ilustração:
1. No Governo de Fernando Henrique Cardoso:
 A parabólica que surpreendeu o ministro Ricupero.
 O dossiê das Ilhas Cayman.
 As conversas telefônicas da venda da Telebrás.
 As maracutaias de Antônio Carlos Magalhães (Projeto Sivan) e Jader Barbalho (presidência do Senado), e muito mais.
2. No governo Lula:
 As trapalhadas do José Dirceu.
 Roberto Jéferson, os “mensaleiros” e o dinheiro na cueca.
 O escândalo dos “sanguessugas” e suas ambulâncias.
 A compra de um dossiê que implica o PSDB nas sanguessugas.
Deus sabe da verdade que está por detrás de tudo isso. Então Ele elogia aos fiéis.

b) Conservas o meu Nome.
No meio de tantas opções do mundo, vocês estão aqui!

c) Não negaste a minha fé.
Aponta para um episódio já acontecido (a morte de Antipas). Pérgamo, mesmo envolvida em mundanismo, produziu dentre os seus membros, um grande servo de Deus.
 Testemunha.
 MEU fiel – Pertence de forma de especial a Deus.
Ao ler sobre Antipas, eu me pergunto o que a história vai dizer de nós?
Ilustração:
 Festo Kivengere – Presente da África para a Igreja mundial.
 Russel Shedd – Patrimônio da Igreja Evangélica brasileira.
 David Livinsgton – “Cristo já esteve entre nós”.
 George Muller – “quando ele ora o céu fica em silêncio”.
 Lloyd-Jones – “O pastor evangélico do século XX”.
Quem sou eu e quem é você para Deus? O que vão dizer de nós depois que passarmos o bastão dessa igreja para outra geração?

III. QUE CRISTO PELEJARÁ PESSOALMENTE CONTRA OS INFIÉIS V.14-16:

a) Contra a frouxidão doutrinária da Igreja.
 Doutrina de Balaão. O mundanismo ensinado por Balaão foi a imoralidade sexual (Nm 22.24). Pode ser também a comida sacrificada aos ídolos (I Co 8.10).
 Os Nicolaítas. Alguns acham tratar-se de Nicolau, diácono de Jerusalém (At 6.4), que teria introduzido ensinamentos de licenciosidade na Igreja.
Quando a doutrina se afrouxa, a moral se afrouxa e vice-versa. A Bíblia nos lembra claramente que os impuros não herdarão o reino dos céus.
Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus (I Co 5.9,10).

b) Eles estão infiltrados no meio de nós.
Nenhum ensino falso entra na Igreja como se fosse uma bomba, mas entra sorrateiramente, vestido de linguagem agradável aos ouvidos. O ensino falso sempre é gostoso de ouvir, quando a palavra não habita com riqueza os nossos corações.


c) Eles contaminam a Igreja.
Por causa de um grupo, Cristo se entristece com todos. A tolerância, muitas vezes se torna uma arma de conivência com o pecado. E depois perguntamos cinicamente: _ Por que Deus não nos abençoa? Porque somos tolerantes com o pecado e os erros de interpretação bíblica que os sustentam.

d) Eles terão de enfrentar o próprio Cristo num duelo doutrinário.
“A espada de minha boca”.
As novas heresias são as mesmas do passado, mas apenas com novos nomes.
 Arianismo – Testemunhas de Jeová.
 Judaizantes – Adventistas do 7º dia.
 Montanismo – Neo-pentecostais.
 Gnosticismo – Espiritismo e neo-pentecostalismo.
 Nicolaítas - A Família (Meninos de Deus).

Você vai resistir ao apelo do Senhor? Ou será tolerante e cair na reprovação de Cristo?

Conclusão v.16,17:

1) Arrependa-se, e, se não, venho a ti.
 O arrependimento evita o castigo mais severo.
 O arrependimento é para todos.
 O castigo mais severo é para os envolvidos mais diretamente com a heresia (eles) Veja João 12.47,48.
Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia.

2) A promessa ao vencedor.
a) Comer do Maná escondido.
 Símbolo de Cristo, o pão da vida (Jo 6).

b) Uma pedrinha branca com um novo nome secreto.
 Só quem recebe sabe.
Um caráter novo, uma nova vida e identidade ao lado de Cristo.
Você tem ouvidos, ouça e decida o que fazer...
Quero te dar apenas algumas sugestões.
1. Apegue-se à Escritura e leia com meditação (1.3 – bem aventurados aqueles que lêem).
2. Assuma uma postura mais ativa quanto ao estudo da Bíblia. Redescubra o valor da Escola Dominical.
3. Não seja cúmplice das obras das trevas. Abandone aquilo que Deus não aprova na sua vida.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Apocalipse 2.8-12 = Esmirna: A Riqueza da Fé



Texto: Apocalipse 2.8-11
Tema: Esmirna: A Riqueza da Fé Data: 25/09/1999.
------------------------------------------------------------------------------------

Introdução:
A carta à Igreja de Esmirna levanta uma questão muito contemporânea. Qual a diferença entre uma fé medíocre e uma fé operante? A resposta aponta para o que eu estaria disposto a enfrentar por amor a Cristo.
PRIVAÇÕES - DOR – SOFRIMENTO – PRISÃO – A MORTE.
O vigor da nossa fé é diretamente proporcional ao quanto estamos dispostos a abrir mão do conforto para servir a Cristo.
Por isso, quando Cristo sonda o coração e a chama da Igreja de Esmirna Ele fica satisfeito e a incentiva a continuar no seu caminho.
 Ele não vê riquezas, é uma Igreja bastante pobre e limitada.
 Ele não vê uma quantidade grande de membros, mas uma pequena comunidade perseguida e pressionada.
 Ele não vê grandes líderes carismáticos, mas um punhado de gente consagrada. Seus líderes não eram presos por sonegar impostos, mas por amarem somente a Jesus Cristo..
Contexto:
a) A cidade:
 Ficava a 55 Km ao norte de Éfeso.
 Tinha um próspero porto marítimo natural, que competia com o de Éfeso.
 Esmirna era chamada de “A Flor da Ásia”; “A Coroa da Ásia”.
 Foi a primeira aliada de Roma na Ásia (195 a.C.). Foi a primeira cidade a instituir o culto ao imperador. Em 26 a.C. ganhou a concorrência para construir um templo a Tibério César.
 Havia lá um influente colônia judaica.
• Certa vez doaram 10 mil denários (o salário de 30 anos de um trabalhador comum) para o embelezamento da cidade.
• Inácio reclamou deles quando escreveu a Esmirna por volta de 107 d.C, no caminho de seu martírio em Roma, dando várias instruções ao jovem bispo dali (Policarpo), para perseverar na fé.
• Em 156 d.C. apoiaram e participaram ativamente do martírio de Germânio e Policarpo. Impediram que os cristãos se apoderassem dos restos mortais de Policarpo.

Como se vê, a Igreja prosperava, mesmo debaixo de perseguição, e pouco mais de 50 anos mais tarde, nos daria o martírio de um dos grandes pais da Igreja: Policarpo de Esmirna.

Proposição:
Tu és rica! É a mensagem de Cristo à sua Igreja.
Eu quero ressaltar aqui, três afirmações que nos conduzirão à prática de uma fé rica, como foi a fé da Igreja de Esmirna.

I. RICA É A FÉ FIRMADA NA ETERNIDADE DE DEUS E NO SACRIFÍCIO VITORIOSO DE JESUS CRISTO v.8:

A cada Igreja, Jesus reapresenta uma faceta de seu caráter que ajudará a Igreja a resolver seus problemas.
a) Ele é o Primeiro e o Último.
Ele é eterno, o causador e finalizador de todas as coisas, “a causa não causada”.
Crer em Deus não é só crer que Ele é o criador, mas que também Ele conduz a história a um final glorioso para os seus fiéis.
 Deístas = Deus é apenas o causador.
 Teístas = Deus é o causador, o sustentador e o consumador de tudo (Hb 12.2).
Esta é uma verdade confortadora, pois ajuda-nos a fixar os olhos além e acima das circunstâncias.

b) Ele foi morto e tornou a viver.
A morte não é o fim, existe a ressurreição! Aleluia!!!
Os cristãos se dirigem pela fé no Deus invisível, mas real. Eles se dirigem pela fé no Cristo ressurreto, que também ressuscitará a todos os crentes para participarem da bem-aventurança eterna.
Em I Co 15.19 = “Se a nossa esperança em Cristo se limita a apenas esta vida, então somos os mais infelizes de todos os homens”.
A Teologia da Prosperidade, que tem lotado os templos buscando um confortável céuzinho rico aqui na terra, corre o risco de com isto não fazer nada mais que apenas alimentar a cobiça carnal e mundana de cada um e impedí-los de conhecer a verdadeira graça salvadora de Deus por meio do sangue sacrificial de Jesus Cristo. Deus não nos escolheu para sermos ricos e tranqüilos aos finais de semana, mas para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele (Ef 1.4) e assim, sermos seus servos independentemente de tudo que nos aconteça.
I Co 15.20 coloca a morte e ressurreição de Cristo como raiz de nossa fé, e não a prosperidade financeira. Pobres de nós; de você e de mim, se não abrirmos o coração e crermos nessa verdade.

II. RICA É A FÉ QUE PERSEVERA MESM0 NAS TRIBULAÇÕES v. 9,10:

A Igreja de Esmirna era uma Igreja sofredora, e o foi por mais de 60 anos durante o Império Romano, mas mesmo assim foi uma Igreja especial para Deus. Das sete igrejas aqui mencionadas, somente Esmirna e Filadélfia não ouvem reclamações, mas só elogios da parte de Deus. Que Deus nos faça ser como eles!

a) Eu conheço a tua tribulação.
Jesus está ciente de tudo o que nos acontece. O ambiente no qual a Igreja foi
plantada também. Ela é vizinha a servidores de satanás. As pessoas dizem; aqui a pregação do evangelho é tão difícil! É difícil em todo lugar, mas nós vamos cruzar os braços e deixar as almas perecerem no inferno por causa disso!? Quem pensa assim não tem uma fé rica, mas pobre e medíocre, precisa se converter, se não Deus o castigará...
Em Rm 8.28, lemos que “todas as coisa cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que foram chamados segundo o Seu propósito”.
 Todas as coisas = boas e más.
 São para os que amam a Deus.
 São aplicadas segundo o propósito de Deus.
Ilustração: Inácio de Antioquia (35-107 d.C.). Martirizado em Roma em 107 d.C. ele se auto-intitulava de “o portador de Deus”, ou “Levado por Deus”. Por causa dessa segunda interpretação, uma lenda passou a dizer que ele fora aquela criança que Jesus colocou entre os discípulos como exemplo do que é fé. Ele via no martírio o cumprimento da vontade de Deus para a sua vida. Disse:
“_ Quando eu sofrer, serei livre em Jesus Cristo, e com ele ressuscitarei em liberdade... Sou trigo de Deus, e os dentes das feras hão de moer-me, para que possa ser oferecido como limpo pão de Cristo”. (carta à Igreja de Roma, escrita de Esmirna) .
Durante a sua viagem ele escreveu coincidentemente sete cartas às Igrejas (Magnésia, Trales, Éfeso e Roma [escritas de Esmirna]; De Troade escreveu: À igreja de Esmirna, de Filadélfia e à Policarpo).
É Cristo quem nos conduz no caminho que percorremos. Tome a sua cruz e siga-o!

b) 3 Tipos básicos de problemas.
1. Tribulação – O sofrimento, a perseguição dos romanos e dos falsos judeus.

2. Pobreza – Ptocoj significa aquela pobreza extrema, de passar privação. É a mesma palavra de II Co 8.2 (“profunda pobreza”). Esses crentes aqui, mesmo debaixo de extrema pobreza e perseguição eram fiéis a Cristo.

3. Blasfêmias dos judeus – a reputação. Eram mal falados na cidade, não por seu mau testemunho, mas pelo oposto. Eram chamados de ateus, porque não tinham nenhum tipo de imagens em suas casas. Eram expulsos das sinagogas (Sinagoga de satanás). Os judeus os delatavam às autoridades.
É nessas horas que somos tentados a cuidar mais da nossa reputação que do Evangelho de Jesus Cristo.
Ilustração: Indira Ghandi: Presa algumas vezes junto com seu marido, foi inquirida por um repórter: “- A senhora não teme por sua reputação?” A resposta: “_ A minha reputação consiste em seguir o meu marido”.
A nossa reputação é seguir a Cristo e pronto! Não é o que pensam de nós o que realmente importa, mas o que Cristo pensa de nós!”. Do que adianta ter a aprovação do mundo inteiro e perder a sua alma?

c) Não temas o sofrimento.
O que nos pode causar sofrimento?
1. Os acontecimentos: “Coisas que tens de sofrer”.
As pessoas vivem preocupadas com o que pode acontecer e perdem de vista o que elas podem fazer para ser uma benção usada por Deus mesmo em meio ao sofrimento.
Em Mateus 6.25-33 lemos que cada dia trará por si só o seu cuidado, o que devemos fazer é buscar o reino de Deus e a sua justiça. O resto é acréscimo de Deus.

2. O Diabo.
Ele é o inimigo número um dos cristãos. Às vezes Cristo lhe permite agir sobre as Igrejas. Esmirna iria sofrer debaixo de sua ação maligna por dez dias: “Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós”.
Há três maneiras básicas de o diabo agir na vida dos cristãos:
 Indiretamente pelos apetites de nossa carne. Através do pecado.
 Indiretamente pelas seduções que nos são oferecidas pelo mundo. Ou se opondo através de homens maus (I Ts 3.2), que o servem.
 Diretamente através da tentação.
Embora em todas elas Deus esteja restringindo o seu poder, Deus mesmo nos ordena a não brincar com o diabo pois ele é muito perigoso para nós. Não brinque com o diabo, não ignore os seus desígnios (II Co 2.11).

3. Prova – Tentação (Peirasqhte).
Essa palavra pode ser traduzida tanto por tentação quanto por provação.
Deus = Provação.
Diabo = Tentação.
O que é mesmo uma tentação?
É quando Deus permite que o Diabo se aproxime de nós, e somos sustentados unicamente pela nossa obediência à Palavra (Dietrich Bonhöeffer). Em Lucas 22.31, o Senhor Jesus Cristo afirma que a tentação é como ser peineirado como trigo. Há duas verdades consoladoras nessa ilustração do Senhor. Primeiro: Que Satnás nada pode fazer contra nós sem a permissão soberana de Deus. Para nos tentar, ele tem de pedir a permissão de Deus. Segundo: Que ao passar-nos na peneira, a tentação acabará por retirar de nós o que é ruim deixando apenas o que for bom. Se tudo for ruim, perdemos, mas se a semente do evangelho da graça estiver presente, então o que passar pela peneira será ainda mais puro para Deus. Talvez seja isso que Tiago quer dizer

4. Tribulação de 10 dias (Prisão) – O tempo.
O que mais nos preocupa é a intensidade e o tempo da tribulação, mas não
nos preocupamos com seu efeito purificador. Não nos interessa sofrer.
Ilustração: As Cartas do Coisa Ruim : “_ Não interessa o tempo que seu cliente passa na Igreja, mas faça com que esse tempo seja o mais inútil possível”.
Qual a vitória de se resistir nove dias e entregar os pontos no amanhecer do décimo dia? Nós ainda não aprendemos o que é perseverança, pois via de regra desistimos, entregamos os pontos.
Citação: O Hino 49 (Sempre Vencendo) diz:
“Não é dos fortes a vitória, Ou dos que correm melhor,
Mas dos fiéis e sinceros, Que seguem juntos ao Senhor!”.

c) Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida.
Esmirna como cidade era considerada a coroa da Ásia, mas não tinha a coroa da vida. Essa coroa é para os cristãos vencedores em sua caminhada de fé.
Você está pronto para enfrentar o martírio?
Ilustração: Dizem que num país comunista, no passado, 3 soldados com metralhadoras entraram em uma Igreja evangélica e disseram: “_ Quem não negar a Cristo será fuzilado”. Apenas cinco não negaram. Então os soldados se voltaram para os demais e disseram: “_ Agora é vocês que vão morrer seus covardes”.
Você está pronto para enfrentar o martírio?

III. RICA É A FÉ QUE VENCE A SEGUNDA MORTE v.11.

O salvo é aquele que nasce duas vezes e morre apenas uma, isso se não estiver vivo no dia do arrebatamento. O não salvo é aquele que nasce apenas uma vez e morre duas (a morte física e a morte eterna).
 Lucas 12.4 = “Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma”. A alma está nas mãos de Deus, e é uma prerrogativa Dele salvar ou não salvar.
As pessoas fazem de tudo para preservarem suas vidas aqui na terra, mas se esquecem de se prepararem para o encontro final com Jesus Cristo. Jesus disse:
“Quem perder a vida por minha causa e do Evangelho encontrará a vida” (Mt 10.39; Mc 8.35,36; Lc 9.24,25 e 17.35).
Ilustração: A ex-evangélica Tiazinha, achou que fez um grande negócio ao trocar a vida cristã pelos rebolados de seu belo corpo, uma máscara e o dinheiro que isso lhe tem proporcionado. Ela ganhava em 1997 apenas mil reais por mês; Em 1999 ganhava cerca de 40 mil por mês. Suas fotos na PlayBoy foi a maior tiragem da história da revista até então (3 edições). Para ela, ela achou a vida! Mas para Cristo, se ela não se arrepender, ela terá perdido a sua alma!
De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma?! Paulo perdeu tudo por causa de Cristo. Ele disse em Filipenses 3.8, que ganhou tudo!!!
Ilustração: No filme “A Missão”, o cardeal escreveu ao Papa:
“_ Agora, Vossa Santidade, teus padres morreram e eu sobrevivi; mas na verdade eles vivem, e eu é que morri”.

Conclusão:

Esmirna é rica! Os limites de sua fé não eram as circunstâncias que geralmente alegamos ser os da nossa (dinheiro, tamanho e oportunidades). Eles eram ricos na fé, na ousadia, na fidelidade a Deus e também na recompensa que Deus lhes prometera.
Apesar de sua pobreza, e nada na história nos leva a pensar que essa pobreza se tenha alterado por anos! Ela era uma Igreja operante. Essa carta nos alerta que:
1. O medo de sofrer causa inoperância;
2. O medo de ficar “falado” causa inoperância.
3. O medo de morrer causa inoperância.
Ilustração: Cerca de 60 anos mais tarde Germano, Policarpo e tantos outros cristãos pagaram esse preço em Esmirna. Após o bispo Germano não negar a Cristo e ainda incitar às feras que o atacassem; enfurecidos o povo pediu que trouxessem mais cristãos. Policarpo foi perseguido, encontrado e levado.
No dia 22/02/156, aos 86 anos Policarpo foi martirizado como Inácio o fora uns 50 anos antes. Conclamado a negar a Cristo e adorara César em troca da liberdade, respondeu:
“_ Oitenta e seis anos faz que o tenho servido e Ele jamais me faltou; como posso eu blasfemar contra o Rei que me salvou ?”
E na fogueira, orou:
“... Eu te agradeço porque me consideraste digno, neste dia e hora, de partilhar do cálice do Teu Cristo, entre o número das Tuas testemunhas”.
Atearam o fogo, mas como o vento prolongava seu sofrimento, um soldado o atravessou com uma espada, e morreu.
Citação: Nas palavras do Dr. John Stott, “_ Ele ouvira bem as palavras do Senhor: ‘Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida’. Policarpo conheceu a primeira morte; a segunda (o castigo eterno) ele jamais conhecerá, porque passou da morte para a vida”.
E você, o que será de sua fé?!
Amém.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...