O Bom pastor e seus comentários

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

14 = 2 Coríntios 8 - Uma Filosofia Bíblica Acerca da Contribuição Cristã


Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO
14 = 2 Coríntios 8 – Uma Filosofia Bíblica Acerca da Contribuição Cristã.    19/11/2014.
Grupo de Estudo do Centro – Agosto a Dezembro/2014
Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Sem. Adair B. Machado.
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Comentários Expositivos Hagnos – 2 Coríntios – Hernandes Dias Lopes, Hagnos, p.185-201.
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Paulo está levantando uma oferta em favor dos pobres de Jerusalém (At 11.29,30). No governo de Cláudio houve uma grande seca mundial. No ano 52 dC Cláudio expulsou todos os judeus de Roma em função de uma revolta em torno de um homem chamado “Chrestos”.
Quando se fala em dinheiro na igreja precisamos evitar dois extremos: Ocultar o tema e desvirtuar o tema por motivos interesseiros. O mundo leva em conta o dinheiro e sua quantidade; Cristo leva em conta homem e seus motivos.
         Aqui temos princípios bíblicos que devem reger a contribuição cristã:

   1.     A contribuição cristã é uma graça concedida à igreja (v.1).
   ®   Contribuir é um ato de graça.
   ®   A palavra graça é usada 6x no texto (v1,4,6,9,19 e 9.4).

   2.     A contribuição cristã é paradoxal em sua ação (v.2).
   ®   Tribulação x alegria.
   ®   Profunda pobreza x grande riqueza.

   3.     A contribuição cristã é transcendente em sua oferta (v.3-5).
   ®   Dois exemplos apresentados: Os macedônios (v. 3-5) e Cristo (v. 9).
A contribuição dos macedônios é transcendente em 3 aspectos:
1º) Na disposião voluntária de dar além do esperado.
2º) Na disposição de dar mesmo quando não é solicitado.
         Três palavras importantes juntas: graça (xaris) – participação (koinonia) – (diaconia) assistência. A contribuição financeira foi entendida como ministério cristão.
3º) Na disposição de dar a própria vida e não apenas dinheiro.
John Elliot (mártir entre os aucas do Equador em 1954) – Não é tolo o que larga o que não pode segurar para ganhar o que não pode perder”.

   4.     A contribuição cristã é progressiva em sua prática (v. 6,7,10,11).
   ®   Um bom começo não é garantia de progresso na contribuição (v.6).
  ®   Progresso em outras áreas da vida cristã não é garantia de progresso na generosidade (v.7).
   ®   Não se assiste os necessitados com boas intenções (v.10).

   5.     A contribuição cristã não é resultado da pressão dos homens, mas do exemplo de Cristo (v.8,9).
   ®   A contribuição deve ser motivada pelo amor ao próximo.
   ®   A contribuição é resultado do exemplo de Cristo.

   6.     A contribuição cristã é proporcional na sua expressão (v.12-15).
   ®   A contribuição proporcional deve ser vista como um privilégio e não como um peso.
   ®   A contribuição proporcional promove a igualdade e não o desequilíbrio

   7.     A contribuição cristã é marcada por honestidade em sua administração (v.16-24).
   ®   Fidelidade ao propósito prometido – v.19.
   ®   O propósito da contribuição é a glória de Cristo – v.19.
   ®   Cuidado em evitar acusações em face da oferta levantada – v.20. Paulo não lida com o dinheiro sozinho, mas acompanhado por Tito (v.16,17) e por mais dois irmãos conceituados na igreja (v.18,22,23).
   ®   Procedimento honesto perante Deus e os homens – v.21.
   ®   Valorização da equipe por meio de elogios e estímulos – v.16-18,22-24). Eele elogia pessoas individualmente, especialmente os que se envolveram com o levantamento da oferta e à igreja (v.24). É preciso ver e valorizar o lado positivo das coisas e das pessoas.

Aplicações:
   1.     Conhecer a graça e entender a graça de contribuir.
   2.     Agradecer a Deus o privilégio de contribuir e desejar fazê-lo para a sua glória somente.
   3.     Contribuir com lisura e com honestidade.
   4.     Planejar a contribuição da família e com a família.

   5.     Praticar a generosidade voluntariamente.

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