O Bom pastor e seus comentários

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

09 = O Conteúdo de Uma Oração Desafiadora (Colossenses 1.9-14) - 1ª parte



Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
Grupo de Estudo do Centro – Fev a Jun/2013
Liderança: Pr. Hélio O. Silva, Sem. Adair  Machado e Presb. Abimael A. Lima
09 = O Conteúdo de Uma Oração Desafiadora (Colossenses 1.9-14).   1 ª parte.  20/03/2013
Um Chamado à Reforma Espiritual – D. A. Carson, p.97 a 102.

Introdução:
A Bíblia é a maior fonte moldadora de nossas orações bem como a sua maior fonte de autoridade espiritual.
O estudo da escrituras com a finalidade de fortalecer nossa vida de oração tem dois focos:
1. Geral e abrangente: Quanto mis aprendermos sobre Deus, seus caminhos  suas perspectivas, mais desenvolveremos nossa compreensão tanto da teologia quanto da própria oração. Isso porque nossas orações são baseadas e dirigidas por nossas crenças.
2. Limitado e vigoroso: O estudo das orações contidas na Bíblia nos ajudará a:
a) Identificar pelo que orar,
b) Como nos aproximarmos de Deus,
c) Os fundamentos corretos para as nossas petições. Quais as semelhanças e as diferenças entre as orações de Paulo e as nossas. A distanciação dos temas das nossas orações dos temas as orações de Paulo pode revelar tristemente os processos de paganização na nossa vida e no nosso pensamento.
         Por isso estudamos as orações de Paulo. As lições de Colossenses 1.9-12 ocorrem em três áreas:

1. Paulo ora por cristãos que nunca encontrou pessoalmente.

a)   A relação da igreja de Colossos com Paulo.
Paulo era o fundador das igrejas de Tessalônica e Filipos, mas não da igreja de Colossos. Ele nunca os tinha visitado e não os conhecia pessoalmente. Epafras era o fundador da igreja e possivelmente tinha sido instruído por Paulo em Éfeso (Cl 1.7; 4.12,13; At 19.1,8-10).
A igreja de Colossos foi acrescentada à sua lista de oração. Suas orações por eles são motivadas pelas noticias trazidas por outros irmãos a ele.

b)   A amplitude de nossas orações.
Até onde e por quem estamos dispostos a interceder? Qual a amplitude de nossa prática intercessora diante de Deus?
O alcance de nossas orações deve ultrapassar nosso seleto círculo de amigos e prioridades. Aprender a fazer isso é crucial para a expressão da comunhão da igreja e uma disciplina que alargará nossos horizontes, ampliando nosso ministério e serviço cristão ao próximo.

2. Paulo ora incesantemente.

a)   “Não cessamos de orar por vós”.
Aqui não temos nem um exagero místico de Paulo nem um abuso do uso da linguagem hiperbólica; mas a declaração de uma vida disciplinada de oração. Paulo separava horários reservados para oração (Rm 1.9,10). Paulo determinou a si mesmo interceder por Colossos.

b)   Coisas pelo que não devemos parar de orar.
Nós nos concentramos tanto na petição específica que os motivos gerais de oração permanecem negligenciados. Existem assuntos pelos quais devemos orar repetidamente. A oração é o meio estabelecido por Deus para nos apropriarmos das bênçãos que são nossas em Cristo. Como há bênçãos das quais necessitamos diariamente, devemos orar por elas da mesma maneira.
Essas observações de Paulo sobre a insistência na oração são-nos modelo para encorajar a persistência na oração.

3. PAULO LIGA ORAÇÕES DE AÇÕES DE GRAÇA COM ORAÇÕES DE PETIÇÃO.

a)   Petições relacionadas a ações de graças.
As bênçãos que Paulo agradece a Deus são as mesmas pelas quais pede. Isso implica em dizer que apesar de sermos inclinados a orar por pessoas e situações em necessidade, a prática comum deve ser orar por questões em andamento. Oramos mais quando as coisas vão mal, mas devíamos mesmo é orar sempre.
O resultado é perder de vista nossa gratidão. Quando oramos por mais sinais da graça e somos respondidos, então oramos para mais sinais da graça apareçam entre nós!
Boas notícias não deveriam inspirar apenas agradecimentos, mas também intercessão para que a graça continue operante no meio do povo de Deus. A preocupação de Paulo é que esses sinais da graça sejam protegidos e incrementados entre nós.

Revise e Reflita
1.    Nossas orações caminham na mesma direção das orações de Paulo?
2.    Nós realmente oramos por questões atuais?

Aplicação
1.    Precisamos aprender a educar nossas orações. A leitura sistemática e constante das escrituras nos ajuda a fazer isso.
2.    Diferenciar entre pessoas, situações e alvos espirituais.
3.    Vamos aprender a agradecer pelo que pedimos e a pedir pelo que agradecemos.

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