O Bom pastor e seus comentários

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Educação: A Falácia da Ideologia de Gênero



TEMA: EDUCAÇÃO: A FALÁCIA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO
Rev. Helio O. Silva, STM.
GOIANIA-GO = 25/02/2017
  
Introdução:
Quero trabalhar nessa oportunidade dois documentos sobre a questão da ideologia de Gênero:
O Artigo: A Agenda de Gênero (The Gender Agenda) – Redefinindo a Igualdade, de Dale O’Leary, de 1997.
E a publicação da Associação Americana de Pediatras, publicado no facebook em 13/07/2016.[1]

1. O que é “A Agenda de Gênero”?

A Agenda de Gênero (The Gender Agenda) substituiu sem alarde ou debate a palavra “sexo” por “gênero”, uma palavra mais polida e elegante para retratar as lutas do feminismo quanto à discriminação sexual e promoção da igualdade. Discutir “discriminação de gênero” poderia incluir outras lutas.
Duas conferências da ONU foram o pontapé inicial para a inclusão da ideologia de gênero na agenda das discussões mundiais:
A Conferência Sobre População – Cairo (1994).
A 4ª Conferência Mundial Sobre As Mulheres – Pequim (1995).
A ideologia de gênero é um assunto da agenda do marxismo Cultural, que enxerga que a única forma de promover a igualdade é eliminar a diferença dos sexos por meio de uma redefinição de termos e da desconstrução do conceito de família tradicional.
Para Marx e Engels é preciso eliminar o conceito de propriedade no qual a primeira propriedade privada é a mulher e que a opressão das mulheres pelos homens havia sido a primeira opressão de classe.[2] Para eles, a mulher foi possuída pelo homem no casamento e na família.[3] Se não houver diferença de sexos, não haverá diferença social.
Para os ideólogos de gênero, “as diferenças evidentes entre os homens e as mulheres não são naturais, mas foram construídas, e podem e devem ser modificadas”.[4]
Na conferencia preparatória para a Conferência da ONU em Pequim 1995, Bella Abzug[5] apresentou a definição de gênero proposta pelo feminismo e que deveria ser imposta à sociedade global a partir de Pequim 1995:
“O significado da palavra gênero evoluiu e se diferenciou da palavra sexo para expressar a realidade segundo a qual o status e os papéis das mulheres e dos homens são socialmente construídos e passíveis de modificação”.[6]

Quem são os proponentes da Agenda de Gênero no mundo?[7]
(1) os controladores populacionais;
(2) os libertadores sexuais;
(3) os ativistas dos direitos gays;
(4) os multi-culturalistas e promotores do politicamente correto;
(5) os extremistas ambientais;
(6) os neo-marxistas progressistas;
(7) os pós-modernistas desconstrutivistas.

Esses grupos bem que poderiam ser chamados, segundo o artigo, de “feministas de gênero”.[8] Seu principal objetivo era opor-se e neutralizar a ação dos “fundamentalistas” 

Quem são os fundamentalistas na visão desses sete grupos?

“Para as feministas o termo fundamentalista não se restringe aos extremistas muçulmanos ou aos protestantes que sustentam a inerrância bíblica. Nos painéis de discussão os palestrantes rotularam católicos, cristãos evangélicos, pro-vidas e quaisquer pessoas que acreditassem na complementaridade dos homens e das mulheres, ou que sustentassem a maternidade como uma vocação especial para as mulheres, de “fundamentalistas”. Dentro desta definição de fundamentalismo a maioria dos Estados Membros da ONU poderia ser classificada como “fundamentalista”. Mais ainda, também a Declaração Universal de Direitos Humanos, que defende a liberdade de religião, a maternidade e a família, teria que ser considerada fundamentalista”.[9]

É preciso fazer uma diferenciação entre o feminismo de equidade e o feminismo liberal. O feminismo de equidade defendeu e conquistou:
®   o direito das mulheres ao voto,
®   ao exercício da profissão,
®   à igual educação,
®   à igual oportunidade no emprego.[10]
Mas o segundo grupo entende como discriminação todas as diferenças reais (físicas, sexuais, maternidade etc) entre os homens e as mulheres. Esse feminismo declinou e perdeu influência, e foi finalmente substituído por um feminismo radical, que quer ir mais longe que o anterior propondo “que é necessário mudar toda a estrutura social existente para alcançar a liberação da mulher”.[11]
Portanto, o coração da Agenda de Gênero é a eliminação da distinção sexual e o controle da reprodução.[12] O grande problema para essa agenda é: Como vencer a realidade biológica?
Se a “natureza” impede a revolução, ela simplesmente ignora a “natureza”: “A natureza não é necessariamente um valor humano. A humanidade já começou a superar a natureza; não podemos mais justificar a manutenção de um sistema discriminatório de classes sexuais fundamentadas em sua origem natural”. Citação de “A Dialética do Sexo”, Shulamith Firestone.[13]
Essa proposta leva inquestionavelmente à total liberação sexual inclusive à pedofilia como algo normal e aceitável: “Os tabus sexuais com as relações homossexuais ou entre adultos e menores irão desaparecer, assim como as amizades não sexuais .... todas as relações próximas irão incluir o físico”.”[14]

2. Por que a Biologia é o principal argumento contrário a essa agenda?

Nessa oportunidade quero fazer uso de uma matéria publicada no facebook em 13/07/2016 sobre a posição da Associação Americana de Pediatras e que julgo oportuno para o nosso tema nesse acampamento.

A Associação Americana de Pediatras defendeu que os educadores e legisladores rejeitem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os fatos, e não a ideologia, o que determina a realidade. Cito o documento na íntegra:

1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo:

“XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento da nossa espécie. Esse princípio é evidente em si mesmo. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. 

Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância.
Pessoas que se identificam como “sentindo-se do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não constituem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença dele ou dela de ser algo que não é indica, na melhor das hipóteses, um pensamento confuso. 

Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença – e os hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. 

Reversíveis ou não, os hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. Cerca de 98% dos meninos e 88% das meninas confusos com o próprio gênero acabam aceitando o seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade, segundo o DSM-V.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. 

Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o câncer.

7. O índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo.

Isso acontece inclusive nos países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar crianças e jovens a esse destino, sabendo que, após a puberdade, cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade com boa saúde física e mental?

8. É abuso infantil condicionar crianças a acreditarem que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto seja normal e saudável. 

Endossar a discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais servirá para confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero” e aos medicamentos bloqueadores da puberdade. Isto, por sua vez, praticamente garante que essas crianças e adolescentes vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de pensarem na possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras
Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras Endocrinologista Pediátrico
Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital

“Existem muitos fatores, incluindo
a biologia,
a experiência de vida como homem ou mulher,
a cultura,
a tradição
e as decisões livres da vontade,
trabalham em conjunto para criar as diferenças entre homens e mulheres”.[15]
Essas diferenças, não podem ser negadas, mas podem ser compartilhadas no sentido das pessoas se completarem e se complementarem na construção de uma família que serve e que abençoa uns aos outros.
O documento de Dale O’Leary ainda afirma:
“As meninas se transformarão em mulheres que poderão engravidar. Os meninos se transformarão em homens que geralmente serão mais fortes. Encorajar que as meninas busquem a supremacia nas atividades que requeiram extrema força corporal, ou os meninos a engravidarem ou a cuidar de bebês, seria uma estupidez e, de fato, as sociedades nunca o fizeram. Associar o cuidado dos bebês com as mulheres está longe de ser considerado arbitrário, quando se sabe que o choro do recém-nascido causa a produção do leite materno”.[16]

Devemos defender uma “complementaridade integral”, afirmando que homens e mulheres são inteiramente iguais em humanidade, dignidade e direitos, mas diferentes e complementares em natureza. A raça humana existe somente como masculino e feminino, e as diferenças entre os sexos dá à humanidade uma profundidade e uma visão que, de outro modo, lhe faltaria.[17] Entender que ser diferente é ser desigual, e, portanto, injusto a fim de propor uma agenda de gênero é, na mais cristalina verdade, uma declaração de guerra à natureza humana, tanto masculina, quanto feminina.

O que devemos fazer como cristãos?
1. Reafirmamos a doutrina da criação de Deus como a forma correta de interpretar a vida! Deus criou homem e mulher. O hermafroditismo não é um terceiro sexo, mas simplesmente má formação genética, e não serve de base biológica para incluir comportamentos sexuais pecaminosos como alternativas viáveis de sexualidade!
Nós, cristãos, precisamos parar de tratar pessoas com problemas assim como sub-humanos, porque isso é pecado diante de Deus! Todo ser humano traz a imagem de Deus consigo. Todo ser humano traz a imagem de Deus distorcida pelo pecado consigo. Os cristãos, mais que qualquer um tem de ter consciência desse fato, a começar por si mesmo! A justificação do pecado é uma posição que passamos a viver na presença de Deus por sua exclusiva graça sobre nós e que nós a oferecemos por mandamento de Deus aos outros na pregação do evangelho também graciosamente.

2. Assumimos uma postura mais atenta aos movimentos subversivos da própria vida, compreendendo que os ataques à fé cristã não vêm apenas de cima como dardos inflamados do maligno (Ef 6.17), mas também de baixo por meio de torpedos submersos na fluidez das definições de palavras.

3. Cuidar melhor de nossas famílias.
Precisamos reconhecer e nos arrepender da opressão masculina a mulheres acontecendo todos os dias dentro de lares hipocritamente cristãos.
Precisamos reconhecer e nos arrepender da dissimulação provocativa feminina aos homens acontecendo todos os dias dentro de lares hipocritamente cristãos.
Precisamos oferecer à sociedade lares mais estáveis, mais consagrados e mais expressivos quanto aos valores cristãos exercendo nossos papéis masculinos e femininos dentro do lar mais plenos de amor, comunhão e gratidão.



[2] Dale O’Leary. A Agenda de Gênero, pdf, p.17. http://www.mulheresprogressistas.org/AudioVideo/agendagenero.pdf. acesso em 25/02/2017.
[3] Ibid, p. 18. Citando Engels em “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”.
[4] Ibid, p. 2.
[5] Ex-congressista norte americana e funcionária da ONU ligada à WEDO (Women's Environment and Development Organization] ou Organização das Mulheres para o Desenvolvimento e o Meio Ambiente).
[6] Dale O’Leary. A Agenda de Gênero, pdf, p. 13.
[7] Ibid, p. 2.
[8] Ibid.
[9] Ibid, p. 10.
[10] Ibid, p. 16.
[11] Ibid, p. 17.
[12] Ibid, p. 18.
[13] Shulamith Firestone. A Dialética do Sexo – Um Estudo da Revolução Feminista. Ed Labor, 1976.
[14] Dale O’Leary. A Agenda de Gênero, pdf, p. 20. Grifo meu.
[15] Ibid, p. 27.
[16] Ibid, p. 27.
[17] Ibid, p. 27.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Atos 6 = Diáconos


®    Atos 6: Diáconos.

A diaconia e o diaconato surgiram em função da necessidade da igreja organizar-se melhor a fim de servir melhor.

A igreja precisa encontrar um princípio de razoabilidade que não permita menos dedicação à pregação da Palavra, ao mesmo tempo em que não permita discriminação no serviço a ser prestado ao povo de Deus. Tanto a Palavra quanto as necessidades precisam receber o devido suprimento.

A solução é fortalecer e diversificar a liderança. Mas os diáconos não serão apenas porteiros e “garçons”, também estarão envolvidos com a pregação da Palavra. Estevão é o exemplo bíblico do ministério diaconal. Lucas não foi desatento ao mostrar que o ministério de Estevão era profundamente evangelístico, pelo contrário, tudo o que a igreja faz desemboca no testemunho de Jesus Cristo!

Analisando a história da igreja nas Institutas, Calvino aponta para o fato de que os diáconos administram o cuidado devido aos pobres. Para isso recebiam as ofertas diárias dos fiéis e os proventos anuais da igreja, destinando-as ao seu verdadeiro fim, isto é, uma parte para o sustento dos ministros e outra para os pobres, prestando contas anuais do que foi entregue à sua administração (Inst.IV.V,5). Nesse ministério ainda cabia aos diáconos administrar as rendas, as propriedades, os utensílios e as esmolas diárias. Eles faziam a leitura do evangelho, a exortação do povo por ocasião das orações e a distribuição dos elementos da ceia nos cultos (Inst. IV.V,5).

O diaconato da igreja de Genebra administrava duas instituições criadas para o cuidado dos pobres da cidade. (1) O Hospital Geral. Os diáconos se reuniam bem cedo aos domingos, para analisar o funcionamento do Hospital e deliberar sobre a assistência a famílias carentes específicas. A administração diária do Hospital estava confiada ao hospitaleiro, que residia no próprio local e supervisionava o programa de assistência aos muitos necessitados que ali residiam, tais como órfãos, menores abandonados, deficientes físicos e anciãos. O hospitaleiro organizava equipes de cozinheiros que faziam pão e vinho para os internos. Seus outros auxiliares eram um professor para as crianças, um barbeiro-cirurgião e um farmacêutico que prestavam assistência médica e serventes encarregados de tarefas mais simples. (2) o Fundo para os Estrangeiros Franceses Pobres (Fundo Francês). Criado em 1545, para angariar fundos junto aos refugiados ricos e utilizá-lo para dar assistência aos refugiados carentes.

            Nas Ordenanças Eclesiásticas, Calvino preocupa-se em que os diáconos sejam munidos de recursos suficientes para a execução de seu ofício junto aos necessitados e que se houver falta, sejam feitos os ajustes necessários conforme a necessidade. Calvino tem o ofício diaconal em alta conta, pois grande parte do pensamento social de Calvino tem origem nas suas considerações sobre o diaconato praticado em Genebra.


            O ministério diaconal não aparece como outros ministérios aparecem na liturgia da igreja, mas a sua importância é um dos esteios do amor cristão de uns para com os outros na igreja.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Aula 03 = Nas Mãos do Redentor


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Igreja Presbiteriana Jardim Goiás – Classe de Casais – 1º Semestre-2017
Rev. Hélio O. Silva e Sem. Marcos Rosa Oliveira.
Aula 3 = Nas Mãos do redentor.
Instrumentos Nas Mãos do Redentor – Paul David Tripp, Nutra, p.39-63 = 19/02/2017.
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Texto para leitura: 1 Coríntios 1.26-29.
Deus se importa com você e lhe deu a oportunidade de ser um instrumento nas suas mãos. Deus nunca se engana com um endereço.
Deus não quer que nos livremos de uma situação de crise ou pressão por acharmos que não somos capazes de servir apropriadamente. Muitas vezes simplesmente a solução de um problema para os outros e lavamos nossas mãos como se tivéssemos feito tudo o que era possível fazer.
Quando nos envolvemos com os outros, logo aprendemos que Deus também nos muda no processo. Servir aos outros é sair do nosso conforto. O que nos atrapalha a servir nem sempre é falta de compaixão pelas pessoas, mas a falta de coragem.
Por que não servimos?
a. Indiferença e falta de compaixão.
b. Desconhecimento da melhor forma de fazê-lo.
c. Presunção de não ser capacitado para isso.
d. Falta de coragem em se comprometer.
         O fato é que confundimos canos com ferramentas. Para que serve um cano? Para que serve uma ferramenta?
         Deus chamou o seu povo inteiro para ser instrumento de transformação em suas mãos redentoras. Ele não chamou somente alguns.
Qual o princípio das escrituras?
“Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias na vida de outras pessoas” (p.40). Qual o texto bíblico que melhor nos apresenta esse princípio? 1 Coríntios 1.26-29.
Vejam alguns exemplos: Moisés (um exilado assassino); Gideão (medroso escondido); Débora (dona de casa); Jael (mulher comum); Davi (pastor de ovelhas); Jeremias (jovem inexperiente); Amós (boiadeiro); Pedro (pescador); Paulo (perseguidor do evangelho).
Deus não nos chamou apenas para ser nosso redentor, mas também para sermos seus instrumentos de benção na vida uns dos outros.

Deus tem muitas ferramentas na sua caixa de ferramentas.
         O que você pensa quando se fala em crescimento pessoal? Encaminhar os problemas para os presbíteros e pastores? (encaminhar para os profissionais; pagar pra fazer). Afinal, para que pagamos o salário de um pastor?
         Enxergamos Deus carregando uma caixa de ferramentas muito pequena. Achamos que ministério é coisa para profissionais pagos. Para quem está fora dessa classificação servir é fazer uma oração, preparar uma refeição ou ajudar com uma contribuição financeira. Nosso chamado é para fazer mais que apenas isso!
Deus transforma a vida das pessoas à medida que pessoas levam a sua Palavra a outros.
Vejamos a dinâmica de Efésios 4.11-16.
®   A igreja funciona como um corpo.
®   A liderança não carrega o corpo, mas prepara os outros para fazerem juntos.
®   “o corpo efetua o seu próprio aumento”. “Justa cooperação de cada parte”.
®   No modelo bíblico de ministério o informal e pessoal ocorre mais que o formal.
®   Deus usa pessoas para alcançar e transformar pessoas. Não coisas.
Adeus organizou a vida da igreja de forma inteligente e intencional.

A palavra de Deus é o principal meio de transformação das nossas vidas.

         A pregação do evangelho não é só para o púlpito da igreja. Precisa transparecer em todo tipo de serviço cristão, desde o aconselhamento até nossas conversas mais corriqueiras. Se a pregação tem de ser bíblica, o aconselhamento cristão também tem de ser bíblico. Nossa conversação não pode ser torpe (Ef 4.29), mas deve procurar transmitir a graça aos que ouvem.
O que o serviço pessoal cristão precisa desenvolver?
a. Um coração compassivo.
b. A disposição de ouvir.
c. O compromisso de ajudar a carregar o fardo.
d. As verdades da Escritura que transformam os corações aplicadas às situações
    e relacionamentos.
         Responda à pergunta: Qual a qualidade de meus conselhos nos momentos informais em que sirvo às pessoas? (Cl 3.16).
E se alguém te perguntar o que fazer quando:
®   Sua melhor amiga encontrou uma revista pornográfica nas coisas do filho (ou do esposo).
®   O colega do futebol disse estar considerando separar-se da esposa.
®   Um colega se insinua sexualmente para as demais colegas do serviço.
®   O amigo de seu filho não quer mais frequentar a igreja.
®   O namorado de uma sobrinha insiste que frequentem motéis antes do casamento.
Não importa o que você vai responder, desde o momento em que te pediram uma opinião, a conversa se transformou em aconselhamento e ministério pessoal cristão.
O que você responderia se alguém lhe pedisse para dar uma aula de EBD, pregar um sermão ou dar um estudo bíblico num grupo familiar? _____________. Por que a sua resposta seria essa?
Qual a diferença entre as duas situações a não ser o aspecto formal? O primeiro não terei tempo para me preparar, o segundo sim. A principais ações de mudança feitas por Deus acontecem nos nossos relacionamentos e envolviments informais. Se a Palavra não habitar ricamente o nosso coração seremos péssimos servos na informalidade de nossas vdas!
A palavra de Deus é como chuva que rega a terra (Is 55.10-13). A chuva tem a capacidade de mudar radicalmente a terra que ela rega! Por que Deus faz assim conosco?
1º) Somos de fato os filhos da promessa.
2º) As mudanças apontam para a sua glória.
Perdidos encontram o caminho. Desprezados e solitários passam a viver em comunidade. Relacionamentos quebrados são restaurados. Confusos são esclarecidos e passam a pensar com clareza. Quem lutava pelo ou era explorado pelo poder, vive na dependência de Deus.

Como podemos levar os poder das Escrituras para a vida das Pessoas?

O que a Biblia é?
a. Uma enciclopédia do socorro divino.
b. Um excelente livro de teologia sistemática.
c. Um livro que satisfaz nossos anseios por felicidade.
d. Ela é palavra de Deus que nos penetra e nos transforma a partir de nossas
    raízes.
         A Bíblia não trata diretamente de inúmeros assuntos que movem as pessoas do século XXI (esquizofrenia, TDAH, adolescência, como assistir televisão, posições sexuais para casais casados). Para muitas pessoas modernas, como seria bom se a Bíblia fosse uma enciclopédia organizada por tópicos!
         Na verdade as Escrituras têm muita coisa a dizer sobre esses assuntos, mas não o faz da forma como desejaríamos. Nas escrituras os temas e assuntos estão organicamente ligados nas suas diversas formas literárias (narrativas, parábolas, profecias, poesia etc). o caso é que muitas vezes nós não usamos a Bíblia biblicamente.
Ser bíblico não é apenas citar vários textos de suas páginas para justificar nossos pensamentos e afirmações. Um exemplo disso é como interpretamos as narrativas bíblicas colocando o foco na ação humana e não na ação de Deus. Nas narrativas bíblicas o herói que resolve o problema é sempre Deus, não Abraão, nem Moisés, nem Davi. É sempre Deus!
Outro problema é nossa mania por tirar lições e criar modos de fazer para se alcançar vitória ou sucesso. Mas se olharmos as histórias bíblicas como narrativas redentoras, podemos aplicá-las mais eficazmente sem torcer a verdade da revelação divina.
Por exemplo: A história do êxodo tem muito a dizer sobre casais em conflito no casamento. Mostra quem eles são e porque brigam e onde encontrar esperança. Os temas que permeiam a história do êxodo estão presentes em todos os textos bíblicos que tratam do casamento e seus conflitos, porque essas passagens aplicam a história da redenção à vida do casal. A Bíblia não é um livro de autoajuda, que podemos usar para alcançar nossos desejos e alvos pessoais, esquecidos de que é exatamente a escravidão do pecado que sabota todos os nossos relacionamentos em todos os seus níveis. Cristo nasceu, viveu e morreu por nós para que não vivamos mais para nós mesmos (2 Co 5.14,15).
Cristo nos trouxe aqui para descobrirmos que estamos todos nasmãos do redentor.

Aplicações:
Como podemos nos tornar instrumentos nas mãos do redentor?

1. Consciência da soberania divina em tudo.
         A soberania de Deus nos dá estabilidade e consolo no enfrentamento de todos os obstáculos e provações.
         A soberania de Deus não diz respeito apenas ao poder e à posição governante de Deus, mas também à execução de seu plano redentivo.Nada foge ao controle de Deus, tudo coopera para o nosso bem porque Deus está no controle de tudo! (Rm 8.28). Isso é algo que precisamos saber e nisso descansar.
         Muitos casais estão em pé de guerra por causa do desejo de controlar o outro. Mas quando sabemos que não controlamos nada nem ninguém, que Deus controla tudo, podemos apaziguar o coração e mudar nossa postura e conduta no casamento.

2. Consciência da realidade prática da graça de Deus.
         Vivemos num mundo onde a graça existe para ser encontrada. Deus é soberanamente gracioso para conosco. A graça é tanto o meio da redenção quanto do fortalecimento espiritual e da capacitação para servirmos aos outros. A graça é sempre mais poderosa quando somos e estamos mais fracos (2 Co 12).
         Vivemos num mundo onde as pessoas só querem saber de seus direitos e do que desejam ter e ganhar. Quem foi alvo da graça, agora precisa aprender a dispensar a graça assim como a recebeu (Ef 4.29 = transmita a graça). Sem a presença da graça não haverá mudança. É a graça abundante que nos transforma e nos faz úteis para Deus nos usar na transformação de outros.
Ser gracioso é não querer ser o centro das atenções o tempo todo. É ajudar a fazer festa para os outros.

3. Fomos feitos para a glória de Deus.
         Fomos feitos para a sua glória e chamados para revelar a sua glória aos outros. O pecado faz de nós ladrões da glória de Deus. Estamos sempre conspirando para fazer com a glória seja nossa e tudo seja para nós. Quando buscamos apenas a nossa glória pessoal (traduzido na linguagem moderna por – realização pessoal, sucesso, não desistir de seus sonhos etc) acabamos nos tornando competidores e perdemos de vista a união em torno do Deus criador!

         Uma vida que vale a pena ser vivida é viver para a glória de Deus. Para sermos instrumentos nas mãos do redentor, precisamos nos submeter à sua glória, confiarmos na sua graça e descansarmos na sua soberania.

Aula 2 = A Melhor Notícia - Uma razão para se levantar de manhã


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Igreja Presbiteriana Jardim Goiás – Classe de Casais – 1º Semestre-2017
Rev. Hélio O. Silva e Sem. Marcos Rosa Oliveira.
Aula 2 = A Melhor Notícia: Uma Razão para se levantar de manhã.
Instrumentos Nas Mãos do Redentor – Paul David Tripp, Nutra, p.17-37 = 05/02/2017.
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Introdução: Apresentação do curso.
Servir ou ministrar? Eis a questão.
Nossa ênfase nesse semestre: Cada relacionamento pessoal é uma oportunidade para servir e ministrar. Queremos aprender que Deus nos transforma e santifica enquanto nos usa na transformação de outros (1 Co 3.6-9). Primeiro somos lavoura de Deus; depois nos tornamos trabalhadores na lavoura. Como se dá essa mudança? Primeiro recebemos cuidado, depois passamos a ajudar no cuidado de outros!
A dinâmica da vida cristã é que pessoas que precisam de transformação ministram (servem) a pessoas que precisam ser transformadas.
Esse entendimento nos faz saber que servir e ministrar são mais que uma função designada oficialmente na igreja e que ao percebermos isso, teremos muito mais oportunidades de sermos úteis e eficazes na igreja do que damos conta de fazer.
Servir é algo maravilhoso e sério ao mesmo tempo.
Efésios 4.15,16 afirma que é pelo serviço de cada parte, que o corpo efetua seu próprio crescimento. Deus nos chama para sermos seu povo e para sermos seus servos. Devemos deixar de ser apenas consumidores da fé para nos tornarmos participantes comprometidos.
Ser membro de uma igreja é mais que participar de eventos e estar ligado a uma organização, é um chamado que modela toda a nossa vida! (p.14).
Nosso tempo impõe o conceito de “pagar para fazer”. Todavia a Bíblia ensina diferente: Nós somos o corpo, nós fazemos o nosso próprio aumento servindo uns aos outros.
Nosso foco é triplo:
1. O que preciso saber?
2. Como se aplica a mim?
3. Como posso usar no meu ministério pessoal de servir outros? (como um cristão que é ao mesmo tempo marido, pai e irmão na fé).

1. A Melhor notícia é o evangelho.
         Qual a melhor notícia? O que me faz levantar de manhã? O Evangelho é a unia coisa pela qual vale a pena viver (1 Tm 1.11b-17).
Por que razão? Por causa da criação e do plano eterno de Deus para nós.
No início havia perfeita harmonia entre o criador, o homem e o restante da criação. Havia entendimento, comunicação e amor. Havia equilíbrio e satisfação em obedecer aos mandatos divinos da criação:
®  Mandato cultural = ser fecundos, multiplicar-se e dominar a terra.
®  Mandato social = constituir família e cuidar dela.
®  Mandato espiritual = comunhão e obediência para com Deus.
A estrutura do plano divino envolve: Criação, queda, redenção e consumação.
O pecado trouxe a queda e quebrou a harmonia na criação em relação ao seu criador. O egoísmo pecaminoso faz com que as pessoas queiram ser servidas, mas odeiam servir. Querem controlar e serem autossuficientes; em vez de amar as pessoas e usar as coisas para servi-las, amam as coisas e usam as pessoas para alcançá-las. Agora as pessoas abusam umas das outras, física, social e sexualmente.
O homem corrompeu-se pelo pecado, degradou-se no pecado  e tornou-se seu escravo (Rm 6.23).
Para esse homem perdido Deus enviou Cristo, a boa nova do Evangelho. A pregação de Cristo mostra que é assim (Mc 1.15): “Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia pregando o evangelho de Deus, e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho.
O Evangelho de Cristo fala de uma Deus que não se esquece de nós e que se interessa por nós! Na redenção, Cristo coloca o reino de Deus dentro de nós (Lc 17.20,21). Nossas principais batalhas são travadas dentro do coração.
Na consumação, esse reino será totalmente visível (Ap 19.6-9).
 “Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso. Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou, e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos.”   
O que é que vamos celebrar no céu?
_ Eu consegui aquele emprego! Meu casamento é fantástico! Tenho muitos amigos! Venci a depressão e dominei os meus medos! Não, cantaremos duas coisas fundamentais:
a) A vitória do cordeiro (Cristo).
b) As bodas do cordeiro. A união eterna da igreja com seu Salvador, sem rugas, nem marcas e nem pecados! Mas gloriosa e santa para ele.
Então, pelo que vale a pena viver? CRISTO!
O Evangelho está associado a um chamado ao arrependimento. Arrependimento é uma mudança radical da direção para a qual dedicamos nossos corações. A mudança por meio do arrependimento é possível porque o Rei já veio! Ele veio para restaurar todas as coisas ao seu propósito original: Existir e viver para a glória de Deus (Ef 1.6,12,14).
Como pais cristãos, precisamos olhar para nossos filhos e perceber Cristo procurando seus corações para serem seus, orar por isso, e nos colocarmos à disposição do Senhor para sermos parte do canal pelo qual ele fará isso!

2. A razão porque há esperança está numa pessoa: Cristo.
         A mudança que transformará os corações das pessoas não virá do entulho das ideias humanas, mas diretamente de Cristo (Jo 14.6; At 4.12; 1 Tm 2.5). “No seu poder encontramos esperança e a ajuda que necessitamos para derrotar os inimigos mais poderosos” (p.26). O único meio de mudança permanente é a graça do Redentor. O mundo oferece sistemas, regras ou passos num processo de mudança que nunca termina e nunca chega no lugar certo. Nós devemos levar as pessoas ao Deus-homem Jesus Cristo. Ele é o caminho, a verdade e a vida! (Jo 11.25 e 14.6).
Isso é importante porque se vamos ajudar a alguém precisamos saber o que está errado e o que é necessário para que mudem. Ao rejeitar a visão bíblica sobre o ser humano (criado – não evoluído; pecador – não neutro; dependente de Deus – não autossuficiente), o mundo elimina qualquer esperança de responder precisamente a pergunta “o que está errado?”
Nosso problema básico é o pecado. Na Bíblia o pecado é uma condição que resulta em comportamento. Somos pecadores por natureza e por isso praticamos atos pecaminosos (Rm 3.23). Por isso o pecado marca tudo que nós pensamos, dizemos e fazemos.
Porque somos pecadores o problema não é só a experiência, mas também como lidamos com ela. O pecado distorce nossa visão das coisas; distorce nosso entendimento e distorce nossas ações para resolver nossos problemas e na ajuda que prestamos aos outros na resolução dos deles.
Lembre-se que pecadores tendem a agir pecaminosamente quando são vítimas dos pecados dos outros. O pecado se faz presente às nossas reações aos pecados de outros, está presente nas nossas reações ao sofrimento; mas também se apresenta quanto às nossas próprias reações às bênçãos de Deus (o inteligente zomba do burro; o melhor atleta zomba do que não é tão bom quanto ele; o mais rico menospreza o mais pobre; o branco se acha melhor que o negro).
A filosofia de vida que nos afasta de Deus, as vãs sutilezas e as tradições dos homens podem nos afastar de Cristo (Cl 2.8).

3. O que o pecado nos faz?
         O pecado é a nossa grande doença. Ele complica o que já é complicado. Por causa de nossos pecados a vida sob a queda fica pior ainda. Nossos problemas mais profundos não experimentais, nem biológicos, nem de relacionamento. Ele é moral, é o pecado.
®  Distorce nossa identidade.
®  Altera nossa perspectiva.
®  Sabota nosso comportamento.
®  Sequestra nossa esperança.
Moisés escreve em Gênesis 6.5 que a maldade do homem é um mal contínuo.
Ilustração: O bêbê que quer mexer tomada. Você explica porque é perigoso, mas alguns dias depois ele vai lá e tenta mexer tomada. Se você não impedir ele vai tomar xoque! Por que fazem assim?

a) O pecado é rebeldia. A rebeldia é a tendência inata de ceder às mentiras da independência, autossuficiência e egoísmo. Essa atitude afeta a forma como encaramos as dificuldades e até mesmo as bênçãos de Deus para nós, porque nos a pensar em nós mesmos acima de tudo, em primeiro lugar. Queremos controlar, mas odiamos ser controlados (para nós estar debaixo do controle de outrem é manipulação, mas não pensamos assim quando tentamos controlar os outros).

b) O pecado é insensatez. Ela acredita que nenhuma teoria, prática, perspectiva, discernimento ou “verdade” é mais confiável que a nossa própria. A insensatez é a rejeição de nossa verdadeira natureza, que é pecaminosa.

c) O pecado é incapacidade de fazermos o que Deus nos ordenou. Rejeitamos a vontade de Deus porque insensatamente achamos que a nossa forma de fazer é a melhor para nós mesmos. Mas o pior é que mesmo quando temos a intenção certa, não alcançamos o padrão santo de Deus (Rm 7.19,21-23). Nossa natureza pecaminosa nos impede de fazermos o que é certo sem a ajuda de Deus.
         Somos, por natureza, dependentes de Deus; e caídos no pecado, além de dependentes, somos carentes (necessitados) do favor de Deus.

Aplicações:

1. Você já recebeu e se apropriou da boa notícia como sendo para você, como sendo sua?
É assim como nos tornamos cristãos.

2. Você tem o Filho de Deus? Quem tem o Filho tem a vida (Jo 3.36; 1 Jo 5.10,12).

3. Como você lida com os seus pecados pessoais? Isso é importante discernir, pois certamente você lidará com os pecados de outros na sua experiência cristã (pais, filhos, amigos, irmãos).

4. Finalmente. O que te motiva a levantar-se de manhã? A graça de Deus recebida, a boa nova do Evangelho, ou todos os seus compromissos seculares (trabalho, dívidas, família, status).
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