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1 Pedro 3 8 12 Apelo à Fraternidade

Membro da Igreja: Ser Ou Não Ser?!

Membro da Igreja: Ser ou Não Ser?! Helio O. Silva – 20/07/2016.          Assim como Mateus 18.10-14 nos ensina que devemos dar valor às estatísticas da igreja, porque é importante e para conferir e não esquecer, da mesma forma a questão do ser membro de uma igreja é importante. É triste na noite da celebração da ceia observar irmãos e irmãs que se omitem da participação no pão e no cálice porque não são membros de nenhuma igreja! Essa situação entristece e preocupa. 1º) Omitir-se dos sacramentos é desobediência ao Senhor a quem dizemos amar. Receber o batismo e tornar-se membro da igreja é um mandamento bíblico de Cristo, pois todo o que crer e for batizado será salvo (Mc 16.16). O batismo por si só não salva, mas ele faz parte da nossa salvação como ato de obediência ao Salvador que determinou à igreja batizar os que forem salvos. 2º) Omitir-se dos sacramentos é colocar-se à margem das promessas de bênçãos ligadas a eles. Um sa...

1 Pedro 2 11 17 A Conduta do Cristão na Esfera Civil avi

A Arte de Envelhecer Feliz! (Filpenses 4.11)

A Arte de Envelhecer Feliz ( Filipenses 4.11) Helio O. Silva. Uma velhice feliz! Isso é possível? Podemos preservar uma calma alegria interior ou uma paz serena que o tempo nunca poderá consumir? São perguntas justas. Às vezes somos tentados a olhar para certas verdades reais e testemunhadas pelas Escrituras como motivos e motivações para desenvolvermos uma postura negativista quanto ao envelhecimento. Eclesiastes 12.1-8 e o Salmo 90.10 parecem empurrar-nos para uma conformação ao cansaço e à inutilidade na velhice. Todavia, É nas Escrituras que encontramos relatos surpreendentes de que a velhice pode ser frutífera, como profetizou Joel 2.28 (os velhos sonharão) e o Salmo 92.14 – “na velhice darão ainda frutos e serão cheios de seiva e verdor”. Abraão e Sara – Qual a idade deles quando a promessa se cumpriu para eles? Moisés e Arão – quando lideraram o êxodo? Josué e Calebe – quando herdaram a terra? Zacarias e Isabel – quando foram pais? Simeão e Ana – quando co...

Crescimento Consistente - 2 Pedro 3.15,16

Rev. Helio O. Silva = Crescimento Consistente (2 Pedro 3.15,16)          É um fato da vida cristã que cresceremos na fé se praticarmos uma leitura mais consistente das Escrituras. Vez por outra, os autores bíblicos nos alertam para mantermos uma postura mais ativa no estudo das Escrituras (Mt 22.29; Jo 5.39; Jo 7.17; 1 Co 3.1,2; Hb 5.11-14). Pedro alerta seus leitores a não serem ingênuos na sua leitura da Bíblia, pois os falsos mestres deturpam o seu ensino buscando tirar vantagens pessoais dela e que cristãos instáveis a aplicam mal decisões erradas baseados em interpretações ingênuas, incompletas e equivocadas mesmo (2 Pe 3.15). PRECISAMOS TER TODO O CUIDADO AO ABORDAR AS ESCRITURAS DE FORMA CORRETA. Paulo fala em Romanos de deturpadores da doutrina da justificação. Em 1 Coríntios denuncia os que deturpavam a doutrina da ressurreição. Em 2 Tessalonicenses desmascara os que ensinavam que a ressurreição já havia ocorrido.  Qua...

Levítico 23 1 8 = O Sábado e a Páscoa

Desafio Missionário Para Igrejas Presbiterianas de Goiás

Levítico 23.1-8 = O Sábado e a Páscoa

Introdução: “ A vida cristã não é fome e nem funeral, ela é uma festa ” (Warren Wirsbe). [1] Por isso Deus instituiu uma forma ao mesmo tempo alegre e solene para celebrarmos as manifestações de sua graça em nossas vidas. Contexto:          O capítulo 23 de Levítico estabelece as três festas judaicas mais importantes, das quais duas delas, o cristianismo participa: A Páscoa e o Pentecostes. As festas sagradas e as épocas determinadas são assim estabelecidas: 1. O sábado (23.3). 2. A Páscoa (23.4,5). 3. A Festa dos Pães Asmos (23.6-8). 4. As Primícias (23.9-14). 5. O Pentecostes (23.15-22). 6. O Toque das Trombetas (23.23-25). 7. O Dia da Expiação (23.26-32). 8. A Festa dos Tabernáculos (23.33-44). 9. O Ano Sabático (cap. 25.1-7). 10. O Ano do Jubileu (cap. 25.8-34).                     Seu objetivo era triplo: 1º) Fazer Israel lembrar do...

O Seminário Primitivo - História da IPB

Campo de Santana em 1818 e atualmente (pça. da República) O Seminário Primitivo – História da IPB. Em abril de 1867  Rev. Ashbell G. Simonton alugou uma casa grande, de três pavimentos, com sala ampla para a realização dos cultos e com instalações que pudessem abrigar também a redação do Imprensa Evangélica, apartamentos para duas famílias dos impressores mais o seminário. Em 14 de Maio de 1867 iniciaram-se as aulas do seminário. Ele funcionava no segundo pavimento do prédio onde funcionava a própria igreja do Rio, um prédio recém alugado no Campo de Santana (hoje, Pça. da República). No térreo funcionava uma cervejaria; no primeiro pavimento ficava o salão onde se faziam os cultos; no segundo pavimento funcionava o Seminário e moravam os alunos. No pavimento superior, ficava a residência de Antônio Santos Neves. Simonton lecionava teologia e Bíblia; Schneider, preparatórios (matérias seculares) e Wagner, um pastor luterano, grego e história eclesiástica. Os p...

A Igreja Presbiteriana do Brasil e a Escravidão

A Igreja Presbiteriana do Brasil e a Escravidão É comum encontrarmos pessoas acusando as igrejas evangélicas históricas de serem omissas quanto à questão da abolição da escravidão no Brasil imperial. O argumento comumente usado é o de que essas denominações foram capazes de fundar grandes e influentes escolas, hospitais de renome; mas não foram capazes de denunciar a escravidão. Ora, essa avaliação histórica é anacrônica, pois impõe sobre aquela época o peso do que essas mesmas instituições se tornaram no decorrer de mais de cem anos de história e desenvolvimento. As grandes escolas e hospitais de hoje, não passavam de pequenas e insignificantes instituições em seus humildes começos naquela época. Todavia, no caso da Igreja Presbiteriana do Brasil, encontramos boa literatura a respeito da posição dos missionários da PCUSA e parte dos missionários da PCUS, vindos para o Brasil posicionando-se contrariamente à escravidão e a favor da abolição.     ...