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A Nação Em Perigo! (Sofonias 3.4,5)

A Nação em Perigo (Sofonias 3.4,5) Nesses últimos dias nosso país vive a agitação da descoberta de mais algumas manobras de corrupção que sujam as mãos do governo federal. Vivemos atônitos, mais uma vez, pelas revelações e declarações de corruptos e corruptores na TV. Não bastassem as corrupções do governo, entristece-nos as corrupções dentro e fora das igrejas. Escândalos de pastores que fazem do luxo seu objetivo de vida, camuflando isso numa teologia de prosperidade que ama o mundo mais que a Deus! As coisas não eram diferentes no tempo de Sofonias. Perguntamos: Onde isso vai dar? Será que a corrupção que nos enforca e sufoca nunca vai diminuir em nosso país? Nossa nação está em perigo porque muitos tem se desviado de Deus (v.1,2), e o mal exemplo vem de nossos líderes (v.4,5): Os príncipes são leões rugidores no meio dela. Eles rugem para nos amedrontar como presa e deixar-nos sem ação na hora do golpe final. Nossos líderes políticos usam de suas tribunas para proclam...

Sete Razões Para Frequentarmos a Escola Dominical

Sete Razões Para Frequentarmos a Escola Dominical O nosso tempo tem feito de nós pessoas que correm o tempo todo e para todos os lados; preocupados com o relógio, preocupados se vai dar tempo... No entanto, na Bíblia lemos que devemos separar tempo de dia e de noite para alimentarmos a nossa fé com Palavra de Deus (Js 1.8; Sl 1.1). Quero apresentar-lhes pelo menos sete razões porque frequentar a Escola Dominical pode ser um instrumento útil na busca de alimento espiritual cotidianos para a sua fé: 1ª: Porque amamos Jesus (Jo 14.21). Ter os mandamentos de Cristo é mais que ter uma Bíblia; significa carregá-los no coração, impressos em nossas almas. Na Escola Dominical temos a oportunidade de demonstrar a Cristo todo o nosso interesse por tudo quanto fez por nós. 2ª: Porque nos ajuda a não errar (Mt 21.22; Sl 119.11). Procuramos conhecer as Escrituras para andarmos com Jesus e não somente para enriquecer nosso conhecimento religioso. Muitos erros pecaminosos que come...

O SACERDÓCIO DO CRISTÃO

O SACERDÓCIO DO CRISTÃO INTRODUÇÃO:                           Quando Martinho Lutero afixou as 95 Teses na porta da Capela de Wittenberg, em 31/10/1517, queria Reforma, não separação, entretanto a Igreja Católica passou a pressioná-lo a retratar-se e em 1520 saiu a Bula Papal dando-lhe 60 dias para retratar-se (Leão X – Exsurge Domine ), asseverando que “Um Javali havia entrado na vinha do Senhor”, e que seus livros deveriam ser queimados. Nesse mesmo ano Lutero escreveu três panfletos importantes: 1.   Apelo à Nobreza Alemã - Atacou a hierarquia da Igreja de Roma. Lutero questionava o ensino da Igreja de que somente o Papa poderia interpretar as Escrituras e convocar um concílio reformador. Defendia que as Escrituras eram autoridade superior ao papado e que os príncipes poderiam reformar a Igreja se fosse necessário. 2.   O Cativeiro Babilônico da Igr...

Cristo: O Deus-Homem

Martírio de Inácio em Roma Cristo: O Deus-Homem “Há apenas um médico – Própria carne, mas espírito também; Não criado e, apesar disso, nascido; Deus e Homem unidos em Um só; De fato, a própria Vida na Morte, Fruto de Deus e o filho de Maria; Ao mesmo tempo, impassível e ferido Por dor e sofrimento neste mundo; Jesus Cristo, que conhecemos como nosso Senhor.” ( Inácio de Antioquia – Carta aos Efésios 7.2 – por volta de 110 dC). Essa declaração de Inácio de Antioquia é uma das mais claras evidências de que a Igreja adora a Jesus Cristo como Deus desde muito cedo na sua história. As insinuações mais modernas perpetradas pelos escritores ateus de nosso tempo insinuando que foi no Concílio de Nicéia (325 dC) que a igreja declarou a divindade de Cristo como um ato político instigado por Constantino a fim de cimentar a unidade do Império Romano é pura fantasia daqueles que não sabem ler a história e a miríade de seus documentos. Um exemplo é O Código Da Vinci...

Medo da Morte ou Medo de Morrer? (Atos 7.55-60)

Medo da Morte ou Medo de Morrer? (Atos 7.55-60) Nós não fomos criados por Deus para morrer; a morte é uma maldição e um inimigo que entrou no mundo através do pecado (Rm 5.12). Ela é o último inimigo que precisa ser destruído (1 Co 15.25,26). Não podemos olhar para a morte de forma simplista, nem inocente ou romântica. Entretanto, devemos crer com toda a convicção que a morte foi tragada pela vitória de Cristo na cruz e que nem ela pode nos separar do amor de Deus em Cristo por nós (1 Co 15.54-57; Rm 8.35-39). Mesmo sabendo disso, muitos cristãos sofrem com a proximidade da morte. Sua ansiedade nem sempre tem a ver com o medo da morte, mas com o medo de morrer; sendo mais específico, com o modo como vão morrer. Os cristãos temem o sofrimento na chegada da morte. O texto de Atos conta a história da morte de Estevão, um dos sete diáconos da igreja de Jerusalém e o primeiro mártir da igreja. Ele era um homem temente a Deus, cheio do Espírito Santo e eficiente pregador d...

1 Samuel 19.1-7 = Falarei a Teu Respeito a Meu Pai - Administrando Conflitos Positivamente

Texto: 1 Samuel 19.1-7. Tema: Falarei a Teu Respeito a Meu Pai Rev. Helio O. Silva = Goiânia-GO - 17/01/2016. ----------------------------------------------------------------------- Introdução:                         Como agir em meio a conflitos que simplesmente não se resolvem? Como ser um pacificador, um conciliador?          Há doze princípios chaves que devemos tomar consciência sobre conflitos que podem nos orientar na conduta que tomaremos como intermediadores de conflitos: [1] 1.      O conflito é um terreno escorregadio. 2.      O conflito começa no coração. 3.      As nossas escolhas têm consequência. 4.      As escolhas sábias são melhores que as escolhas “à nossa maneira.” 5.      O jogo da culpa só ...