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Mostrando postagens com o rótulo Mateus

O Conhecimento Bíblico e a Experiência de Deus (Mateus 22.29)

O Conhecimento Bíblico e a Experiência de Deus                                 (Mateus 22.29)                      PRESUMIMOS de forma vaidosa e dissimulada que porque conhecemos algo sobre o Espírito Santo já sabemos tudo sobre ele. Precisamos reconhecer que da mesma forma que o conhecimento teórico pode exceder a experiência pessoal, também a experiência pessoal pode exceder o conhecimento. Os discípulos de Cristo frequentemente não entendiam adequadamente as coisas espirituais e Cristo precisava corrigi-los. Mesmo assim Cristo transformou as suas vidas como nunca haviam imaginado ou previsto. Isso porque o amavam, confiavam nele, queriam aprender dele e honestamente queriam obedecê-lo. Eles foram transformados por Jesus, mas a compreensão do que aconteceu a eles veio depois. Na vida cristã percebemos que...

03 = Mateus 27.41,42 = O Homem Que Não Pode Salvar a Si Mesmo, Salva os Outros.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO Grupo de Estudo do S. Bueno 1 – Fevereiro a Junho/2014 Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Presb. Adevenir Portes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 03 = Mateus 27.41-42 – O Homem Que Não Pode Salvar a Si Mesmo, Salva os Outros. Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus – D. A. Carson, FIEL, p.21-27.   19/02/2014. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Introdução: O que queremos dizer hoje em dia quando usamos a palavra salvar? ü   Proteger o patrimônio = salvar é poupar. ü   Nos esportes = salvar é evitar (Salvar o gol). ü   Na informática = salvar é fazer uma cópia de segurança ou back up; ou ainda gravar no disco rígido do PC. ü   Para os zombadores de Cristo certamente seria “descer da cruz”. Jesus tinha salvo tantas pessoas curando enfermidades, exor...

02 = Mateus 27.32-40 - O HOMEM QUE ESTÁ TOTALMENTE SEM PODER,É PODEROSO

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO Grupo de Estudo do S. Bueno 1 – Fevereiro a Junho/2014 Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Presb. Adevenir Portes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 02 = Mateus 27.32-40 – O Homem Que Está Totalmente Sem Poder, É Poderoso.                         Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus – D. A. Carson, FIEL, p.21-27.   12/02/2014. ----------------------------------------------------------------------------------------------------- Introdução: Mateus oferece ampla evidência de quão fraco Jesus estava. A haste vertical da cruz, geralmente era deixada fixada no lugar da crucificação; um lugar bem visível perto de uma estrada, ou numa encruzilhada. A haste horizontal, o patíbulo, era carregada pelo condenado até esse lugar, quando era amarrado ou pre...

01 = Mateus 27.27-31 = O HOMEM QUE É ZOMBADO COMO REI, É O REI.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO Grupo de Estudo do S. Bueno 1 – Fevereiro a Junho/2014 Liderança: Pr. Hélio O. Silva e Presb. Adevenir Portes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 01 = Mateus 27.27-31 – O Homem Que é Zombado Como Rei, É o Rei.                         Escândalo – A Cruz e a Ressurreição de Jesus – D. A. Carson, FIEL, p.13-21. 05/02/2014. ------------------------------------------------------------------------------------------------------- Introdução: Ao propormos o tema da cruz e da ressurreição de Cristo para os nossos estudos semanais precisamos entender que é tão importante saber o que esses acontecimentos significam como é importante saber que aconteceram de fato. A mente pós-moderna ignora tanto uma coisa quanto a outra, reinterpretando-as segundo a conveniência de sua...

Mateus 17.27 = Deus Te Conhece

Deus te Conhece “Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti (Mateus 17.27)” Jesus sobe para Jerusalém com seus discípulos. Ele cumpre toda a Lei. Ele não dá motivo de escândalo.          Este texto nos faz refletir sobre a soberania de Deus no que diz respeito ao seu cuidado amoroso e paternal por todos nós. O texto não reflete somente o seu poder presciente que se antecipa às nossas ações, mas também e prioritariamente à sua providência exata para as nossas necessidades mais comuns.          Deus não somente cuida de nós, como também é exato nesse cuidado diário por nós. Por que é assim? Primeiro: Ele Conhece Todos os Peixes. Porque Ele os criou. Porque Ele cuida deles do mesmo modo como cuida dos lírios e dos pardais (Mt 6). Segundo: Ele...

Mateus 6.13 = A Proteção do Pai

Hélio O. Silva = 13/07/2012. A Proteção do Pai         “ Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal ” (Mateus 6.13). Segundo John Stott, há três pedidos na oração do “Pai Nosso”: (1) Pão = A providência de Deus, o Pai; que nos dá o sustento material. (2) Perdão = A morte expiatória de Cristo, o Filho que nos dá o sustento espiritual. (3) Vitória nas tentações = O poder da habitação do Espírito Santo, que nos dá o sustento moral. Meditemos na frase:          Primeiro: O QUE É TENTAÇÃO? É a p ermissão de Deus para que o diabo se aproxime (Lc 22.31,32) e nos peneire como trigo. Ele nos tenta pessoalmente, mas também nas nossas relações com os outros, inclusive na nossa relação conjugal (I Co 7.5).  A cobiça é fonte de tentação, pois esta se alimenta de nossa natureza carnal. A carne é o pecado habitando dentro de nós (Tg 1.13; I Co 10.13). O sofrimento é fonte de tentação p...

Mateus 6.12,14,15 = O Perdão do Pai

O Perdão do Pai   “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores... Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas , tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. Mateus 6.12,14,15             O Senhor Jesus nos ensina a orar. Ele nos ensina como nos aproximar do Pai (6.9) e a nos submeter à sua vontade (6.10). Ele nos ensina a pedir e a confiar na sua provisão (6.11), mas também nos ensina a confessar nossos pecados e pedir o perdão do Pai (6.12). Primeiro: NOSSOS PECADOS SÃO NOSSAS DÍVIDAS DIANTE DE DEUS. Deus não criou o homem pecador, ele se tornou pecador quando resolveu desobedecê-lo. Por isso ele deixou de ser santo e bom e tornou-se devedor para com a justiça e a santidade de Deus. Pecar é transgredir a Lei de Deus e nutrir no coração um sistema de vida que ele n...

Mateus 6.11 = A Provisão do Pai

A Provisão do Pai “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mateus 6.11). George Muller fundou e administrou um orfanato em Bristol, na Inglaterra. Em uma ocasião, não havia comida para o café da manhã. As crianças tomaram seus lugares à mesa com as canecas e pratos vazios à sua frente. Então agradeceram, como de costume, o alimento que Deus ia providenciar. Pouco depois um padeiro bateu à porta do orfanato com uma carroça cheia de pães para doar. Quem governa o mundo não é o acaso, o destino ou a fatalidade, mas a mão graciosa e providente de Deus. Na oração do Pai Nosso Jesus nos ensina que devemos pedir ao Pai que nos dê o necessário, não o luxo; e que o faça para todos nós, pois a frase “o pão nosso” é uma intercessão: “Nosso” quer dizer: De todos nós; para todos nós, e, para cada um de nós. Os cristãos não sabem lidar direito com a ostentação porque Jesus lhes ordenou que vivessem e orassem por uma vida mais simples. O apego a coisas materiais tem arruinado a fé de muitos exat...

Mateus 6.10 = O Teu Reino e a Tua Vontade

O Teu Reino e a Tua Vontade “Venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mateus 6.10). O Sermão do Monte é a expressão da “contra-cultura” cristã. O que rege as nossas vidas é diferente daquilo que rege as vidas das pessoas do mundo e que servem aos seus próprios interesses. Nós servimos a Deus, que acima de tudo, por meio de Cristo, é o nosso Pai. a) Venha o teu reino. O Reino de Deus é o governo real de Deus. O reino de Deus é justiça e paz, e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17). O reino de Deus é o tesouro oculto num campo; a pérola de grande valor e a rede que pesca vários tipos de peixes (Mt 13.44-48). O reino de Deus é o seu governo real, e não uma localização geográfica com CEP e aeroporto internacional para ser visitado por turistas e curiosos. O campo do seu governo é a sua criação, a história e a sua revelação. Orar para que o seu reino cresça nas pessoas; é orar pela evangelização, para que as pessoas se submetam a Jesus através do te...

Pai Nosso, Nosso Pai

PAI NOSSO, NOSSO PAI! “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome...” (Mateus 6.9,10) A oração do Pai Nosso ensinada por Cristo é tanto um modelo (orem assim – Mt 6.9) como uma oração que devemos repetir em nossa vida devocional (ao orar digam – Lc 11.2). As três primeiras declarações da oração nos ensinam que os interesses de Deus terão prioridade sobre os nossos interesses pessoais: O Teu nome, o Teu reino e a Tua vontade. Há quatro verdades contidas na abertura da oração de Jesus: (1) Deus é o nosso PAI. A diferença essencial entre a oração cristã e os outros tipos de orações praticadas no mundo é o tipo de Deus a quem se ora. O nosso Deus é tanto pessoal como amoroso. Pessoal no sentido de que Deus tem personalidade própria. Ele é “ele” assim como eu sou “eu” e você é “você”. E ele é o nosso Pai. Nessa palavra se esconde todo ideal da perfeita paternidade. Deus não é uma ilusão que projeta nossos sonhos e anseios por amor e cu...

Oração Consciente (Mateus 6.5-8)

Paulo orando na Prisão “E quando orardes não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar... para serem vistos dos homens... E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles” (Mateus 6.5-8). É muito importante observar e aprender com Jesus como estabelecer um equilíbrio doutrinário e prático na nossa vida diária de fé. Primeiro ele aponta os extremos; e somente depois, mostra o caminho do equilíbrio. Ele faz exatamente isso no sermão da montanha. Ao ensinar a oração conhecida como “Oração Dominical” ou do “Pai Nosso”, parte do mesmo princípio. A oração cristã não pode ser nem egoísta quanto aos seus objetivos; e nem esvaziada de significado em repetições vazias e sem fim. Mas, devem ser orações refletidas e conscientes tanto de seu objetivo: Falar com Deus; quanto do seu significado: aprofundar a comunhão com Deus. Os dois extremos a serem evitados na oração é a hipocrisia dos ...