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Mostrando postagens com o rótulo Gálatas

Exposição de Gálatas 6.11-17 = A Alegria na Cruz (Sim, Eu Amo Essa Cruz)

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Exposição 15 = Gálatas 5.1-12 - A Religião Falsa e a Verdadeira

Introdução: Muitos detestam polêmica, outros, dão a vida procurando uma até encontrar. A Bíblia ensina que polêmica é algo que devemos evitar, mas que não devemos fugir delas quando o evangelho estiver em jogo. Contexto: Em Gálatas, Paulo mergulha de cabeça na controvérsia com os judaizantes para defender a pureza do evangelho da graça. Negar a justificação dos pecadores por meio unicamente da graça de Deus é algo que não podemos aceitar em alguma, porque denigre o nosso salvador porque tenta desfazer o escândalo da cruz. O ponto em discussão é: Negar a justificação pela fé somente é escolher o caminho da falsa religião desligando-se de Cristo. Proposição: Paulo mostra a diferença entre a falsa e a verdadeira religião. Primeiro focalizando a vida dos crentes e depois o ensino dos mestres: I. CRENTES VERDADEIROS E FALSOS v. 1-7: O verso 1 é formado de duas sentenças que possuem uma afirmação seguida de uma ordem. A afirmação é que Cristo nos libertou para ficarmos livres....

Exposição 14 = Gálatas 4.21-31 - Liberdade e Escravidão: Isaque e Ismael.

Introdução: Algumas pessoas consideram esse parágrafo da epístola o mais difícil. Isso porque o texto faz duas exigências para a sua interpretação que não podem ser evitados: (1) Um bom conhecimento da história do Antigo Testamento. (2) O argumento de Paulo é muito técnico e exige muita atenção ao propósito de seu discurso. Contexto: Sua mensagem, no entanto, é bastante contextual para nós, pois trata da complicada questão de como podemos viver nossa liberdade em Cristo e não estar sob a Lei. Existem cristãos que vivem um cristianismo legalista reduzido à observância de regras, tratando o evangelho como se fosse uma nova lei que nos prende e disciplina. Paulo confronta os judaizantes com a própria Lei, pois diziam viver debaixo da Lei, mas não a obedeciam completamente. Os verdadeiros herdeiros de Abraão são os que vivem pela fé, assim como ele viveu. Proposição: Paulo faz um contraste entre liberdade e escravidão, exemplificados na vida de Isaque e Ismael; Sara e Hagar. Seu a...

Exposição 12 = Gálatas 4.1-11 - Antes Escravos, Mas Agora Filhos (Sem. Rogério Bernardes).

Introdução/ Contexto: Paulo acaba de explicar a relação existente entre Abraão, Moisés e Cristo. Deus deu a promessa a Abraão e a Lei a Moisés. A Lei não foi dada com o propósito de anular a promessa, mas com o propósito de torná-la mais necessária e urgente. Paulo mostrou como essa promessa se cumpriu em Cristo. Agora, Paulo faz um contraste entre a nossa condição sob a Lei (v. 1-3) e sob Cristo (v. 4-7) concluindo com um forte apelo à vida cristã (v. 8-11). Proposição: Estes onze versículos mostram quatro benefícios que recebemos decorrentes da vinda de Cristo. I. FOMOS RESGATADOS DA LEI (v.5a) Pela lei nós estávamos condenados, havia uma sentença de condenação pronunciada por ela e um castigo de morte eterna exigido por ela (Gn 2:17; Dt 30:15-19; Rm 5:12). Cristo nos comprou e nos libertou dessa maldição. a) Como? Pagando com o seu próprio sangue o preço do resgate (1 Co 6:20; 7:23). Se todos nós nascemos em pecado – como diz Davi no Salmo 51 – por causa de Adão (Rm 5:1...

Exposição 11 = Gálatas 3.23-29 - Sob a Lei Ou Em Cristo? (Sem. Rogério Bernardes)

Introdução: Filme “As Primícias” Contexto: Em Gl 3:15-22, Paulo recapitulou 2.000 anos de história do AT, desde Abraão, passando por Moisés até Cristo. Mostrou como esses nomes estão relacionados entre si no desenrolar do propósito de Deus. Agora Paulo passa a mostrar que esse desenvolvimento da promessa é mais que uma história do AT e da nação judaica. Mas como diz John Stott “é a biografia de cada um de nós, ou, pelo menos, de cada cristão”. Qualquer pessoa, ou está presa a lei, ou está libertada da lei. Ou está vivendo no AT ou no NT Proposição: Estes sete versículos mostram o antes e o depois, sem Cristo e com Cristo, como estávamos e agora como estamos. I. ESTÁVAMOS SOB A LEI (v.23-24) Paulo começa nos dizendo como era o estado em que os homens se encontravam antes que viesse “a fé”. É importante compreendermos que essa fé que o apóstolo se refere, não está em seu sentido geral, mas é específico. Pois encontramos fé na própria experiência de Abraão. Devemos, portanto, o...

Exposição 10 = Gálatas 3.15-22 - A Lei e a Promessa (Sem. Rogério Bernardes)

Contexto: Paulo continua expondo “a verdade do evangelho” que vem mostrando desde os capítulos anteriores, isto é, que a salvação é um dom gratuito de Deus, recebido por meio da fé em Cristo, independentemente de qualquer mérito humano. Só que agora, tendo introduzido a idéia de promessa v.8, ele imediatamente reconhece a necessidade de discutir seu relacionamento com a lei. Proposição: Paulo nos mostra nestes versículos, a relação existente entre a Lei e a Promessa. I. A PROMESSA É SUPERIOR À LEI (v.15-18) É ridículo pensar que Deus seja menos ou até mesmo igual ao homem mortal. Então Paulo constrói um argumento que parte do menos importante para o mais importante, ou seja, do homem para Deus. O próprio Jesus usava vários exemplos humanos para assimilarmos o significado divino. Ao falar sobre aliança entre seres humanos, Paulo fala de coisas vividas a todo instante. Coisas que eles estavam acostumados a fazer, e que uma vez concretizada, não era revogada. O raciocínio de Paulo...

Exposição 09 = Gálatas 3.10-14 - Fé e Obras: Duas Alternativas

Introdução: Você já teve de escolher entre duas opções? Você o fez sem observar as conseqüências de ambas? Contexto: Paulo avança no argumento comparativo entre a justificação pela Lei ou pela graça mediante a fé. No fim das contas as alternativas de justificação recaem sobre as obras ou sobre a fé. A pergunta que Paulo continua respondendo é: Como um pode desfrutar o favor e a comunhão de Deus? Como um pecador pode ser justificado e receber a vida eterna? Existem apenas duas alternativas. Paulo faz duas citações do Antigo Testamento; Habacuque 2.4 no verso 11 e Levítico 18.5 no verso 12. As duas declarações bíblicas, portanto inspiradas por Deus, declaram que aquele que praticar o que está escrito “viverá”. Todavia, apesar de ambas as passagens bíblicas prometerem a vida eterna, as mesmas falam de caminhos diferentes para obtê-la. Levítico 18.5 Promete vida o praticante; as obras são o caminho da salvação; Nossa obediência completa pode nos justificar; Fazendo; Lei. Ha...

Exposição 08 = Gálatas 3.1-9 - A Loucura dos Gálatas

Introdução: O que é fascinação? É como se alguém jogasse um feitiço ou um encantamento mágico em você, e você ficasse tão encantado que não conseguiria nem pensar e nem agir corretamente, mas apenas motivado pelo tema do feitiço. O falso esse tem esse poder, o poder de nos enfeitiçar, encantar de tal modo que não vemos o que precisa ser visto e vemos o que não está ali, bem diante dos olhos!. Contexto: Nos capítulos 1 e 2 Paulo apresentou uma defesa vigorosa da origem divina de sua missão e mensagem apostólica. Ela não veio de homens e não foi dada por intermédio de homens. Também não é diferente e nem inferior ao evangelho pregado pelos demais apóstolos, mas era o mesmo evangelho apostólico de Pedro, João, Tiago e os demais que tinham estado com Cristo pessoalmente. Agora, capítulos 3 e 4 Paulo passa a defender o próprio evangelho de Cristo. Ele mesclará argumentos teológicos e históricos nesse propósito Proposição: Abandonar o evangelho de Cristo não é apenas uma traição es...

Exposição 07 = Gálatas 2.15-21 - Justificação Pela Fé Somente (30/03/2011).

Introdução: Paulo finalmente nos apresenta a palavra chave da epístola e de todo o evangelho da graça: JUSTIFICAÇÃO (v. 16,17,21). A doutrina da justificação pela fé somente é a boa nova (evangelho) de que homens e mulheres pecadores são aceitos por Deus, não com base nas suas obras de obediência, mas através de um simples ato de fé (confiança) em Jesus Cristo. A tomada de consciência dessa provisão de Deus em Cristo a nosso favor é o principal, mais importante, mais especial artigo da nossa fé cristã. A justificação pela fé é a verdade divina que transforma as pessoas em cristãos. É o artigo pelo qual uma igreja fica de pé ou cai na presença de Deus. Por isso é tão perigosos para a fé tentar modificar diminuindo ou acrescentando detalhes humanos ao que Deus fez em Cristo por nós. Contexto: Paulo ainda está falando a Pedro na presença de todos em Antioquia. Paulo está finalizando seu argumento histórico contra a alegação judaizante de que a justificação do pecador só se dará ...

Exposição 06 = Gálatas 2.11-16 - Um Apelo à Coerência (23/03/2011)

Gravura: O Apóstolo Pedro e Paulo - El Greco (1587-92) Introdução: Este é um dos episódios mais tensos descritos no Novo Testamento. Contexto: Tendo recebido a destra da comunhão de Pedro, João e Tiago, Paulo se retira de Jerusalém e volta a Antioquia. Agora é Pedro quem retribui a visita e passa alguns dias com Paulo na igreja majoritariamente gentílica de Antioquia. Antioquia era a principal cidade da Síria, e talvez de toda a Ásia nesse tempo. Foi em Antioquia que os discípulos de Cristo foram chamados pela primeira vez de cristãos (At 11). A igreja de Antioquia foi uma igreja forte e influente até por volta do século V. O que aconteceu lá? Pedro participava da vida comunitária, comendo e hospedando-se com os cristãos gentios. Tudo ia muito bem até que algumas pessoas ligadas a Tiago, o irmão do Senhor, e líder da igreja de Jerusalém desceram também a Antioquia e causaram este histórico confronto entre Paulo e Pedro. Pedro se afastou dos irmãos gentios e passou a estar some...

Exposição 05 = Gálatas 2.1-10 - Um Único Evangelho (16/03/2011)

Introdução: O que envenenava a vida e o ministério do apóstolo Paulo era a insistente ação dos falsos mestres perturbando todas as igrejas que ele fundava. Com o objetivo de desacreditar sua mensagem desafiavam sua autoridade apostólica. Uma das formas usadas para isso era dizer que o evangelho pregado por Paulo era diferente do que Pedro e os outros apóstolos pregavam. Alegando contradição entre os apóstolos inferiorizavam a Paulo e enfraqueciam a graça e o poder do evangelho nas igrejas. Sua volta a Jerusalém após 14 anos da sua conversão, não da primeira visita, tem por objetivo mostrar a falsidade dessas acusações. Contexto: No capítulo 1 Paulo mostrou a origem divina de seu evangelho. Agora demonstra que o evangelho que prega é o mesmo evangelho dos demais apóstolos. Não inferior, nem diferente, mas o mesmo e único evangelho da graça de Cristo. Esta é a segunda visita de Paulo a Jerusalém. Não sobe só, mas acompanhado de Barnabé e Tito, u...

Exposição 04 = Gálatas 1.11-24 = A Origem do Evangelho de Paulo - (09/03/2011).

Contexto: Um esboço simples de Gálatas: Cap. 1 e 2 = A origem do Evangelho é divina e não humana, por isso não dependente deste. Cap. 3 e 4 = A defesa do Evangelho é dada pelo Antigo Testamento como pela história, atestando sua veracidade. Cap. 5 e 6 = A aplicação do Evangelho produz verdadeira liberdade, na qual devemos ficar firmes e nos alegrar. Nos versos 11 e 12 Paulo repete sua afirmação resumida no verso 1 do capítulo 1 de que o evangelho que pregava não tinha origem humana e nem fora recebido por intermédio de homem algum, mas que viera diretamente de Deus por meio de uma revelação divina. Logo o Evangelho não é uma invenção humana e nem transmitido como se fosse uma tradição paternal ou eclesiástica; o Evangelho é recebido “mediante revelação de Jesus Cristo”. A origem e o conteúdo do Evangelho é Jesus Cristo. Essa é a razão porque Paulo defendera inicialmente o seu apostolado. Uma vez que o evangelho que pregara vinha diretamente de Deus, o mesmo acontecia com o seu ap...

Exposição 03 = Gálatas 1.6-11 = A Fórmula da Apostasia: Ensino Falso + Infidelidade. (02/03/2011)

Introdução: Em busca de algo mais... A porta de entrada para o falso ensino nas igrejas sempre orbitou em torno de uma pregação depreciativa da suficiência do evangelho e da reintrodução de uma doutrina sinergista, na qual o papel do homem fosse supervalorizado em detrimento da operação da livre graça de Deus no homem. No fim das contas a proposta de algo mais sempre se reverteu na instituição de uma nova escravidão por meio da subjugação das consciências à bajulação dos falsos mestres. Para Paulo não rodeios, o nome disso é perversão, ou o abuso daquilo é certo a fim de gerar uma fonte de lucro pessoal e manipulação das consciências para ter poder sobre elas. Quem quer mais que o evangelho oferece está flertando com a perversão, confundindo liberdade com libertinagem e acabará bebendo de uma fórmula que não será nem mágica nem nada, mas que o envenenará com a apostasia e o abandonará na perdição. Contexto: Por isso Paulo é tomado por um ...