O Bom pastor e seus comentários

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

De Um Pai Para Uma Adolescente


Hélio O. Silva De Um Pai Para Uma Adolescente.
1º/06/2003.

Eu não quero que você olhe para trás; não quero que olhe para baixo e desista. 
Eu quero que você aprenda a lutar e resistir. 
As pressões do mundo são perigosas e sedutoras. 
Eu não quero que aprenda a competir e destruir, mas desejo que aprenda a cooperar para construir. 
O mundo pode ser bem melhor se o amarmos como Deus ama.

Não espero de você sempre o primeiro lugar, só desejo que se esforce o suficiente, porque o suficiente não é medíocre. 
Ele é apenas o que tem que ser. 
Mais que o suficiente pode ser o resultado da cobiça; o cansaço que não conseguimos superar. 
Deus não nos criou para a fadiga, mas somente para o trabalho justo e honesto que produz sustento e felicidade.

Eu não quero que você seja mais do que é e do que chegará a ser com a graça de Deus. 
Eu não quero que caminhe nos meus sonhos, mas que construa os seus pelos mesmos caminhos e princípios que construí os meus, pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam” (Sl 111.10). 
Eu não quero te prender a mim, pelas minhas mãos; só quero não perder a sua mão e sua companhia pelo caminho, quando eu precisar que me ampare. 
E quero te conduzir livremente às mãos acolhedoras do Senhor Jesus, o nosso bom pastor.

Eu não quero diminuir você, mas apenas te ensinar o que é autoridade e respeito; coisas que você vai precisar logo mais adiante. 
Ao ensinar-lhe as regras, não construí prisões sem fim. 
Logo aprenderá que as regras são libertadoras, pois lhe permitem saber o que fazer e quando fazer. Viver sem elas é perder tempo com tudo e não ganhar nada!

Eu não quero ser melhor do que você, eu só quero ser um bom pai; e, sorrindo, te chamar de filha... Eu quero te amar agora; e quero te amar mais ainda depois. 
Porque também preciso do seu amor agora; e muito mais depois, quando envelhecer...

Com amor, Pr. Hélio O. Silva

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O Significado do Natal (Mateus 1.18-25)


O Significado do Natal (Mateus 1.18-25)
Rev. Hélio O. Silva = 1º/12/2005

No filme “O Expresso Polar”, produzido por Tom Hanks, recém chegado às locadoras, o sentido único do Natal é a crença no Papai Noel. Um menino é levado ao Pólo Norte para ver o Papai Noel pessoalmente. O Natal só ganha significado para ele quando é levado a dizer “eu creio” no Papai Noel. Notem os irmãos que é uma proposta de fé numa lenda, numa estória com o intuito claro de substituir a história verdadeira. O homem deixa de crer na verdade para crer em fábulas COMERCIAIS como se fossem a verdade mais pura e bela.
O dia 25 de dezembro foi escolhido, no período patrístico, por pelo menos três razões: (1) Substituir o rito pagão da Saturnália. (2) Substituir as comemorações do soltíscio do inverno (entrada do verão), quando se adorava o sol, ou o Sol Invicto. (3) Era a data de aniversário do imperador Constantino.
Seria uma discussão irrelevante tentar questionar as comemorações do Natal em função dessa data; visto que John Knox e até mesmo Calvino o fizeram e nada mudou. Mas é preciso pelo menos manter fresca na memória as razões verdadeiras do Natal
O NASCIMENTO DE CRISTO É UM MILAGRE REALIZADO PELO ESPÍRITO SANTO (v. 18-20). Uma mulher grávida sem coabitação humana. Cristo nasceu de uma virgem. Esse é um ponto fundamental da nossa fé em Cristo. Nascendo de uma virgem, de modo sobrenatural, ele estaria livre das imperfeições e pecados humanos.
O NASCIMENTO DE CRISTO ACONTECEU PARA ELE REALIZAR A NOSSA SALVAÇÃO (v.21). O nosso salvador é o rei prometido da família de Davi, enviado por Deus “Porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (cf. Rm 4.25). O significado do Natal é a encarnação de Cristo. “O Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a humanidade - foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem. (Confissão de Fé de Westminster cap. VIII.2)
O NASCIMENTO DE CRISTO ACONTECEU PARA QUE SE CUMPRISSE AS ESCRITURAS (v.22-25), pois todos os acontecimentos da história obedecem ao desígnio de Deus. A história do Natal não é a história da maternidade de Maria, mas é a história do nascimento do nosso Salvador. Embora Jesus seja o primogênito de Maria (Lc 2.7), Ele é primeiramente o unigênito de Deus (Jo 3.16). Não só Maria, mas também José, foram pessoas agraciadas por Deus de forma especial, mas, depois do nascimento de Jesus, tiveram uma vida normal de marido e esposa, sem que isso implicasse em qualquer prejuízo da sua participação na educação de Cristo, pelo contrário, contribui para que ela fosse essencialmente normal e humana.
Assim, concluímos que:
(1) O nascimento de Cristo é um milagre no qual devemos crer! Cristo não é uma fé concorrente à fé no Papai Noel, porque Cristo nasceu e viveu, o papai Noel é uma mera ficção do mundo, uma fábula, nada mais. O Papai Noel de minhas filhas sou eu, mas Cristo é o nosso único e suficiente SALVADOR.
(2) O nascimento de Cristo cumpre os propósitos de Deus quanto a nós. O Natal é mais um dia para celebrarmos o perdão dos nossos pecados. E Não nos esqueçamos disso! E assim como Cristo nasceu e viveu para cumprir os propósitos de Deus, também assim vivamos nós.
(3) O nascimento de Cristo e sua humanidade são uma dádiva, um presente, a prova do amor de Deus por nós (Jo 3.16; Rm 5.8). É isso que nos dá um FELIZ NATAL!
Com amor, Pr Hélio.
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