O Bom pastor e seus comentários

O Bom pastor e seus comentários

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lei da Homofilia Para Leigos


A Lei da Homofilia, Para Leigos...

Parece que com tanto escândalo de homossexualidade no meio evangélico nos últimos tempos, ficou difícil falar sobre o assunto. Já tem, no entanto, bastante material publicado sobre a reação cristã e conservadora ao PROJETO DE LEI nº 5003/ 2001, que foi aprovado pela Câmara de Deputados Federal em dezembro de 2006. Todavia, O que é este projeto de lei?
A autora é a Deputada Iara Bernardi e tem como ementa alterar a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Dá nova redação ao § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, e ao art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências. A nova proposta “Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.” Trataremos apenas da Lei 7.716 nessa pastoral.
Observe que a lei extrapola a constitucionalidade, em função de pressões de grupos chamados minoritários, acrescentando "orientação sexual e identidade de gênero. Segundo as Escrituras, e todo o bom senso, só existem dois gêneros: macho e fêmea, "assim Deus o fez". Mas agora, por força de lei, serão aumentados! Além de "macho e fêmea", serão incluídos os cidadãos que se denominam GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais), liderados pela Cidadania GLBT, do Partido dos Trabalhadores.
Os cidadãos perderiam o direito da livre expressão de opinião e manifestação de conceitos emanados da Escritura, como cremos. Esta situação se estende e toma proporções enormes em vários outros artigos do PL; como os artigos 4º ao 8º da Lei nº 7.716 (http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/42/1989/7716.htm). Onde fica o direito reservado de manter padrões morais nos quais cremos e que vão além da nossa esfera íntima e adentram na esfera pública? O mesmo se aplica a uma escola confessional ou à babá de seus filhos.
De forma prática, o que o Projeto de Lei (PL) propõe: você está tomando uma refeição com sua família em um estabelecimento privado de acesso público (um restaurante) e um "casal" GBLT assenta-se na mesa à frente e começa a 'manifestar afetividade' que seja permitida aos demais cidadãos. Nem o proprietário, você, ou a autoridade policial, poderia se manifestar contra. Isto até poderia acontecer com um casal heterossexual, afinal, não há lei que proíba. O proprietário do lugar poderia pedir recato ao casal heterossexual e até mesmo pedir que se retirassem do estabelecimento. Mas o "casal" BGLT estaria protegido por lei! Na prática, isto aconteceu há alguns anos em shopping de São Paulo. Um "casal" homossexual foi abordado por um segurança a respeito de sua 'manifestação de afetividade' pública. Em resposta, a comunidade homossexual promoveu um 'beijaço', fazendo com que o shopping, inclusive, ficasse conhecido com outro nome.
Mas não fica por ai a mordaça pretendida. Imagine um pregador relatando o que a Escritura fala sobre o homossexualismo e suas conseqüências... Cai na prática de "incitar a discriminação de... orientação sexual e identidade de gênero."
Por último, nesta lei, veja quem pode denunciar além daquele que sentir-se diretamente ofendido: “Art. 20-A. A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta Lei será apurada em processo administrativo e penal, que terá início mediante: I – Reclamação do ofendido ou ofendida; II – Ato ou ofício de autoridade competente; III – Comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.”
Em suma, este PL não está buscando direitos constitucionais iguais para os homossexuais, e sim, buscando direitos exclusivos que nenhum outro cidadão brasileiro tem. Esta se torna a 'minoria' super protegida, que abusa da palavra preconceito para ter mais direitos do que os outros. Para uma visão cristã a respeito do homossexualismo, indico o livro do Dr. Valdeci Santos, Homossexualidade, uma perspectiva cristã, Editora Cultura Cristã.
Esta pastoral é um convite ao exercício da sua cidadania: Vá à página do Senado Federal e vote NÃO na enquete sobre a matéria: "Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que torna crime o preconceito contra homossexuais?" A própria enquete já é tendenciosa: Acesse a página do Senado Federal: http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0. A enquete encontra-se na barra lateral direita, ao centro. DIGA NÃO!
Leia o post completo em:
http://tempora-mores.blogspot.com/2007/03/lei-da-homofilia-para-leigos.html.
Rev. Mauro F. Meister. Adaptado por Rev. Hélio O. Silva.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Artigo na SAF em Revista - De Um Pai Para Uma Adolescente.


Atos 13.2: O Papel do Espírito Santo Na Missão


“O Papel do Espírito Santo na Missão”

O papel do Espírito Santo em Missões precisa ser ressaltado, porque é
ele quem escolhe e envia! Observemos três declarações de Lucas emAtos 13.2
quanto a esse fato:
A palavra que designa “serviço” se refere à liturgia, ou ao serviço que o
sacerdote prestava no templo. Eles serviam a Cristo no culto e com o culto. É
muito possível que esse serviço seja uma referência à oração, como a principal
característica do culto ao lado do ensino e da pregação (profecia). Esse serviço
era direcionado a Deus, que é o Senhor digno de obediência. Logo, a obra
missionária está inserida dentro do espectro da obediência da igreja ao Senhor. Quem rejeita esse tema no
cronograma do ensino da igreja, corre o risco de estar desobedecendo a Deus! O culto é instrumento do
Espírito para a chamada à obra missionária.
Essa verdade não mudou com o tempo. O Espírito
continua falando à sua igreja. Muitos querem monopolizar a sua ação determinando como ele deve falar.Um
grupo se fecha em torno da revelação escrita tratando o Espírito como se ele fosse um deus de papel. Outros
menosprezam as Escrituras abrindo-se totalmente a novas revelações, conduzindo a igreja por caminhos
perigosos e temerários. Porém, sabemos que o Espírito jamais entrará em contradição consigo mesmo e que
sempre falará de acordo com o que já falou nas Escrituras, pois é Deus imutável e a revelação já se fechou em
Cristo (Cl 2.9; Hb 1.2,3). Se não formos uma igreja comprometida com o equilíbrio entre o Espírito Santo e
sua Palavra que santifica (Jo 17.17), jamais faremos missões de forma eficaz, porque o subjetivismo nunca
será uma base segura sobre a qual poderemos edificar (I Co 14.36-38). O Espírito não sopra ventos de
doutrina, mas a objetividade segura de sua vontade já anunciada nas Escrituras (Ef 4.14). Nós percebemos
isso ao ver quem ele separou para a obra. Os dois pastores mais maduros e experimentados que a igreja tinha.
No muçulmanismo os lideres enviam jovens imaturos para a morte em carros-bomba por amor a Alá. No
cristianismo são os líderes que oferecem a sua própria vida pela igreja, porque Cristo fez assim pessoalmente
por nós na cruz!
No original a palavra “chamado” está no perfeito médio, ou seja, o
Espírito os chamou para si e no passado. O chamado não é algo que acontece por acaso e para um
determinado período, mas ele tem a ver com toda a nossa vida, com a razão de toda a nossa vida. Não haverá
alegria enquanto esse chamado não correr por nossas veias junto com o nosso sangue. Esse chamado é uma
ação do próprio Deus, que se define por uma separação, uma delimitação de fronteiras na qual cada um é o
que faz. Assim a missão se realiza no ser cada um de nós o pastor, o mecânico, o médico, o missionário.
Nossos nomes ficam delimitados pelo que o Espírito nos faz ser. Em todos esses campos devemos ser
instrumentos de Deus para a difusão do seu reino e glória. Mas o que é encantador é que o chamado nos
conduz na direção do Espírito, pois ele nos chama para si, e ao nos enviar, não se despede de nós, porque ele
mesmo vai conosco e nos conduz pelo caminho, e assim estaremos mais perto dele o tempo todo. Deve ficar
entendido que o chamado tem implicações tanto para quem vai como para quem fica. Quem fica arca com o
sustento. Quem vai, age em nome de quem o sustenta. Não podemos brincar com isso, porque sustentar
envolve sacrifício e consagração, e agir em nome de quem sustenta implica em lealdade. Em ambos os casos
devemos submissão ao Espírito que chama, capacita, envia e sustenta.
AAção do Espírito se dá no contexto do serviço obediente da igreja.
O Espírito fala presentemente à sua igreja.
O Espírito chama e envia.
Com amor, Rev. Hélio de O. Silva
(Atos 13.2)
IGREJA
BRASIL DO
PRESBITERIANA
ANO XX - N° 36 Boletim Dominical Goiânia, 6 de setembro de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fortalecendo os Laços


Fortalecendo os Laços

É preciso fortalecer os laços, pois com o passar do tempo, eles podem se afrouxar. Podem seguir assim por um tempo, mas não por muito tempo; menos ainda por todo o tempo. Se desatados os laços, perder-se á a força do compromisso. O verdadeiro sinal do compromisso não é a beleza das festas ou das viagens longas, mas a perseverança não abalada em muitos quilômetros de caminhada. A sabedoria das palavras ditas a seu tempo (Pv 25.11) e a graça do arrependimento e do perdão responsivo (Lc 17.4).
É preciso fortalecer os laços, para que permaneçam firmes e bonitos; enfeitando com beleza e cor, o compromisso do amor e das alianças trocadas diante de Deus. O significado do casamento não pode ser reduzido à fragilidade passageira de uma simples relação. Uma aliança é o estabelecimento de um pacto duradouro e não um mero acordo passageiro de interesses e lucros. Enganaram-se aqueles que amarraram seus laços com as cordas egoístas da busca pela felicidade pessoal, porque sem entrelaçar o seu amor com o amor do cônjuge não houve verdadeira união. Laços verdadeiros ficam firmes quando há sincera entrega, submissão e amor sacrificial (Ef 5.22 e 25).
É preciso fortalecer os laços com delicadeza e ternura, para que não sejam amarrotados ou desalinhados; para que reflitam lealmente o seu significado e para que enalteçam o tempo passado. Para que isso aconteça é preciso cuidado e atenção; separação de tempo e a paciência do aprendiz que não se contenta apenas com o serviço feito, mas somente com o serviço bem feito! Discernimento, consideração e dignidade são as pedras com as quais se enfeitam laços firmados com oração (I Pe 3.7).
Laços fortalecidos significam amadurecimento e atenção; significam carinho e zelo; significam interesse não arrefecido. São testemunho de que o tempo nem sempre estraga as coisas, mas lhes dá um valor muito mais precioso e permanente. Laços são fortalecidos quando não se come o pão da acomodação; quando não se constrói uma parede de desconfiança ou quando não se enterra um segredo no ressentimento e na mágoa.
Queridos casais, não deixem desatar os laços, façam-nos fortes e Deus lhes dará a sua benção. “O que Deus uniu, não o separe o homem”. Marcos 10.9.
Com amor, Pr. Hélio.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Eles Renovam as Suas Forças - Isaías 40.30


Pastoral:

Eles Renovam as Suas Forças... (Isaías 40.30)

Só pode renovar as forças aqueles que as perderam. Assim, não fica difícil perceber que o povo de Deus é formado por pessoas comuns; que tem problemas e aflições tão comuns a todos. Entretanto, o povo de Deus compartilha de uma esperança também comum a todos que aprenderam a andar com Jesus. Eles renovam as suas forças. Eles vencem e ultrapassam barreiras. Quando pensam que perderam, levantam-se fortes como nunca. Quando pensam que não lutarão mais; eis a espada em suas mãos. Quando pensam que perderam a batalha, a trombeta anuncia sua vitória. Por que é assim?
Porque eles têm esperança. Eles não se entregam à loteria da sorte; eles olham para Deus. Eles não confiam nas palavras passageiras das promessas humanas, mas nas eternas promessas de Deus. Sua esperança vem do futuro e se arraiga no passado.
Porque eles têm uma esperança que os distingue. Eles esperam no Senhor e em nenhum outro. É naquele que pode socorrê-los e não em planos de governo mirabolantes e efêmeros.
Porque eles têm uma esperança não delimitada por eles mesmos, mas por Deus. É no Senhor, nos limites da sua graça e da sua misericórdia fiel e eterna. O caminho da sua esperança é o caminho da ressurreição e da eternidade com Jesus.
Porque a sua esperança está no Senhor. Naquele que reina para sempre, que tem todo o direito de domínio e soberania e que quando estende seu braço poderoso, ninguém pode resistir. Quem resistirá ao braço do Senhor?
Porque a sua esperança se alimenta da obediência. Não são autônomos, mas dependentes de Deus; e na obediência às Escrituras aprendem a proclamar sua submissão àquele que não trai a confiança, antes a alimente com sua ternura de Pai, a mediação presente do Filho e a alegria contagiante de seu Espírito.
Você já faz parte desse povo? Venha renovar as suas forças conosco! Deus te abençoe.
Com amor, Pr. Hélio (10/11/2001).

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Que a Ressurreição de Cristo Não Significa


Hélio O. Silva = 16/04/2009
O Que a Ressurreição Não Significa!

Primeiro: Não cremos que o Senhor ressurreto é apenas uma influência que sobreviveu, no sentido de que a memória do seu exemplo continua sendo uma inspiração para nós. Isso é o que o mundo faz, por exemplo, com Che Guevara. Em vários muros de nossa cidade, podemos ler a frase: “Che Guevara vive!”, mas todos sabemos que ele está morto, e recentemente seus ossos foram encontrados na Colômbia e transportados para um enterro mais decente em Cuba. A grande declaração do Novo Testamento não é “Cristo vive!”, mas “Cristo ressuscitou!”

Segundo: Não cremos que o Senhor ressurreto é um cadáver ressuscitado. Ressurreição é muito mais do simplesmente reviver, ou voltar à vida. Cristo não ressuscitou no mesmo sentido em que ele ressuscitou a filha de Jairo (morta sobre uma cama), ou ao filho da viúva de Naim (dentro de um caixão, a caminho do cemitério); ou a Lázaro (que já estava enterrado há 4 dias). Ressurreição é diferente de ressuscitação. Ele não voltou à vida vulnerável que tinha antes, porque ao ressuscitar, foi elevado a um novo nível de existência, em que ele já não era mais mortal, mas estava “vivo pelos séculos dos séculos” (Ap 1.18). Ele não era um fantasma etéreo que na linguagem do filme “Gasparzinho”, tinha “negócios pendentes a resolver”. Ele ressurgiu da morte em todo o seu poder de Rei!

Terceiro: Não cremos que o Senhor ressurreto é uma religião resgatada na experiência dos discípulos. O evangelho não é a descrição da interpretação dos discípulos a respeito da cruz de Cristo. A ressurreição não é apenas um testemunho da fé da igreja, ou seja, o testemunho daquilo que eles decidiram crer quanto aos eventos relacionados à crucificação de Jesus. Vista assim, seria apenas uma experiência pessoal e subjetiva a respeito de Cristo, e não a fé objetiva, clara e histórica num fato verdadeiro que aconteceu.

Quarto: Não cremos que o Senhor ressurreto é uma personalidade desenvolvida; ou seja, alguém que avançou no seu desenvolvimento pessoal alçando a uma posição espiritual superior. Isso é espiritismo. O que Cristo fez na cruz e ratificou na ressurreição não foi a abertura de um caminho de crescimento espiritual, mas foi uma obra de redenção de pecadores (Lc 24.46,47). Não cremos que a ressurreição seja a obtenção de um novo “conhecimento espiritual” uma nova “gnose”, mas a realização de nossa salvação!

Quinto: Não cremos que o Senhor ressurreto é apenas uma experiência ativa do Espírito. Muitos querem que encaremos a ressurreição como um evento presente e não um evento passado. Isso é muito fácil de ser percebido nos cartões de páscoa que dizem: “Que Cristo ressuscite em seu coração nessa páscoa”. Essa tendência confunde o Cristo ressurreto com a ação do Espírito na Igreja. Pois acredita que uma vez que a nossa fé é uma experiência com o Cristo ressurreto, e que ele se manifesta hoje através do Espírito, então a ressurreição só pode ser entendida como a manifestação do Espírito hoje na comunhão da igreja e na expressão comunitária do amor de Cristo. A ação do Espírito não visa substituir ou suplantar a Cristo, mas visa conduzir-nos a ele (Jo 14.26; 16.13,14).

Ao contrário disso tudo, Jesus afirma que ele é uma pessoa transformada. Ele é a mesma pessoa (Lc 24.39), mas a ressurreição lhe deu um corpo glorificado, transfigurado e transformado, dotando-lhe de novos poderes e conferindo-lhe imortalidade. Deus não permitiu que o seu Santo visse corrupção (Sl 16.10); Deus interferiu no processo natural da decomposição e corrupção do corpo de Jesus no túmulo, resgatando-o do reino da morte e transformando o seu corpo num veículo adequado para a expressão de sua personalidade vitoriosa! É nisso que nós cremos ao afirmar a ressurreição. A ressurreição é um evento físico, objetivo e histórico. Ela aconteceu realmente, envolvendo o corpo real de Cristo; é um evento datável na cronologia do tempo e da história mundial. Ela é pesquisável, no sentido de que a Bíblia nos fornece elementos suficientes para entendê-la e crer na sua veracidade, habilitando-nos a entregar confiadamente as nossas vidas em suas mãos (Jo 17.3). Creia na ressurreição!
Com amor, Pr. Hélio.
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